João Pessoa no programa 50 por 1

Pôr do Sol do Jacaré e Areia Vermelha serão destaques

Será exibido neste sábado (1º), meia noite e quinze, o Especial de Verão Paraíba do Programa 50 por 1, do apresentador Álvaro Garnero, da TV Record. Com a família, o apresentador conheceu os quatro cantos do mundo e, em 2007, suas viagens viraram seu trabalho, dando a oportunidade a milhões de telespectadores conhecerem os destinos turísticos por ele visitado.

Considerado um dos melhores programas de viagens da TV aberta, o 50 por 1 tem como principal característica fugir dos roteiros tradicionais de viagens, atingindo um público de aproximadamente 8 milhões de telespectadores.

A Paraíba foi um dos destinos escolhidos para o Especial de Verão exclusivo sobre o Brasil. Não se trata de um programa de viagens comum, mas um programa de experiências, porque, segundo Garnero, "um lugar não é para se ver, mas para se viver". E para viver Cabedelo, o apresentador visitou o Pôr-do-Sol de Jacaré e a Ilha de Areia Vermelha, divulgando nossas belezas e incentivando o turismo e nossa cidade. Álvaro recebeu o apoio logístico da Prefeitura de Cabedelo, através da Secretaria de Esporte e Turismo.

Saiba como declarar imóveis no Imposto de Renda 2010

Especialistas ensinam a informar os bens sem erros.
Devem ser informados apenas valores que já foram pagos.

A principal recomendação para evitar erros na hora de informar um imóvel na declaração do Imposto de Renda é considerar a situação em que ele se encontra. Bens financiados, quitados, doados ou adquiridos via consórcio precisam ser declarados de maneiras distintas.
O G1 consultou os especialistas Antônio Teixeira, da IOB, e Andréa Teixeira, da FiscoSoft, que ensinam o passo a passo para o perfil de cada contribuinte.
De acordo com os especialistas, uma regra geral vale para declarar imóveis: só deve ser informado à Receita o valor que já foi pago, seja em um pagamento à vista, comprado na planta, financiado, pago em entrada seguida de prestações de financiamento ou em parcelas de consórcio.
"Toda vez que você financia um imóvel e ele é dado como garantia você reconhece o que pagou no período de apuração. Se eu paguei 12 parcelas em 2009, esse é o valor do custo do bem", explica Andréa.

Documentos

Em qualquer uma das situações exemplificadas acima, é importante reunir a documentação sobre o imóvel antes de começar a declaração. “Serve qualquer documento que comprove a compra do veículo: contrato de compra e venda, de compromisso, de permuta ou doação”, diz o consultor da IOB. São necessários também os CPFs e/ou CNPJs das pessoas e empresas envolvidas no negócio.

Em qual ficha?

Valores referentes à compra de imóveis devem sempre ser informados na ficha “Bens e Direitos” do programa IRPF 2010, disponível para download no site da Receita.

Quitados

Se o imóvel foi comprado à vista, fazer a declaração é mais simples: basta, na ficha “Bens e Direitos”, informar o código do bem (121 para apartamento, por exemplo) e dados do do imóvel (endereço, cidade e país onde ele se encontra, nome de quem vendeu, CPF etc.).
Caso o imóvel tenha sido adquirido em 2009, o preenchimento deve ser feito da seguinte forma: o campo “Situação em 31/12/2008” deve permanecer em branco, já que o apartamento ainda não havia sido comprado. Em “Situação em 31/12/2009”, informar o valor que foi pago e que está na escritura ou documento em que o negócio está registrado.
Despesas como comissão a corretores de imóveis, por exemplo, devem ser somadas a esse valor e depois detalhadas no campo “Discriminação”.

Financiados

Este tipo de imóvel é a fonte mais freqüente de erros, segundo a especialista Andréa Teixeira. Devem ser seguidos os mesmos passos iniciais utilizados em imóveis quitados: na ficha “Bens e Direitos”, informar o código do bem, o nome e CPF do vendedor, além do nome do banco ou financeira em que ele obteve o financiamento.
É preciso ainda descrever as condições de pagamento, por exemplo: R$ X de sinal, mais prestações de R$ X a serem pagas em X anos. Informe também, se houver, o montante do FGTS que foi usado na compra.
Comece a informar as quantias pagas a partir da data em que o imóvel foi adquirido: se a compra foi feita em 2009, deixe em branco o campo 31/12/2008. No campo 31/12/2009, deve ser informada a soma de tudo o que foi pago referente ao bem em 2009. “Eu somo todas as entradas, as parcelas, os sinais, o FGTS e coloco lá”, diz Teixeira, da IOB.
Além desses dados, é preciso informar o FGTS usado na compra em outra ficha: no item 3 da “Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis”, para explicar à Receita de onde saiu esse “dinheiro a mais”.

É preciso ainda descrever as condições de pagamento, por exemplo: R$ X de sinal, mais prestações de R$ X a serem pagas em X anos. Informe também, se houver, o montante do FGTS que foi usado na compra.
Comece a informar as quantias pagas a partir da data em que o imóvel foi adquirido: se a compra foi feita em 2009, deixe em branco o campo 31/12/2008. No campo 31/12/2009, deve ser informada a soma de tudo o que foi pago referente ao bem em 2009. “Eu somo todas as entradas, as parcelas, os sinais, o FGTS e coloco lá”, diz Teixeira, da IOB.
Além desses dados, é preciso informar o FGTS usado na compra em outra ficha: no item 3 da “Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis”, para explicar à Receita de onde saiu esse “dinheiro a mais”.

Consórcios

Se o consórcio do imóvel ainda não foi contemplado, a declaração deve ser feita nos moldes dos financiamentos: na ficha "Bens e Direitos", use o código 95 e informe na discriminação os dados referentes ao consórcio, como o CNPJ da administradora, o tipo de bem a ser adquirido e a quantidade total de parcelas a pagar.
Informe a soma do valor das parcelas que foram pagas em 2008 e 2009 nos campos respectivos ("Situação em 31/12/2008" e "Situação em 31/12/2009").
Para consórcios que já foram contemplados: se a contemplação ocorreu em 2009, informe somente as parcelas que foram pagas em 2008 e deixe em branco o campo "Situação em 31/12/2009".
A partir daí, crie um novo item na ficha "Bens e Direitos" com o código correspondente ao tipo do imóvel. Na discriminação, informe todos os dados do imóvel e do consórcio. No campo Situação em 31/12/2009, referente ao imóvel, informe as parcelas que foram pagas até aquela data. "Nos próximos anos você vai continuar pagando o consórcio e vão compondo o valor do imóvel. Quando acabar de pagar tudo, daí sim será o valor total", diz Teixeira, da IOB.

Doações e compra conjunta

Quando o contribuinte recebe bem por doação, ele também deve ser informado na ficha "Bens e Direitos". Se a doação foi feita em 2009, o campo "31/12/2008" deve ser deixado em branco e o valor doado deve ser informado no campo "31/12/2009" no valor do bem. Além disso, a operação deve ser detalhada no campo "Discriminação".
Para justificar o aumento de patrimônio para a Receita, o dinheiro ou bem doado também deve ser informado em "Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis", como transferência patrimonial.
Já quem doou o bem deve "dar baixa" no imóvel: para isso, repete na ficha "Bens e Direitos" na "Situação 31/12/2008" e deixa em branco o campo "Situação em 31/12/2009"; depois, informa a doação (com dados do imóvel e dos envolvidos) no campo Discriminação.

Ligia Guimarães
Do G1, em São Paulo

Regras do uso do FGTS para compra de imóvel

Com a possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na hora de comprar um imóvel, seja com pagamento à vista, através de financiamento ou de consórcio, fica mais fácil sonhar com a casa própria. Mas esse assunto não é tão simples na cabeça do comprador. Muitos têm dúvidas sobre o limite máximo do valor de imóvel ou sobre a possibilidade de uso do fundo na compra de um segundo apartamento.

“O FGTS pode ser usado para a compra financiada de um imóvel no valor de até R$ 500 mil. Esse fundo pode abater até 80% do valor da prestação por um período máximo de 12 meses. Caso a pessoa queira usar o fundo garantidor novamente, deverá aguardar um prazo de três anos e não deve ter nenhum imóvel em seu nome”, explica o presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro da Silva.

Durante duas semanas, o especialista em mercado imobiliário tirou dúvidas dos leitores sobre o uso do FGTS na compra financiada do imóvel. O Morar Bem selecionou algumas perguntas e respostas, listadas a seguir. Clique aqui para ver todas as questões.

O FGTS pode ser usado mensalmente para pagamento da prestação do SFH?
João Teodoro da Silva - Ele pode abater até 80% do valor da prestação por um período máximo de 12 meses.

O FGTS pode ser usado para dar entrada na compra parcelada de um imóvel que ainda não foi entregue, diretamente com o proprietário?
João Teodoro da Silva - Não há como liberar o FGTS antes da escrituração e registro do imóvel. Assim, você só pode usar o FGTS para pagar parte do imóvel, não para dá-lo como entrada. O que você pode é comprometer-se com o vendedor de que o seu FGTS será usado pra pagar o imóvel e, assim, em tese, oferecê-lo como garantia do pagamento.

Quais são os documentos e certidões exigidas pela Caixa Econômica para que o FGTS possa ser liberado? Há alguma taxa a ser paga?
João Teodoro da Silva - A taxa de abertura do processo de liberação do FGTS custa a partir de R$ 40. Serão necessários os documentos pessoais e certidão de casamento, caso seja casado. Mas vale lembrar que o FGTS só será efetivamente liberado após a escrituração e registro do imóvel. Toda a operação deve demorar aproximadamente 60 dias.

FGTS inativo pode ser resgatado em quais hipóteses?
João Teodoro da Silva - Para aquisição de imóvel, para quem ainda não o possui, e para outras finalidades como doenças graves ou excepcionalidades como é o caso dos atingidos pela tragédia de Niterói. Nestes casos, é bom consultar a Caixa.

No caso de quem já possui um imóvel, o FGTS pode ser usado para comprar um segundo sem que o bem já adquirido seja vendido?
João Teodoro da Silva - Enquanto você tiver imóvel em seu nome você não pode usar o FGTS pra comprar outro imóvel.

Quando o FGTS fica liberado para uso em novo financiamento? Apenas quando o imóvel adquirido com o fundo de garantia foi vendido?
João Teodoro da Silva - Se você comprovar que o imóvel foi vendido e levado para registro, você pode comprar outro com o uso do FGTS. Somente o imóvel que você vendeu (e utilizou o FGTS) é que terá um período de carência de três anos para poder usar o FGTS para compra. Mas enquanto o comprador não tirar o seu nome do registro do referido imóvel, você não poderá fazer uso do saldo do FGTS

Uma pessoa com restrições de crédito (SPC/SERASA) pode utilizar o FGTS para compra da casa própria, mesmo sem utilizar nenhum tipo de financiamento, ou seja, o valor da casa é igual ao valor do fundo?
João Teodoro da Silva - Sim, se o imóvel for pago integralmente, não haverá problema.

Vale a pena usar o FGTS para dar lance em consórcio para casa própria?
João Teodoro da Silva - Claro que sim. O dinheiro da sua conta vinculada do FGTS é seu e, infelizmente, é o menor rendimento que se pode obter com aplicações financeiras no Brasil. Assim, se você se enquadra nas regras de uso do FGTS, é bom negócio utilizá-lo.

Após a compra de um imóvel utilizando o FGTS, a partir de quando o fundo pode ser utilizado novamente?
João Teodoro da Silva - O comprador do seu imóvel não poderá utilizar FGTS para compra novamente pelo período de três anos.

Qual o limite permitido para o uso do fundo de garantia na compra de imóvel?
João Teodoro da Silva - O limite se estabelece pelo valor de avaliação e da compra e venda. O imóvel não pode ser avaliado ou transacionado por valor superior a R$ 500 mil.

Fonte: UOL

Habite-se: um importante documento que atesta a legalidade do imóvel


Água e luz não significam que a certidão tenha sido emitida

Foi amor à primeira vista. A família adorou. Os amigos não vêem a hora de promover um animado churrasco para comemorar a mudança. Você já se imagina vivendo no lugar que pediu a Deus, um verdadeiro pedaço do paraíso na terra. O enredo, tão familiar a quem se encanta com a aquisição de um novo imóvel pode, entretanto, não ter um final feliz.

A ausência de um documento chamado Habite-se, emitido pela prefeitura de sua cidade, pode inviabilizar a aquisição do imóvel por financiamento, impedir a venda (caso você já o tenha comprado), doação ou a inclusão em herança.

Mas afinal, o que é o Habite-se? É o documento que atesta a legalidade do imóvel, ou seja, sua existência do ponto de vista jurídico. Por isso, sua inexistência provoca tantas restrições.

Tantos são os problemas que a falta do documento pode acarretar que era de se esperar que poucos fossem os imóveis sem Habite-se. Ledo engano. Segundo a mais recente estimativa da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, existem mais de 500 imóveis sem o atestado.

Pré requisitos para a concessão do Habite-se:

# Certidão das concessionárias de serviços públicos. É preciso a autorização de todas, como por exemplo: Light, Cedae e CEG.
# Laudo do corpo de bombeiros de sua cidade atestando o cumprimento dos requisitos de segurança.
# O projeto arquitetônico precisa cumprir a legislação urbanística para o local e respeitar o número de andares e a área total construída, segundo a avaliação de profissional designada pela Secretaria de Urbanismo.
# Cobrar que a construtora apresente o Habite-se logo após a conclusão da obra. Havendo problemas, o comprador deve procurar a Secretaria de Urbanismo para saber o que está acontecendo.

Regularizando a situação

Se você mora em um imóvel sem Habite-se, não perca tempo. Além de livrar-se do risco de multas progressivas, crescentes a cada mês, calculadas sobre o valor de mercado do imóvel, o processo para a concessão do habite-se é simples, rápido e barato. Os custos reduzidos são oriundos de uma série de isenções, normalmente oferecidas pelas prefeituras. Os interessados devem procurar a secretaria de urbanismo de sua cidade para obter maiores informações.

Cuidados na Compra de Imóvel Pronto e Acabado

Providências que podem oferecer razoável margem de segurança no investimento e evitar aborrecimentos e prejuízos futuros.

O comprador de um imóvel pronto e acabado deve tomar alguns cuidados e exigir ou providenciar alguns documentos que podem lhe dar razoável margem de segurança no investimento e evitar grandes aborrecimentos e ou graves prejuízos futuros.
Vejamos alguns:
- Informações comerciais sobre o vendedor. Se o vendedor não gozar de credibilidade comercial o risco será sempre grande e, mesmo com todos os demais documentos, o negócio pode não ser aconselhável;
- Certidão negativa de protestos, fornecida pelo cartório distribuidor de protestos da comarca. Este documento pode informar se o vendedor tem dívidas já vencidas, sem pagamento e, portanto, sujeitas a se transformarem em ações de execução;
- Certidão negativa de execuções e ações tramitando contra o vendedor na Justiça Cível, Justiça Federal e Justiça do Trabalho. A análise destes documentos é que poderá orientar os limites de riscos que o comprador poderá ter de enfrentar depois do negócio;
- Certidões negativas de débitos com o fisco municipal, estadual e federal. Não se pode esquecer que as dívidas tributárias podem ensejar a anulação de negócios já realizados e quase sempre, com efetivo prejuízo para os compradores;
- Certidão vintenária da matrícula do imóvel, fornecida pelo cartório do registro de imóvel. Este é um dos documentos mais importantes porque muitos dos atos que podem produzir efeitos jurídicos sobre o imóvel são obrigatoriamente anotados nesta matrícula, inclusive a sequência de compras e vendas do imóvel com seus respectivos antigos compradores e vendedores. É neste documento que é possível observar se já existe algum gravame onerando o imóvel, exemplo: penhora, hipoteca, usufruto, locação, etc.
Em alguns casos é necessário saber se alguma transação antiga ocorreu de forma ilegal ou com documentos suspeitos. Por exemplo: se algum dos antigos vendedores foi representado por procuração, e neste caso se a procuração era autêntica e válida, e ou se todos os antigos vendedores eram maiores e capazes. Este cuidado se justifica pela alta incidência de negócios realizados com procurações e alvarás falsos ou inválidos.
Importa destacar que havendo a anulação judicial de um dos negócios antigos, mesmo quando já tenha decorrido um longo tempo, anos até, e mesmo que a nova escritura do negócio já tenha sido lavrada e registrada, é o atual comprador que perderá o seu direito de propriedade. Neste caso, terá como recurso apenas a possibilidade de se ressarcir cobrando seu prejuízo daquele que lhe vendeu o imóvel. Se o vendedor tiver condições tudo bem, senão, o prejuízo pode ser total.
- Cópia da planta aprovada pelo município, e depois conferir se a planta foi regularmente aprovada pelo município, exatamente como o imóvel está construído, se houve a baixa respectiva e se há restrições posturais ou ambientais.
Não raro os imóveis são aprovados pelo município com uma determinada área construída e algumas características que depois o vendedor altera para conseguir um melhor preço no imóvel, contudo, ao adquirir o imóvel o comprador passará a responder por todas as irregularidades posteriormente verificadas.
Em muitos casos o município ajuíza ação de demolição das construções irregulares e isso pode descaracterizar a utilidade e desvalorizar significativamente o imóvel.
- Cópias do projeto arquitetônico, elétrico, hidráulico, cálculos estruturais e cópia do ART, expedido pelo Crea (Anotação de Responsabilidade Técnica do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura). Quando se trata de uma casa, por exemplo, estes projetos podem ser de extrema utilidade em casos de reparos, alterações e reformas e até para apurar responsabilidades quando ocorre um vício grave de construção.

Imóvel em Condomínio, ou mesmo vinculado a associações de moradores, é um problema à parte e deve ser examinado com o máximo de atenção possível. É que a convenção e o regimento interno podem estabelecer regras diferentes daquelas normais decorrentes das normas públicas e que eventualmente podem não ser interessantes para o comprador.

Localização e Situação do Imóvel pode ser um fator de valorização ou desvalorização do imóvel, ao longo do tempo. Pesam substancialmente os equipamentos urbanos, as obras e as construções vizinhas. O comprador deve anotar e avaliar cada característica do imóvel para compará-lo com os demais que porventura estejam à venda. Se ele dá frente para o norte, sul, leste ou oeste. Se a vista corre o risco de ser prejudicada por outra construção. Se a escola, farmácia, supermercado, hospital, condução etc. são acessíveis e próximos, entre dezenas de outros itens não menos importantes.
O imóvel geralmente é um investimento para um longo tempo, portanto, todas as providenciais e cuidados devem ser observados com a ajuda de pessoas que conheçam o bairro, os seus problemas e suas virtudes. Imóvel é um bem que nunca se deve adquirir por impulso. Pare, pense, avalie e compare. Perguntar é sempre bom e geralmente não custa nada.

Danilo Santana
Advogado e presidente da Associação Brasileira de Consumidores
[email protected]

Fonte: Jurisway

Recorde de financiamento imobiliário com recursos da poupança em março


As operações de crédito imobiliário com recursos da poupança atingiram R$ 4,1 bilhões em março, registrando o melhor resultado para esse mês da série histórica, iniciada em 1967, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira pela Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

O montante superou em 37,7% os R$ 3,0 bilhões registrados em fevereiro e em mais de 82% os R$ 2,3 bilhões contratados no mesmo mês do ano passado.

No acumulado do primeiro trimestre, as contratações somaram R$ 9,98 bilhões, batendo novo recorde para o período, com crescimento de 70% no comparativo com igual intervalo em 2009.

Em março, 28.912 unidades foram financiadas, com alta de 17% sobre fevereiro e de 34,8% no confronto com o mesmo mês no ano passado. No primeiro trimestre (76.539 imóveis), houve aumento de 38%.

O resultado reforça a estimativa da Abecip de que 2010 registrará um novo recorde nas operações de crédito imobiliário realizadas pelos agentes do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), totalizando cerca de R$ 50 bilhões no ano. Isso representaria um crescimento de 47% sobre o valor (R$ 34 bilhões) contabilizado em 2009.

Cuidados jurídicos que devem ser tomados na compra de um imóvel

A aquisição de imóvel é sempre um momento especial, seja pelo significado de conquista que está implícito no ato, seja pela complexidade quanto à definição de qual imóvel comprar e a segurança jurídica do negócio entabulado.

Tratarei aqui, ainda que em linhas gerais, sobre as cautelas jurídicas que devemos ter ao adquirir um imóvel. Partiremos do princípio de que a escolha do imóvel já está definida – resta, assim, a análise jurídica da aquisição.

Tratando-se de imóvel pronto, novo ou usado, cabe analisar a sua situação perante o Registro Imobiliário e perante o cadastro municipal de contribuintes (IPTU). Vale destacar: não basta ter um contrato particular, um termo de quitação ou escritura definitiva. É fundamental que o registro do respectivo título esteja constando no Registro de Imóveis competente.

O registro do título aquisitivo (ou seja, do contrato particular, do instrumento público de escritura definitiva; do formal de partilha, da carta de adjudicação ou de outro título que implique na transferência do domínio para outrem) é essencial para que essa aquisição faça força perante terceiros, e não apenas entre as partes contratantes.

Ao analisar o título aquisitivo e a certidão de matrícula expedida pelo Registro de Imóveis competente, podemos confirmar os dados do imóvel (descrição, dimensões, dados cadastrais), quem são os atuais titulares e a existência ou não de ônus ou encargos sobre o imóvel. Com as informações cadastrais obtidas junto à municipalidade, é possível saber se há alguma pendência de caráter tributário-fiscal sobre o bem.

Com tais documentos é possível avaliar a situação formal do imóvel e também a sua situação fiscal perante a prefeitura, inclusive quanto à regularidade das obras erigidas no local.

Por vezes, a situação documental do imóvel não corresponde à sua situação real, merecendo, assim, providências como a retificação de área, a instauração de uma ação de usucapião para acrescer ao imóvel determinada área que estava sob a posse do vendedor por determinado tempo; ou ainda a anotação de eventual servidão que recaia sobre o imóvel.

Aliás, cabe observar que as servidões, isto é, passagens públicas abertas em uma propriedade particular, devem ser devidamente descritas e anotadas na matrícula do imóvel. No entanto, o exercício desse direito há de ocorrer de forma menos onerosa para quem concede a servidão. Por exemplo, uma servidão de passagem a um imóvel encravado (cercado por outras propriedades, sem acesso à vias públicas) não dá ao beneficiário o direito de cercar a área correspondente a essa passagem pois, assim, estaria tomando para si parte do imóvel do concedente.

Enfim, encontrando-se em perfeita ordem a documentação relativa ao imóvel, cabe a partir de então analisar o vendedor, especialmente a sua situação econômica- financeira, de modo a constatar o grau de segurança jurídica dessa aquisição.
Para tanto, várias são as certidões que devem ser obtidas em relação aos proprietários-vendedores do imóvel, bem como daqueles que figuraram, nos últimos dez anos, como seus antecessores.
Essas certidões devem demonstrar a inexistência de demandas que possam caracterizar que a venda do imóvel esteja sendo feita em fraude a credores. A análise deve ser criteriosa e, para cada caso, há cautelas específicas a serem tomadas.

Nesse sentido, além das certidões forenses de distribuidores cíveis (estaduais e federais), criminais, executivos fiscais; de feitos trabalhistas, de protesto de títulos e certidões negativas de contribuições previdenciárias e tributos administrados pela Receita Federal (INSS e Receita Federal/Procuradoria da República), deve também o comprador atentar para a situação do imóvel em relação ao rateio das despesas condominiais, de modo a que não venha a assumir dívida do antecessor.

Destacamos a conveniência de analisarmos, também, as sociedades nas quais o vendedor eventualmente participe (ou tenha participado, pelo menos nos últimos dois anos) como sócio ou diretor, tendo em vista que, em determinadas situações, pode haver a desconsideração da personalidade jurídica dessa sociedade e então, o eventual litígio provocar consequências no patrimônio pessoal dos sócios e/ou diretores.

Fonte: UOL

Apartamento em Miramar para venda


Belíssimo apartamento com vista para o mar, nascente. Novo!!

valor R$ 540.000,00

Sala(s): 3 com ampla varanda
Quarto(s): 4 sendo 1 suíte master
Banheiro(s): 1 ´
Cozinha(s): 1 com despensa
Dep. de Empregada: 1
Vaga(s) na garagem: 2 com depósito
Área de Serviço: Sim
Closet: Sim
Piscina: 1
Sauna: Sim
Salão de Festa: Sim
Monitoramento 24 hs

Paraíba receberá R$ 1 bilhão para casa própria até o final deste ano

A Caixa Econômica Federal na Paraíba espera fechar o ano de 2010 com até R$ 1 bilhão em financiamentos habitacionais, com crescimento de 100% sobre os R$ 499 milhões do ano passado. De acordo com o gerente regional de habitação da instituição, João Alves, o Programa Minha Casa, Minha Vida e os imóveis de até R$ 130 mil devem puxar a demanda por contratação.

Segundo João Alves, a projeção de R$ 1 bilhão é em um cenário positivo para o setor na Paraíba. “Na pior das hipóteses, estimamos R$ 800 milhões em financiamentos habitacionais, mas como a força do programa Minha Casa, Minha Vida será neste ano, principalmente por causa da aceleração dos projetos, nossa aposta é alta”.

O principal programa habitacional do governo federal deve ser responsável por, no mínimo, 50% dos valores a serem contratados. O primeiro quadrimestre do ano deve ser fechado com a contratação de R$ 270 milhões em 6,2 mil unidades habitacionais, entre negócios firmados no balcão e intermediados pelo setor público.

Conforme João Alves, a classe média deve ser a maior responsável pelo crescimento do setor habitacional, com a aquisição de imóveis de até R$ 130 mil. Em 2008, os valores de contratações habitacionais foram de R$ 279 milhões, havendo um crescimento de 80% de 2008 para 2009. Segundo a assessoria de comunicação da Caixa Econômica Federal, o setor da construção civil criou mais de 35 mil postos de trabalho no estado em 2009, com uma significativa contribuição da Caixa, responsável por aproximadamente 80% de todos os financiamentos imobiliários feitos na Paraíba.

Brasil - Em âmbito nacional, a expectativa da Caixa é alcançar os R$ 60 bilhões em financiamentos habitacionais. No primeiro trimestre, a instituição já destinou R$ 17 bilhões para o setor, recorde para o período e 112,50% superior aos R$ 8 bilhões do primeiro trimestre do ano passado.

Conforme o superintendente nacional de marketing e comunicação da Caixa, Clauir Luiz Santos, os valores podem até passar dos R$ 60 bilhões. “Foram R$ 17 bilhões em três meses, considerando que em fevereiro teve o carnaval e, nesse ritmo, vai ser bem mais que R$ 60 bilhões”. Ele destaca que o orçamento do banco estatal para o setor era de R$ 50 bilhões para este ano, depois de um resultado de R$ 47 bilhões em financiamentos em 2009.

A principal demanda para o financiamento da casa própria no primeiro trimestre veio da classe média, que correspondeu a R$ 10 bilhões dos R$ 17 bilhões concedidos. O restante se dividiu entre a baixa renda e os recursos destinados ao Minha Casa, Minha Vida. “A classe média faz avançar a construção civil no país, o que provavelmente tem a ver com o aumento da renda e o crescimento da oferta. É um fenômeno”, afirma Clauir Luiz Santos.

4.427 unidades do Minha Casa - A Caixa Econômica Federal financiou no primeiro ano do Programa Minha Casa, Minha Vida 408.674 imóveis, com investimentos da ordem de R$ 22,8 bilhões. Somente no primeiro trimestre de 2010 foram contratadas 133.146 novas moradias pelo programa. Este resultado representa o maior volume de unidades habitacionais novas financiadas dos últimos vinte anos no período. Em 2009, o PMCMV foi responsável por 45,7% do total de novas unidades habitacionais financiadas por todas as entidades integrantes do Sistema Financeiro de Habitação. Na Paraíba foram financiadas 4.427 unidades habitacionais, totalizando R$ 259.576.728,00.

O banco recebeu 813.719 propostas de 2044 construtoras desde o lançamento do programa até a primeira quinzena de abril. Desse número, 480.668 são destinadas às famílias com renda de zero a três salários mínimos, público-alvo do MCMV, representando 120% da meta estipulada. Para essas famílias, 203.997 propostas já foram contratadas. Já para as famílias com renda de três a seis salários mínimos foram 167.368 contratações de moradias.

O programa, lançado em abril de 2009 pelo governo federal, tem como objetivo implementar o Plano Nacional de Habitação, construir um milhão de moradias, aumentar o acesso das famílias de baixa renda à casa própria e gerar emprego e renda por meio do aumento do investimento na construção civil. No mês passado foi lançado o PAC2, que prevê investimentos para construção de dois milhões de novas moradias.

Thadeu Rodrigues (Correio da Paraíba)

Formas de pagamento para o imóvel em construção


O consumidor deve estar atento às parcelas: quando o contrato tiver prazo superior a três anos, elas sofrerão reajustes todos os meses.

Além das cautelas relativas à regularidade e à segurança jurídica da aquisição de um imóvel, deve o comprador dedicar muita atenção para a leitura e compreensão do contrato que está firmando com o vendedor.

Nos comentários de hoje, vamos abordar especificamente a questão do preço e as formas de pagamento de imóvel em fase de construção. Vejamos.

Vamos considerar uma incorporação a preço fechado, ou seja, aquela em que o vendedor (incorporador) estabelece o preço do imóvel e se obriga a entregar a unidade, dentro de um determinado prazo e nas condições de acabamento apontadas no contrato ao comprador, por um preço previamente ajustado entre as partes. Nesta hipótese, o preço deve ser informado com clareza, em moeda corrente nacional (R$) e não pode estar vinculado, de forma alguma, a moeda estrangeira e nem a salário mínimo.

Estando previsto o pagamento parcelado, usualmente as partes acordam corrigir o saldo devedor, e as parcelas do preço, conforme a variação de índices de correção monetária, como por exemplo, IGP-M/FGV, INPC/IBGE, IPC/FIPE, INCC/FGV ou ainda, a T.R.. No mercado imobiliário, o que mais se vê nos contratos é a utilização do INCC/FGV (índice nacional do custo da construção, editado pela Fundação Getúlio Vargas); do IGP-M/FGV (índice geral de preços do mercado, também editado pela Fundação Getúlio Vargas) e da T.R. (taxa referencial).

Cabe destacar que desde a edição do Plano Real, está proibida a aplicação da correção monetária em prazo inferior a 12 (doze) meses. Assim, um contrato que tenha, por exemplo, um prazo de pagamento do preço do imóvel de 24 (vinte e quatro) meses, as doze primeiras parcelas terão o mesmo valor (fixo); na 13ª parcela aplica-se a correção monetária relativa ao período dos doze meses anteriores e “congela-se” novamente até o 24º e último mês previsto no contrato para pagamento do preço.

No entanto, há um dispositivo legal que autoriza a cobrança da correção monetária em período inferior a doze meses; ou seja, permite-se a aplicação da correção monetária mensal desde que o contrato de compra e venda de imóvel seja superior a três anos.

Portanto, na hipótese acima (contrato com prazo superior a três anos), o comprador deve atentar para o fato de que as parcelas sofrerão reajustes todos os meses, o que invariavelmente, não é o que ocorre com a maioria dos trabalhadores brasileiros.

Ainda que estejamos passando por períodos com baixos índices de inflação, podemos verificar uma inflação calculada pelo INCC na ordem de 4% a 5% ao ano, que se projetada para um período de três verificamos um aumento no valor da prestação de aproximadamente 15% (quinze por cento). Portanto, o comprador deve atentar-se para assumir uma prestação em valor onde ele tenha certa margem de “gordura” para que, se sua remuneração não acompanhar a correção monetária, ainda assim, terá ele condições de honrar o contrato e não se tornar um inadimplente.

Outra situação merece cautela: os contratos onde há pagamento do preço após a conclusão das obras (e, portanto, após a transmissão da posse do imóvel ao comprador). Nesta hipótese, sobre o valor das parcelas desse saldo devedor serão também acrescidos os juros do financiamento que, usualmente, se contratados diretamente com a incorporadora vendedora, são de 12% (doze por cento) ao ano.

A demonstrar a majoração no valor das prestações, consideremos uma aquisição onde o preço seja pago em 72 parcelas mensais, iguais e sucessivas e que, o prazo de obra seja de 36 meses. Significa dizer que, a princípio, ao final do 36º mês o imóvel estará 50% quitado.

Entretanto, vale lembrar que sobre as parcelas que se vencem a partir do 36º mês (e, portanto, após a conclusão das obras), haverá a incidência dos juros de 1% ao mês (adotando a taxa de juros usualmente praticada pelas incorporadoras).

Ora, além da variação apurada em decorrência da correção monetária (que no nosso exemplo podemos adotar, aproximadamente, 15%), haverá também, sobre o valor inicial da parcela, a incidência de mais 19% a título de juros.

Portanto, três anos após a assinatura do contrato, o valor da parcela de número 37 será, aproximadamente, 34% mais alto.

Quanto ao sistema de amortização dos juros do financiamento, o mercado imobiliário adota, na maioria das vezes, um dos seguintes sistemas, a saber: o sistema da Tabela Price (TP) – onde as parcelas possuem o mesmo valor por todo o período do financiamento, sendo que na evolução do pagamento das parcelas, tem-se que inicialmente paga-se mais juros e menos amortização do valor principal do financiamento e no final, amortiza-se mais o valor do financiamento e paga-se menos juros; e o Sistema de Amortização Constante (SAC), onde em todas as parcelas há o pagamento do mesmo valor a título de amortização e, no decorrer do tempo, o que se altera é o montante do valor pago a título de juros. No sistema SAC, o valor da parcela inicial é maior e vai declinando na medida em que se os pagamentos ocorrem.

Por fim, ressaltamos que é obrigação do incorporador informar, com clareza, o preço do imóvel, o valor das prestações (com e sem juros) e, também, de outros encargos, como por exemplo, do seguro habitacional.

Em outra oportunidade, trataremos das aquisições onde parte do preço seja paga mediante financiamento obtido junto a entidades de crédito imobiliário.

(A informação aqui prestada não tem o objetivo de responder a consultas jurídicas específicas que, por sua vez, deverão ser respondidas por profissional de confiança do interessado.)

Fonte: UOL

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Previsão de liberação de crédito habitacional pela CEF poderá passar de 60 bi, ainda neste ano


O volume de financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal deverá bater recorde em 2010, podendo ultrapassar R$ 60 bilhões. Se a expectativa do superintendente de marketing e comunicação da instituição, Clauir Luiz Santos, se confirmar, representará alta de 22% em relação aos R$ 47 bilhões financiados no ano passado.

Segundo Santos, somente de janeiro a março já foram registrados R$ 17 bilhões em financiamentos, recorde para um primeiro trimestre. O valor supera em muito os cerca de R$ 8 bilhões registrados em igual período do ano passado. Ele falou com jornalistas, ontem, após lançamento de projetos culturais da Caixa.

Antes, em entrevista coletiva, a presidente do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho, disse que é esperada procura também recorde no Feirão da Caixa, que será realizado a partir do dia 13 de maio, em São Paulo, e uma semana depois no Rio de Janeiro.

"Já estamos com aumento da demanda no simulador habitacional muito significativo", disse Maria Fernanda, informando que foram feitos 18,8 milhões de simulações de financiamento em março, já na expectativa da realização do feirão, que será o sexto promovido pela instituição.

Novos imóveis. "Isso demonstra a dinâmica desse mercado. Esperamos muitos novos imóveis destinados à baixa renda", afirmou a presidente da Caixa. Segundo ela, o destaque do feirão deverá estar vinculado aos lançamentos do programa Minha Casa, Minha Vida.

Maria Fernanda disse que o aumento nos custos da construção ainda não preocupa. O último Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em convênio com a Caixa, apontou uma variação de 0,76% em março, bem acima da taxa de 0,43% em fevereiro. Segundo a executiva, "há uma sazonalidade" no índice, que foi pressionado sobretudo pelos aumentos da mão de obra. "Até o momento não estamos verificando nada que tenha impacto no preço final das unidades", afirmou.

Seguro. Maria Fernanda confirmou também que a Caixa vai atuar no segmento de seguro- saúde. Segundo ela, até o fim deste ano a instituição deverá concluir os estudos em curso e passar a atuar nesse segmento. O projeto está sendo formatado com a Caixa Seguros e "inclui a prospecção de possíveis parcerias".

De acordo com a executiva, "é muito mais provável" que a Caixa decida atuar com parcerias nessa área do que sozinha. "Estamos definindo também o perfil (do produto e do público) e os segmentos nos quais vamos atuar", explicou.

Segundo ela, a Caixa decidiu iniciar os estudos para atuação na área de seguro-saúde porque "é um mercado importante e há demanda de empresas".

Atualmente, o principal segmento de atuação da Caixa Seguros é o setor habitacional, no qual detém 70% do mercado. No seguro-saúde, a instituição terá como principais concorrentes a Bradesco Saúde e a Sul América, as duas maiores empresas do setor, além das operadoras de planos de saúde.

Balanço

R$ 17 bilhões
foi o total financiado este ano de janeiro a março, recorde para um primeiro trimestre

R$ 8 bilhões
foi o investido no primeiro trimestre do ano passado

18,8 milhões
de simulações de financiamento foram feitas em março, já na expectativa da realização do
Feirão da Caixa. O feirão começa no dia 13 de maio em São Paulo e, uma semana depois, no
Rio de Janeiro

Fonte: Estadão

Editora Abril lança “Minha Casa”, de olho no aquecimento do mercado imobiliário

A Editora Abril anuncia o lançamento de MINHA CASA, publicação mensal do segmento de decoração que chega às bancas em 27 de abril. A iniciativa é um reflexo visível do aquecimento do mercado imobiliário brasileiro que, segundo o Sindicato de Habitação de São Paulo, já trabalha com uma margem de crescimento de 10% a 15% em 2010. De acordo com o diretor do Núcleo Casa & Construção, Kaíke Nanne, “o mercado imobiliário vive um ótimo momento, com expectativa de crescimento considerável e por esta razão a Editora Abril está apostando neste novo título para esse setor”.

A queda das taxas de juros e a volta do crédito geraram a retomada do mercado imobiliário após a crise. Outro fator relevante é a demanda da população, que foi em busca da casa própria com a ajuda do governo federal, por meio do plano habitacional Minha Casa, Minha Vida. Segundo Nanne, MINHA CASA completa o leque de títulos da Abril que apresenta tendências em decoração de uma maneira dinâmica, atual e agora, ainda mais abrangente: “Iremos atender toda a esfera de consumidores desta nova classe média, hoje mais encorpada com a população beneficiada pelas iniciativas governamentais e com poder de compra representativo”, explica.

Com o slogan Decoração, reforma e construção ao seu alcance, trata-se da primeira publicação do segmento focada em um consumidor emergente: a nova classe média brasileira. Além disso, também busca homens e mulheres com repertório A e bolso B/C, ou seja, um público jovem e descolado que acabou de sair da casa dos pais — ou de adquirir um imóvel — e que por isso precisa decorar a moradia de forma mais econômica, mas sem abrir mão do bom gosto.

MINHA CASA traz reportagens sobre várias reformas de ambientes, com antes e depois e orçamentos detalhados; como criar espaços bonitos com móveis e objetos mais em conta; orientações para quem vai comprar ou construir o primeiro imóvel; como organizar melhor os espaços e aproveitar todos os cantos — tudo aplicável para casas e apartamentos compactos. Um dos destaques é a seção Minha Casa Renovada, na qual os leitores poderão transformar um ambiente de sua casa, com projeto idealizado pela revista e patrocinadores.

A nova revista da Editora Abril já conta com a participação de grandes anunciantes em seus espaços mais nobres, como: Bradesco, Deca, Cônsul, New, Itaú e CAIXA, entre outros.

Portal VGV

Venda de imóveis nunca esteve tão aquecida como nesse ano


A explicação está nos financiamentos com prazos maiores, juros menores e facilitados por programas de habitação.
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Comprar a casa própria está mais fácil. A maior prova disso é que a venda de imóveis novos praticamente dobrou em um ano no estado de São Paulo. Os apartamentos mais vendidos são os pequenos, de dois quartos.

A explicação é os prazos mais longos e a variedade de opções de financiamentos. Já é possível usar o fundo de garantia para dar lances em consórcio de imóveis e os pais podem usar o FGTS para os filhos. Por causa dessas facilidades, poucas vezes o mercado imobiliário esteve tão aquecido no país.

Daqui a um ano, o vigilante José Nilson vai se mudar para um apartamento novo, de 57 metros quadrados, que está comprando na planta. O preço: R$ 112 mil, financiados em muitas, porém suaves prestações.

"Eu pago praticamente no aluguel isso. É melhor pagar uma coisa para a gente mesmo, porque futuramente é meu”, diz o vigilante José Nilson.

Uma pesquisa feita pelo Sindicato da Habitação de Cidade de São Paulo mostrou que, em fevereiro foram vendidos 2.858 imóveis novos na capital do estado. Quase 90% a mais que em janeiro e mais de 80% acima de fevereiro do ano passado.

É o melhor início de ano desde 2004. A explicação está nos financiamentos com prazos maiores, juros menores e facilitados por programas de habitação.

"A renda real está crescendo, a segurança no emprego é muito maior e a geração de emprego formal também. Eu tenho a impressão que o mercado imobiliário conseguiu desenvolver produtos que caibam no bolso do consumidor", aponta o economista-chefe do Secovi-SP Celso Petrucci.

Um banheiro, cozinha, dois quarto e sala. Essa é a planta que mais tem sido procurada. No mês de fevereiro, quase metade dos apartamentos vendidos em São Paulo eram de no máximo 65 metros quadrados. Não é muito grande. O que encanta os compradores e ajuda a fechar o negócio é o tamanho da prestação que cabe no bolso.

"Um cliente que ganha R$ 1,2 mil, R$ 1,4 mil, consegue comprar o imóvel sem precisar deixar de fazer as outras coisas", avisa o gerente de vendas Bruno Rosati.

O gerente de vendas de uma construtora de imóveis populares comemora a chegada de novos clientes como Rudnelli e Adjair. Eles são casados há 13 anos. Já tentaram comprar um imóvel, mas nunca haviam conseguido um financiamento.

"Não tinha como dar a entrada que eles", lembra Rudneli Silva. Agora conseguiram.

Mas não se apressaram. Tomaram todos os cuidados que aprenderam nos anos de pesquisa. Primeiro escolheram a região em que queriam viver. Depois, o tipo de imóvel: um apartamento novo. Visitaram vários antes de escolher, investigaram a construtora para ter certeza de que era confiável. Usaram Fundo de Garantia e as economias, mas guardaram um dinheiro para os impostos. Fizeram as contas com cuidado para escolher o prazo do financiamento e o valor da prestação.

Até 2005, o prazo médio de financiamento da casa própria girava em torno de 12 anos. Hoje, os financiamentos são feitos em até 30 anos e o comprador pode financiar todo o valor do imóvel. A estabilidade econômica a inflação baixa que permitiram esse cenário.

Fonte: Bom Dia Brasil

Ampliação do “Minha Casa, Minha Vida” para a Paraíba

A ampliação de recursos públicos para o desenvolvimento de programas habitacionais e o aumento do acesso à rede de esgotamento sanitários nos municípios estão entre as oito propostas aprovadas, neste sábado (17), na 4ª Conferência Estadual das Cidades, e que serão levadas à Conferência Nacional, em Brasília. O evento – que começou na sexta-feira (16) – ocorreu no Cine Banguê do Espaço Cultural, em João Pessoa. Também foram escolhidos os 48 delegados que representarão a Paraíba na plenária nacional.

Os 550 delegados, que compareceram a 4ª Conferência Estadual das Cidades, elegeram a ampliação do programa “Minha Casa, Minha Vida” para a população de baixa renda e desburocratização dos processo de seleção das famílias contempladas no programa.

Entre as oito propostas que serão levadas à Brasilia, na Conferência Nacional, os delegados da Paraíba vão cobrar ao governo federal, estados e municípios a execução de políticas para ampliar serviços de fornecimento de energia elétrica e água tratada nos municípios, além da coleta e tratamento de resíduos sólidos. Na 4ª Conferência Estadual das Cidades foram analisadas mais de mil propostas para serem retiradas apenas oito.

O acompanhamento de programas do Ministério das Cidades e a liberação de verbas para a criação de conselhos das cidades também estão na relação de reivindicações da Paraíba.

As propostas que serão levadas a Brasília e mais 12 sugestões de ações para o desenvolvimento urbano da Paraíba serão enviadas ao Governo do Estado para que elas possam nortear as políticas públicas nas zonas urbanos dos 223 municípios paraibanos.

O superintendente do Insituto de Desenvolvimento Municipal e Estadual (Ideme), Achilles Leal Filho, concluiu que a 4ª Conferência Estadual das Cidades cumpriu o objetivo principal: elencar propostas para a melhoria da qualidade de vida do povo paraibano.

“A Conferência Estadual foi bastante positiva. Tudo que foi feito ocorreu de forma democrática. Cada delegado, que representou seu município, apresentou as necessidades locais e deu sugestões para o desenvolvimento de políticas públicas”, avaliou Achilles Leal, que é o coordenador estadual do evento.

A avaliação positiva da Conferência Estadual também foi feita pelos delegados que representaram os 140 municípios. O sociólogo Ceciliano Gomes – que representou o município de Cubati – afirmou que as plenárias são espaços onde a população tem vez e voto. “É um local democrático. Todos podem opinar na criação de políticas públicas”, declarou. Já a representante do Movimento pela Moraria (MPM) Fabíola de Oliveira acredita que as propostas elaboradas pela Paraíba, na Conferência Estadual, serão aceitas na plenária nacional, em Brasília.

“O que nós defendemos na Paraíba, com certeza, será aprovado em nível nacional porque todos querem moradias dignas, com água encanada, luz, ruas pavimentadas e esgotamento sanitário”, disse.

A 4ª Conferência Estadual teve como lema ‘Cidade para todos e todas com gestão democrática, participativa e controle social’. O tema será ‘Avanços, dificuldades e desafios na implementação da política de desenvolvimento urbano’.
Da Secom-PB
Portal Correio

Preços dos imóveis disparam nas capitais

Especialistas apontam cidades em que preços estão mais caros.
Ganhos tornam mercado imobiliário um investimento atraente.

Ligia Guimarães Do G1, em São Paulo

A aeroviária Lisa Lima, 34 anos, comprou há dois anos um apartamento na planta no bairro dos Jardins, em São Paulo. Vendeu o imóvel este mês, quando recebeu as chaves, e comemora o bom negócio: ganhou na venda R$ 150 mil a mais sobre o valor da compra, valorização de 73%.

“Eu tinha comprado porque eu morava em frente com o meu filho e queria que a minha mãe morasse nele. Daí quando eu vi que tinha valorizado bastante, resolvi revender. E acabou que com o dinheiro dessa revenda eu já comprei outro, na Barra Funda. Nenhuma outra aplicação me daria um retorno tão bom”, comemora ela, que já pensa em juntar amigos para voltar a investir em imóveis.
Lisa LimaLisa Lima revendeu apartamento nos Jardins antes mesmo do fim nas obras no prédio.

No Rio de Janeiro, uma história similar: espanhol radicado no estado há 55 anos, José Moleón comprou em 2008 um apartamento na Rua Senador Dantas, centro da capital fluminense. Reformou o imóvel, morou nele por alguns meses e, há dois, vendeu o mesmo com sobrevalorização de 100%. “O mercado nunca esteve tão interessante como agora”, diz Moleón, com a experiência de quem vive de comprar e vender imóveis há mais de 40 anos.

Relatos semelhantes ao de Lisa e José estão cada vez mais frequentes: a expansão do crédito, o aumento da demanda e subsídios como o programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal, estimulam a valorização de imóveis em todo o país. Segundo especialistas e entidades ligadas ao setor de imóveis consultados pelo G1, a aceleração dos valores e os preços mais altos se destacam em algumas regiões: além de São Paulo e Rio, Porto Alegre, Brasília, Recife, Fortaleza e Curitiba estão entre as mais fortes.



“Sempre houve épocas em que o mercado (imobiliário) de uma região estava mais valorizado que outros por algum motivo. O fenômeno dessa vez é que é justamente algo generalizado”, diz a consultora de mercado imobiliário da Fundação Getúlio Vargas, Ana Maria Castelo, que vê o início de um movimento da volta do pequeno investidor ao mercado de imóveis.

Juro, crédito e pressão dos acionistas
A expansão do crédito no Brasil tornou o sonho da casa própria mais acessível para muito mais pessoas, aumentou a procura por imóveis e abriu o apetite das construtoras para novos lançamentos. Segundo números do Banco Central, o volume de crédito concedido nos dois primeiros meses de 2010 somou mais de R$ 181 bilhões, 47% a mais que no mesmo período do ano passado.

“Ocorreu uma série de novas situações favoráveis ao comprador, como a fartura de crédito imobiliário, novas linhas de financiamento de até 30 anos e prestações mais reduzidas, que começam a caber no orçamento de uma quantidade maior de famílias”, diz Luiz Paulo Pompéia, da Embraesp.

Além disso, muitas construtoras estrearam recentemente no mercado de ações, como a Gafisa, a Rossi e a MRV. Com o caixa mais cheio de dinheiro obtido nas ofertas de ações, elas passam a lidar também com a cobrança dos acionistas e do mercado por bons resultados, o que estimula a ousadia para buscar novos mercados e projetos.

“A abertura do capital de um grupo grande de empresas fez com que elas se deslocassem desse eixo sudeste e buscassem outros mercados como o nordeste e o norte. Elas estão com dinheiro e pressionadas para mostrar resultado”, diz a consultora Ana Maria Castelo, da FGV".

Influências regionais
Além dos fatores que favorecem o aquecimento do mercado imobiliário nacional, muitas regiões sobrevalorizadas têm peculiaridades, como o Rio.

No Rio de Janeiro, o valor para venda de um imóvel de dois quartos em Copacabana subiu 220,45% entre 2000 e 2009, segundo dados do Centro de Pesquisa e Análise da Informação do Sindicato da Habitação do Rio. No mesmo período, o preço do mesmo perfil de imóvel para locação subiu 137,04%.

Em janeiro de 2010, comprar um apartamento de um quarto no mesmo bairro estava 48% mais caro do que no mesmo mês do ano passado.

“No Rio, hoje já se vive uma expectativa bastante favorável em relação à Copa e às Olimpíadas. Toda a infraestrutura que o governo vai fazer para esses eventos de alguma forma já valoriza os empreendimentos existentes na região e os novos”, diz o vice-presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis (Abadi) Fernando Schneider.

Entre os futuros empreendimentos que impulsionam a valorização de imóveis, ele destaca o anel rodoviário, metrô para a Barra da Tijuca, as melhorias na Linha 2 do metrô, a revitalização da Zona Portuária e os projetos de segurança, como Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) implementadas nas comunidades.

“Só de anunciar a construção de um projeto já valoriza (a região)”, diz Schneider.

Bairro caro
Em Brasília, a origem dos picos de valorização imobiliária – que chegam a 50% em cerca de um ano - também tem a influência de um empreendimento: o setor Noroeste, novo bairro que está sendo construído nos limites do Plano Piloto destinado às classes A e B e cuja venda de terrenos é gerenciada pela empresa pública Terracap.

“É um bairro diferenciado, um bairro novo, e o preço das projeções do lote já saiu elevado. Esses lotes são bastante cobiçados e disputados pelas empreendedoras e acaba virando uma espécie de leilão, quem dá mais leva. Então ele já sai com um preço elevado”, diz José Geraldo da Silva, do Sindicato dos Gestores e Técnicos Corretores de Imóveis do Distrito Federal.

“Na minha opinião, vai chegar um ponto em que o mercado é que vai dar uma disciplinada nessa confusão toda, mas não dá para saber quando isso vai ocorrer”, diz.

São Paulo
Na capital paulista, a escassez de terrenos também estimula um clima de “leilão” entre as grandes construtoras e incorporadoras, que disputam os melhores espaços e elevam fortemente o custo de novos lançamentos.

“O grande fator que produz esse acréscimo de valor de imóvel é de termos um zoneamento muito restritivo. Ao adquirir um terreno a sua capacidade de construção é relativamente pequena, o que encarece os empreendimentos”, diz Flávio Prando, vice-presidente de Habitação do Secovi-SP.

No Morumbi, segundo a Fernandez Mera Negócios Imobiliários, o preço do metro quadrado saltou de R$ 2.800 para R$ 3.700 em dois anos. "E é um bairro onde há bastante oferta", diz Sérgio Canton, da Fernandez Mera. Em cinco anos, o preço mais que dobrou no Morumbi e em Campo Belo. Há valorização também em bairros industriais que começam a ser usados para habitação, como a Vila Leopoldina e a Mooca.

“Eu acredito que, do ponto de vista de habitação, estamos chegando muito próximo ao limite de preço, que aumentou nos últimos anos”, explica Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp). "Mas a tendência é de que o mercado se estabilize nesses valores ainda por um tempo maior", diz.
Fonte: G1

Vendas de imóveis em SP crescem 90% e atingem o melhor resultado desde 2004

SÃO PAULO – Com 2.858 unidades vendidas, fevereiro registrou recorde em comercializações de imóveis na cidade de São Paulo. O crescimento frente a janeiro foi de 89,5% - o melhor resultado para o mês desde 2004, revela pesquisa realizada pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o aumento foi de 83,7%. Segundo o levantamento, enquanto no ano passado apenas 7,7% dos imóveis ofertados na capital paulista foram comercializados no segundo mês de 2009, em fevereiro deste ano, o indicador VSO (Vendas sobre Oferta) atingiu 21,1% - ou seja, de cada mil imóveis residenciais em oferta, 211 foram vendidos, também o melhor fevereiro desde 2004.

De acordo com o Secovi-SP, o VGV (Valor Global das Vendas) em fevereiro alcançou R$ 915,1 milhões, um aumento de 55,9% frente ao valor verificado em janeiro deste ano, quando as vendas de imóveis novos movimentaram R$ 586,9 milhões. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, o incremento foi de 157,7%.

Preferências e lançamentos

Os imóveis de dois dormitórios responderam por 46,4% do total, com 1.327 unidades vendidas. Na sequência, vêm os imóveis com três quartos, que representaram 29,3%, e de quatro dormitórios, que corresponderam a 17,2% do total de imóveis novos vendidos na capital paulista.

O número de lançamentos residenciais na cidade de São Paulo em fevereiro deste ano totalizou 1.644 unidades, um acréscimo de 178,6% na comparação com janeiro e 35,8% maior que o volume de fevereiro de 2010, segundo levantamento da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio).

Primeiro bimestre

Considerando o primeiro bimestre deste ano, houve alta de 63,6% nas vendas de imóveis novos em São Paulo frente ao mesmo período do ano passado. Ao todo, foram vendidas 4.366 unidades, contra 2.669 verificadas entre janeiro e fevereiro de 2009.

O VSO também foi maior no período frente ao ano passado. Entre janeiro e fevereiro, 16,2% dos imóveis ofertados foram comercializados, contra 6,6% registrados em 2009.

Considerando os lançamentos, 2.234 unidades foram entraram no mercado no primeiro bimestre, um aumento de 40,2% sobre a produção do mesmo período do ano passado, quando foram lançados 1.593 imóveis.
Fonte:MSM

Aumenta procura por consórcio imobiliário

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Consórcios decolaram beneficiados pelo aumento da renda do trabalhador, especialmente daquele que quer fugir dos juros altos dos financiamentos.

Marlon e a mulher pretendem comprar o apartamento onde moram como inquilinos.

“Acho que logo, logo, a gente vai poder dormir em uma noite e acordar na outra como proprietário”, espera o gerente comercial Marlon Tomanini.


Dinheiro para isso eles já têm. Marlon entrou em um consórcio. No mês passado, deu um lance e foi contemplado com uma carta de crédito de R$ 350 mil.

“Já está tudo montado, estou tranquilo aqui. É mais fácil, mais econômico, só vou cuidar das prestações do consórcio”, aponta Marlon.

O sistema de consórcios no país começou 2010 com um salto. Em janeiro e fevereiro, o volume de negócios atingiu R$ 8,6 bilhões - 43,3% a mais que no primeiro bimestre de 2009. Quem liderou esse boom foram os consórcios de imóveis, que registraram alta de 46,4%. Os de veículos cresceram 38,7%.

Já são 3,8 milhões de consorciados no país, 200 mil a mais que no início do ano passado.

Esse é um setor que não tem tido do que reclamar. Nem mesmo no período de crise. Nessa época, o mercado de consórcios virou uma opção para quem queria comprar carro ou apartamento e não encontrava crédito na praça.

Agora, com o reaquecimento da economia, os consórcios decolaram, beneficiados pelo aumento da renda do trabalhador, especialmente daquele que quer fugir dos juros altos dos financiamentos.

O comprador de uma cota em um consórcio paga prestações sem juros, o que torna mais baixo o valor final do veículo ou imóvel. Somada às parcelas corrigidas anualmente, há uma taxa de administração de 0,2% ao mês, em média.

Mas no consórcio, o cliente só consegue a carta de crédito para adquirir o bem se for sorteado ou se der um lance. Para dirigentes do setor, o sistema pode ser comparado à poupança.

“Na poupança, se você fizer os depósitos, tiver disciplina, só vai poder utilizar o valor correspondente à compra de um bem no final do período. No consórcio, você vai participar todos os meses de um sorteio e pode ofertar lances, o que permite abreviar o recebimento do bem que você pretende”, compara o presidente regional da Abac Luiz Fernando Savian.

“Se ele quer dar o lance, quer dar o bem, o ideal é que seria no começo”, aconselha o economista Otto Nogami.

Fonte: Bom Dia Brasil

Bancos privados baixam suas taxas de juros para o financiamento imobiliários

Segundo notícia divulgada no site do Jornal O Globo os bancos Bradesco e Itaú Unibanco anunciaram nova queda de juros nas taxas de finan...