Vendo apartamento em Manaíra


BELO APARTAMENTO!
BEM VENTILADO, NASCENTE SUL.
QUARTOS, COZINHA E ÁREA DE SERVIÇO COM ARMÁRIOS DE EXCELENTE QUALIDADE.
CONDOMÍNIO: R$ 480,00

Área Construída: 146 M²
Sala(s) : 2
Quarto(s) : 3 sendo 3 suítes
Banheiro(s) : 1
Cozinha(s) : 1
Dep. de Empregada : 1
Vaga(s) na garagem : 2
Área de Serviço : Sim
Lavabo : Sim
Mobiliada : Sim
Varanda : Sim
Piscina(s) : 1
Central de Gás : Sim
Sauna : Sim
Salão de Festa : Sim
Quadra : Sim
Gerador : Sim
Mezanino : Sim
Salão de Jogos : Sim
Agende conosco sua visita!

Vendo apartamento novo em Manaíra


APARTAMENTO MARAVILHOSO, BEM VENTILADO, POSIÇÃO SUL/NASCENTE, COMPLETO. ANDAR ALTO.

Valor R$ 800.000,00

Área Construída: 246 M²
Sala(s) : 3
Quarto(s) : 4 sendo Suite(s) : 4
Cozinha(s) : 1
Dep. de Empregada : 1
Vaga(s) na garagem : 3
Área de Serviço : Sim
Lavabo : Sim
Closet : Sim
Varanda : Sim
Piscina(s) : 1
Central de Gás : Sim
Sauna : Sim
Salão de Festa : Sim
Quadra : Sim
Gerador : Sim
Mezanino : Sim
Salão de Jogos : Sim

Vendo apartamento novo em Tambaú


Belíssimo empreendimento com fino acabamento, contendo:

Final 01 e 03 com: Sala para 2 ambientes, varanda, 3 quartos sendo 01 suíte, wc social, cozinha e área de serviço.
Final 02 com: Sala para 2 ambientes, varanda, 2 quartos sendo 01 suíte, wc social, cozinha e área de serviço.

FINAL POSIÇÃO ÁREA ÚTIL
F 01 Sul 80,94m²
F 02 Nascente 73,00m²
F 03 Nasc/Norte 80,09m²

Características gerais:
o Wc(s) masculino e feminino
o Solário
o Sob pilotis
o Semi-subsolo
o Sauna
o Salão de jogos
o Salão de festas
o Sala de ginastica/fitness
o Revestimento Externo
o Piscina
o Interfone
o Hall Social
o Guarita
o Grupo gerador
o Gás encanado
o Elevador
o Bar de apoio
o Área de lazer na cobertura
o Área de Lazer
o Antena coletiva
o Água individual
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Subsídio e valor do imóvel do Minha Casa, Minha Vida vão ser aumentados pelo Governo

O governo federal vai aumentar o teto de valor dos imóveis que poderão ser financiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida. O subsídio dado pelo governo para a compra desses imóveis também será elevado. As mudanças devem valer a partir de 2011.

A informação foi dada nesta terça-feira pelo ministro Paulo Bernardo (Planejamento) após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília. Também participaram do encontro os ministro Guido Mantega (Fazenda) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais) além da presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho.

"Nós achamos que o programa está indo muito bem, com muita certeza de que vamos contratar um milhão de moradias até o final de 2010. E para o ano que vem, [o programa vai vir] com algumas regras um pouco modificadas", disse Bernardo.

"Vai ter aumento de teto [do valor dos imóveis financiados], há o consenso de que precisa aumentar um pouco. Além de algumas medidas para facilitar a construção nas grandes cidades, onde o valor dos terrenos aumentou muito e isso tem dificultado a obtenção de terra para a construção desse tipo de moradia", completou o ministro.

Fora os empreendimentos bancados integralmente pela União, o programa Minha Casa, Minha Vida concede subsídio de até R$ 23 mil para compra de imóveis, dependendo da renda e da cidade onde ele será construído.

A meta do governo é contratar a construção de 1 milhão de casas até o final de 2010 (até agora foram pouco mais de 500 mil unidades) e mais 2 milhões entre 2011 e 2014.

De acordo com Bernardo, a expectativa do governo é definir os valores na próxima semana e enviar já no começo de agosto os projetos de lei com as mudanças para votação no Congresso. O governo pretende aprová-los até o início de 2011.

FÁBIO AMATO DE BRASÍLIA

Fonte: Folha

Investidores trocam ações por imóveis


Não são apenas as famílias que impulsionam as vendas de imóveis. Com a crise internacional, muitos investidores trocaram o mercado financeiro pelos bens imobilizados.

"É uma alternativa que deve ser considerada a longo prazo, com risco bem menor do que a aplicação em ações", afirma o consultor Márcio Nobre, da Nobre Assessoria Empresarial, especializada em investimentos.

Com o mercado de aluguel também em alta, a aquisição de um imóvel com essa finalidade torna-se mais atrativa. Segundo o Creci-SP (conselho de corretores), as vendas de usados no Estado de São Paulo cresceram por quatro meses seguidos, fechando abril com alta de 21,66% em relação a março.

As vendas de imóveis novos na capital subiram 72,4% no primeiro quadrimestre do ano, em relação ao mesmo período de 2009, aponta o Secovi-SP (sindicato do setor).

O aquecimento se estende, ainda que com menor fervor, ao litoral e ao campo, avalia José Augusto Viana, presidente do Creci-SP. "Percebo que a compra de imóveis no litoral é 30% maior do que há três anos", dimensiona.

(MCN)
Fonte: Folha de S.Paulo, 11 de julho de 2010

Caixa prevê liberar financiamento imobiliário em apenas 72 horas a partir de 2011

SÃO PAULO – A contratação de um financiamento imobiliário poderá ser realizada em apenas 72 horas. Segundo a Caixa Econômica Federal, um novo processo deve ser implementado e o novo prazo deve estar em funcionamento até o final do primeiro semestre de 2011.

Atualmente, as operações de crédito imobiliário levam em média 9 dias. Este prazo varia, dependendo da capacidade operacional das agências.

“A redução do prazo de tramitação dos pedidos de financiamentos habitacionais depende fundamentalmente de dois aspectos: inovações no processo, ampliando a automação/informatização e ampliação dos canais de atendimento”, afirmou a CEF.

72 horas

Ainda segundo a instituição, já existe um projeto piloto do modelo operacional de correspondente imobiliário que a CEF pretende implantar. “Acreditamos que, quando estiver totalmente implementado este novo modelo, será possível concluir uma operação de crédito imobiliário em até 72 horas”.

O vice-presidente de governo do banco, Jorge Hereda, prevê o financiamento imobiliário por meio da CEF feche 2010 em R$ 60 bilhões. A declaração foi feita após o fechamento da sexta edição do Feirão da Casa Própria, que movimentou R$ 8,4 bilhões.

Fonte: InfoMoney

Construção vive novo milagre econômico do Brasil



Uma nova onda de investimentos públicos e privados renovou os ânimos da construção civil, que tem batido recordes de produção e emprego mês a mês. Depois de atingirem o fundo do poço na depressão financeira dos anos 80 e 90, agora as construtoras comemoram um novo "milagre econômico", a exemplo do que ocorreu na década 70.

Entre 2003 e 2008, o valor total das obras do setor teve crescimento real (descontada a inflação) de 60% - bem acima dos 26,4% do Produto Interno Bruto (PIB) no período. O forte movimento foi impulsionado especialmente pela retomada das construções para o setor público, cujo avanço foi de 69,5%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os projetos da iniciativa privada, que respondem pela maior parte do volume total de obras (56%), cresceram 54,6%.

Toda cadeia da construção civil representa 9% do PIB total do País (só a construção civil, 5%). Embora na década de 70 essa participação tenha atingido 15%, hoje o volume total de obras é muito maior, afirma o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Simão. "Estamos num momento muito especial. Com o avanço de novos projetos, esperamos um crescimento de 9% no PIB do setor este ano."

O executivo comenta que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma espécie de grife do atual governo que anda mais devagar que o necessário, ajudou a fortalecer o ressurgimento da construção civil, sufocado durante os anos 80 e 90. "Apesar das críticas, o programa foi um indutor do crescimento", afirma a consultora da FGV Projetos, Ana Maria Castelo.

Um exemplo da retomada do setor é a construtora Mendes Júnior, que comandou o milagre econômico na década de 70 e se afundou nas chamadas décadas perdidas. Segundo o vice-presidente de mercados da empresa, Sérgio Cunha Mendes, nos últimos dois anos, o faturamento da companhia quase dobrou.

O mesmo ocorreu com a Galvão. Só em 2009, as receitas da companhia avançaram 106%, de R$ 1 bilhão para algo em torno de R$ 2 bilhões. "O resultado foi influenciado especialmente pelo setor de óleo e gás, que cresceu 130% na empresa", afirma o diretor da Galvão, Guilherme Eustaquio Barbosa.

Entre as líderes do setor - Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez -, o movimento não poderia ser diferente. Entre 2008 e 2009, o faturamento das empresas apresentou um crescimento nominal acima de 60%, segundo ranking da revista O Empreiteiro. "Quase tudo que é investido no País é processado pela construção civil. Então, se a economia cresce, os investimentos ocorrem e o setor se desenvolve", afirma o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Eduardo Zaidan.

Se o desempenho foi bom até agora, o que vem pela frente é ainda mais animador, avaliam os executivos das construtoras. Só os eventos esportivos (Copa do Mundo, de 2014, e Jogos Olímpicos, de 2016) e o Pré-Sal vão exigir investimentos de US$ 339 bilhões, além dos R$ 33 bilhões do trem-bala, entre Rio e São Paulo.

Com base nesses dados, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fez uma projeção (conservadora para os números do setor) de crescimento médio anual de 7% entre 2010 e 2013. O segmento de moradias e construções industriais vai crescer 9% ao ano e a construção pesada, 6%.

As empresas, porém, preveem avançar bem mais. "Nossa previsão é manter um crescimento de 25% ao ano nos próximos 10 anos", afirma Barbosa, da Galvão. No caso da Mendes, o avanço será um pouco menor: entre 10% e 15%. Segundo eles, um dos principais desafios para manter esse ritmo da atividade está na mão de obra especializada, que hoje já é um problema.

Além disso, tradicionalmente o setor é envolvido em irregularidades em processos licitatórios, que paralisam obras. Conforme relatório do Tribunal de Contas da União, em 2009 foram fiscalizadas 211 obras públicas, que podem evitar perdas de R$ 1,3 bilhão para os cofres do Estado. Em 2008, 153 obras foram fiscalizadas, com perdas potenciais de mais de R$ 2 bilhões.

Fonte: Estado de São Paulo

Bancos privados baixam suas taxas de juros para o financiamento imobiliários

Segundo notícia divulgada no site do Jornal O Globo os bancos Bradesco e Itaú Unibanco anunciaram nova queda de juros nas taxas de finan...