O Programa "Minha Casa, Minha Vida 2" será maior e pode incluir BB



No que depender das expectativas de representantes do setor imobiliário, a segunda etapa do programa "Minha Casa, Minha Vida", prevista para ser lançada ainda este mês pelo governo federal, tem condições de superar com folga os resultados obtidos na sua primeira fase.

Prestes a completar um ano do lançamento, o programa deve resultar na entrega de cerca de 300 mil unidades prontas até dezembro de 2010, conforme dados da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). As demais serão construídas até o final de 2011, se forem de fato contratadas ainda este ano.

Até 1º de março, foram contratadas 330.191 moradias no âmbito do programa, volume inferior à meta da Caixa Econômica Federal de 400 mil unidades em 2009. Os projetos apresentados à instituição foram bem mais elevados, representando 725.269 unidades.

O desempenho do programa atual, porém, não levou a uma revisão do prazo final estabelecido pelo governo em 25 de março do ano passado: contratar 1 milhão de moradias até o final de 2010.

A adoção de um único banco como agente financiador --a Caixa-- é apontada como um fator a ser revisto na segunda etapa do programa, que pode incluir o Banco do Brasil, segundo o presidente do SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Sergio Watanabe.

"O BB já começou a se mobilizar para aperfeiçoar sua estrutura em crédito imobiliário. A entrada de outros agentes no programa agilizaria as contratações e evitaria atrasos."

O presidente do Secovi-SP, sindicato que representa o setor de habitação em São Paulo, João Crestana, acredita que a meta de 400 mil unidades contratadas em 2009 era, na realidade, um desafio interno. 'A Caixa não é o mecanismo mais ágil em termos de contratação. Mas, apesar da burocracia, está fazendo sua parte', disse.

A CBIC acredita que o "Minha Casa, Minha Vida 2" deve ser lançado em 29 de março, juntamente com a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

O presidente da CBIC, Paulo Safady Simão, espera que a nova etapa inclua 3 milhões de residência e subsídios governamentais de R$ 48 bilhões a R$ 72 bilhões. A primeira edição do "Minha Casa, Minha Vida" previa R$ 34 bilhões em empréstimos e subsídios para 1 milhão de residências.

Para suprir a carência de 5,6 milhões de moradias no país, com base em dados de 2008, seriam necessários, em média, 15 anos e cerca de R$ 400 bilhões, segundo estimativa do Secovi-SP.

Falhas

Representantes do setor são unânimes ao apontar que as falhas do primeiro ano do programa devem servir de aprendizado.

A ampliação das metas para famílias que ganham até três salários mínimos e a revisão de valores para construção de moradias em grandes centros urbanos --onde o deficit é mais acentuado-- são citadas como prioridades.

"Independentemente do tamanho da segunda fase, é preciso atacar a questão fundiária, reservando um percentual mínimo de 10% dos lotes para a habitação de interesse social e admitindo a construção de grandes conjuntos habitacionais", afirmou Simão, da CBIC.

A combinação de falta de terrenos adequados em cidades como São Paulo e Belo Horizonte com a alta necessidade de subsídios do governo para se construir moradias para a chamada baixíssima renda, contudo, não impediram o atendimento dessa faixa da população, ainda que em cidades menos necessitadas.

Do total de unidades contratadas até março, 198.685 foram destinadas a quem ganha até três salários.

"O programa podia ter sido pensado com mais calma para atender grandes centros. Faltou certo planejamento nesse sentido, alinhando a atuação conjunta entre governos federal, estadual e municipal", observou o analista Henrique Koch, do BB Investimentos.

"Isso pode ser corrigido na próxima edição. A preocupação agora é que esse tipo de programa não seja interrompido, seja qual for o governo que estiver no poder", acrescentou.

da Reuters

Fonte: Folha On Line

Entenda a diferença entre os dois principais tipos de financiamento de imóveis


Ao mesmo tempo em que representa o sonho da casa própria, a decisão de iniciar um financiamento imobiliário envolve uma série de aspectos a serem analisados. Um deles é a modalidade escolhida, algo que pode fazer grande diferença no seu orçamento pelos próximos anos.

No País, há basicamente dois tipos de financiamento hoje praticadas para financiar um imóvel: SAC e Price. Embora essa última provenha do estatístico francês Richard Price, o nome é utilizado apenas no Brasil – sendo conhecido nos demais países por algo equivalente a sistema de parcelas constantes.

O professor de matemática financeira e vice-presidente da Ordem dos Economistas do Brasil, José Dutra Sobrinho, explica que a primeira coisa a se ter em mente é que os sistemas representam um plano para se liquidar uma dívida e a principal diferença entre eles é que, em um, as prestações são sempre iguais e, no outro, embora o valor das parcelas mensais seja diferente, a quitação do valor principal do empréstimo é sempre a mesma, variando apenas a quantidade de juros que se paga.

Dutra mostra a diferença entre o financiamento Price e SAC por meio de um exemplo simples. Vamos considerar um empréstimo de R$ 100 mil, pagos em 100 prestações mensais, com taxa de 1% ao mês.
Price

Como a tabela Price significa prestações iguais, o cálculo feito com a ajuda de uma calculadora financeira levaria à mensalidade de R$ 1.586,57 (desconsiderando correção monetária* e os seguros a serem embutidos no financiamento).

Ao final de 100 meses, o montante pago seria de R$ 158.570 (os juros somariam R$ 58.570 nesse caso).
SAC

No Sistema de Amortização Constante, as parcelas variam de valor, sendo mais caras no início e mais baratas no final. “Amortização vem de 'morte', ou seja, é a morte da dívida. Você quita todos os meses a mesma quantidade do saldo do seu empréstimo. O que varia é a quantidade de juros que você paga em cada momento”, explica Dutra.

Fazendo uma simulação com os mesmos dados do exemplo acima, todos os meses seriam pagos R$ 1.000 do empréstimo de R$ 100 mil. Portanto, no primeiro mês, deve-se pagar R$ 1.000 mais os juros sobre o total do crédito (R$ 100 mil), que dariam R$ 1.000. Logo, a primeira prestação custaria R$ 2.000.

Porém, no segundo mês, o saldo do empréstimo não é mais de R$ 100 mil, mas de R$ 99 mil, pois R$ 1.000 foram amortizados na primeira prestação. Sendo assim, os juros serão calculados sobre R$ 99 mil, ficando R$ 990.

Conclusão: a segunda parcela equivale a R$ 1.000 (de amortização) + R$ 990 (juros dos R$ 99 mil) = R$ 1.990.
Diferença

Percebeu como a parcela diminuiu de um mês para outro? No sistema Price, embora a parcela, logo de início, seja menor que os R$ 2.000 da SAC, ela continua igual, do início ao fim do contrato.

Vamos calcular a terceira prestação deste mesmo financiamento, feito pelo SAC: R$ 1.000 (de amortização) + R$ 980 (juros sobre os R$ 98 mil do saldo devedor) = R$ 1.980.

Dutra calculou que a última parcela desse financiamento, a de número 100, teria um valor de R$ 1.010 (R$ 1.000 de amortização + juros sobre o R$ 1.000 de saldo devedor, que equivale a R$ 10).

“Para calcular o montante pago nesse financiamento feito pelo SAC basta fazer uma conta simples: pega a primeira prestação (R$ 2.000) soma com a última (R$ 1.010), divide por 2 e multiplica por 100. Resultado: R$ 150.500,00”, aponta o professor.

O que explica a diferença do montante final do SAC e da Price é que, na Price, como você paga sempre o mesmo valor, no início do financiamento, sua parcela é composta mais por juros do que por amortização. Logo, na segunda prestação, os juros não se reduzem tão rapidamente como acontece na SAC. Por isso, mês a mês, o saldo final é amortizado de maneira mais lenta e, por isso, os juros são calculados sobre um saldo devedor maior, o que causa juros maiores. Mais simples

Segundo Dutra, embora o montante pago ao final do financiamento pelo SAC seja menor que pela Price, cerca de 90% de todos os parcelamentos realizados no mundo seguem sistema de parcelas iguais (conhecido no Brasil como Price). “Ele é mais simples. Vai explicar para um consumidor comprando uma geladeira que, se em vez de pagar prestações iguais de R$ 90, ele pode começar pagando R$ 110. Ele não vai entender nem aceitar, porque quer saber exatamente quanto vai pagar e seguirá para outra loja”, comentou.

Para ele, há uma tendência de aumentar a participação do SAC entre os financiamentos imobiliários, porque este sistema dá mais segurança à instituição financeira. “Como o valor das parcelas fica menor com o passar do tempo, a chance de inadimplência é reduzida, o que é visto de forma positiva pelo banco”, declarou Dutra.

Do ponto de vista econômico-financeiro, os dois tipos de financiamento são equivalentes, explica o professor, afinal, o custo do dinheiro ao longo do tempo é o mesmo, no exemplo de juros iguais. Porém, a recomendação do professor é, quem pode, deve optar pelo SAC.
Depende da renda

“O problema é que, como a prestação inicial é menor no Price, muita gente opta por ele por não ter renda suficiente para contratar o SAC, já que ele não pode comprometer mais de 30% de seu orçamento com a parcela”, explicou Dutra.

“Porém, se a pessoa tem uma renda razoável, é melhor escolher o SAC. Ele vai pagar um pouco mais no início, mas o saldo devedor vai diminuir mais rapidamente. Se, daqui alguns anos, surgir um dinheiro extra, dá para fazer uma amortização extraordinária e reduzir o número de parcelas ou o valor das prestações. Além disso, no final do financiamento, o orçamento dele terá um alívio maior, porque as parcelas serão mais baixas e terão participação bem menor na renda mensal”, finalizou o professor.

* Nas instituições financeiras, a TR (Taxa Referencial) é o indexador mais comumente usado para reajustar os contratos dos financiamentos imobiliários. É o mesmo índice que ajusta a poupança e o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), responsáveis por boa parte dos recursos usados no setor imobiliário.

Fonte: UOL

Veja se seu imóvel está cumprindo as normas mínimas de sustentabilidade

Nova norma da ABNT garante desempenho mínimo de edifícios

Em vigor desde o último dia 12 de maio, nova norma padroniza metodologia de avaliação do desempenho mínimo dos edifícios; medida pode viabilizar sustentabilidade das obras

Para quem vai construir, reformar ou comprar um imóvel, muita atenção para este código: NBR 15.575. É a nova norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que regula desde o último dia 12 de maio, parâmetros mínimos de desempenho das edificações.
Na prática, se a construtora ou o corretor prometer ao consumidor ruído mínimo entre os andares, durabilidade das paredes, segurança na estrutura do prédio e contra incêndio, longa vida útil de banheiros e encanamentos, vai ter que cumprir.
A NBR 15.575 é a primeira norma do Brasil que estabelece parâmetros técnicos de avaliação do desempenho mínimo das edificações e a define uma vida útil mínima obrigatória para alguns itens da construção.
Pela nova norma, os pisos têm de durar pelo menos 13 anos; a estrutura, 40 anos; a cobertura e as instalações hidrossanitárias, 20 anos. Além disso, a nova regulamentação determina a ampliação da manutenabilidade da construção, ou seja, a possibilidade de fazer manutenção em todos os setores da edificação.
“Os projetos e sistemas construtivos passam a ser concebidos em função de uma vida útil e os elementos e componentes especificados devem ter durabilidade compatível”, afirma o engenheiro Carlos Borges, vice-presidente do Sindicato de Habitação e coordenador da Comissão de Estudo da ABNT, grupo responsável pela elaboração das normas. “A partir de agora, quem afirmar que uma edificação tem desempenho superior terá de provar”, avisa.

Feitos para durar

VIDA ÚTIL MÍNIMA DOS SISTEMAS:

> Estrutura - 40 anos
> Pisos internos - 13 anos
> Vedação vertical externa - 40 anos
> Vedação vertical interna - 20 anos
> Cobertura - 20 anos
> Hidrossanitário (sistemas hidráulicos) - 20 anos

Fonte: ABNT

Força de lei
Normas não são leis o que não lhes confere caráter punitivo em caso de descumprimento. “Mesmo assim, elas têm força de lei, por advento do Código de Defesa do Consumidor e de leis específicas que obrigam o exercício da profissão de engenharia e a construção de obras seguindo as normas reguladoras vigentes”, alerta Borges. “As empresas que não cumprirem a norma estarão sujeitas a processos judiciais por parte de consumidores insatisfeitos, pois, a partir de agora será muito mais fácil aferir se o desempenho mínimo obrigatório foi ou não atingido.”
A norma ajudará a diminuir a subjetividade da avaliação da qualidade das construções e a balizar o judiciário nas demandas entre consumidores e construtores. Ela será um instrumento a mais para dar amparo e proteção ao consumidor, “embora ele tenha dificuldade de avaliar o desempenho de um imóvel no momento em que o recebe”, explica Borges.
Demanda do setor e combate ao desperdício
Segundo especialistas e profissionais do setor, a regulamentação é, na verdade, uma resposta à crescente necessidade dos construtores e empresas fabricantes de materiais e sistemas, que demandavam por uma homologação das novas tecnologias de construção.
“Nosso princípio era fazer uma norma que homologasse habitações populares de até cinco pavimentos e que têm sistemas inovadores; mas, durante a elaboração da norma, percebeu-se que serviria também para avaliar o desempenho dos sistemas construtivos tradicionais e, no final, a norma definiu um nível mínimo de desempenho que vale para qualquer sistema construtivo”, explica Borges.
“Havia no mercado falta de uma metodologia para avaliação de sistemas construtivos inovadores, e o mercado foi impulsionado nos últimos meses por programas de habitação social como ‘Minha Casa, Minha Vida’, do governo federal, que prevê a construção de 1 milhão de moradias populares”, reforça a arquiteta Marcia Mikai, da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea) e sócia-diretora do Pentagrama Projetos em Sustentabilidade.
A arquiteta acrescenta que a norma é uma importante contribuição para um país com histórico de desperdício causado por projetos que descumpriram parâmetros básicos de qualidade e desempenho. “Várias demolições e obras inacabadas causaram desperdícios enormes. A nova norma vai garantir que o mercado se paute por requisitos como durabilidade e claras possibilidades de manutenção”, explica. “Por outro lado, haverá também uma demanda maior pelas tecnologias novas e mais limpas no setor, uma contribuição para a preservação ambiental” completa.
“É claro que esses resultados demoram a se tornar visíveis ao cidadão comum, mas estamos diante de um cenário em que uma regulamentação vai impulsionar a sustentabilidade em um setor que é um dos carros-chefe da economia brasileira. O consumo desses novos sistemas e materiais de construção ajuda essa indústria a se tornar mais sustentável, e o maior beneficiário é o meio ambiente”, explica Ricardo Oliani, coordenador de Mobilização Comunitária do Instituto Akatu.
Custo benefício
É comum a idéia de que o cumprimento de normas e da lei adicionados à contratação de mão-de-obra qualificada confere preços mais altos às obras quando comparadas às que não seguem a regulamentação. Entretanto, os especialistas desmentem facilmente esse mito.
“Se fizermos a análise detalhada do preço inicial, mais os custos de operação e manutenção, veremos que a tendência é que ocorra uma equiparação de custos”, ressalta Ércio Thomaz, pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo. “E ainda tem a vantagem da comodidade, tranquilidade e do conforto durante as reformas”, acrescenta Marcia Mikai.

Principais requisitos que os consumidores devem exigir:


EXIGÊNCIAS DOS USUÁRIOS

Segurança:
> Segurança Estrutural: Estabilidade e segurança das estruturas do edifício ao longo da vida útil estabelecida;
> Segurança contra o fogo: sistemas que evitam, possibilitem sobrevivência dos ocupantes e evite danos em caso de incêndio. (Ex: proteção contra descargas atmosféricas e rotas de fuga);
> Segurança no uso e na operação: os sistemas instalados não devem roturas, partes expostas, cortantes ou perfurantes, deformações ou defeitos.

Habitabilidade
> Estanqueidade: sistemas hídricos isentos de furos, trincas ou porosidades que possam causar vazamentos;
> Conforto térmico: estudos de insolação que evitem aquecimento do ambiente no verão e frio no inverno. Uso de produtos ou sistemas (telhados, janelas, paredes, cor) que possibilitam conforto térmico aos ocupantes;
> Conforto acústico: isolação acústica entre os ambientes, isolação ao som aéreo entre paredes internas e externas. O limite aceitável de ruídos é de até 45 decibéis;
> Conforto lumínico: projetos e sistemas que possibilitem entradas de luz natural nos principais ambientes da edificação, além de adequar a intensidade de luz artificial a determinados ambientes;
> Saúde, higiene e qualidade do ar: projetos e sistemas que possibilitam a passagem de ar natural pelos principais ambientes da edificação;
> Funcionabilidade, acessibilidade, conforto tátil e antropodinâmico: projetos e usos de materiais e sistemas confortáveis ao tato e mobilidade humana.

Sustentabilidade:
> Durabilidade: de acordo com os prazos definidos na norma;
> Manutenabilidade: projetos e sistemas de manutenção corretiva e preventiva;
> Impacto Ambiental: projetos e sistemas que primam pela preservação ambiental.

Fonte: ABNT

“É ai que reside o papel do consumidor consciente, ele tem que brigar e exigir seus direitos. Essa postura torna as empresas mais comprometidas com as suas ações do ponto de vista de responsabilidade social, empresarial e ambiental”, explica Oliani.

FONTE:Rogério Ferro, do Instituto Akatu

Dicas de como comprar um imóvel


1. Fazer uma lista de bairros (ou no mínimo, definir uma região da cidade) onde se tem interesse em morar, levando-se em conta, facilidade de transporte público, proximidade com o local de trabalho e com residência de familiares, escolas, conveniências (mercado, farmácias) e outras características relevantes para o seu estilo de vida (local para esportes, parques, etc).


2. Fazer uma apuração real e verdadeira do limite de valor que poderá comprometer para aquisição do imóvel. É importante fixar o valor máximo da prestação que poderá ser assumida levando em conta o seu orçamento. Recomenda-se que a prestação para compra do imóvel não ultrapasse o equivalente a 20% da renda familiar.

Esse limite do valor da prestação deve ser calculado de forma conservadora, sem considerar eventuais prêmios ou valores ainda incertos que possam (ou não) acontecer no decorrer do tempo. Se o comprador receber algum valor extra no decorrer do contrato de financiamento imobiliário, é recomendável utilizar parte desse valor para amortização extraordinária do saldo devedor e poupar o saldo desse extra para uma eventual situação de crise.

3. O comprador deve ler com atenção e entender o contrato que será assinado, em especial, as cláusulas que tratam das seguintes questões:

(a) Valor do contrato e forma de pagamento;
(b) Valor das prestações a serem pagas (discriminando todos os encargos, como juros, seguro e taxa de administração);
(c) O sistema de amortização do financiamento (o mercado vem adotando o sistema SAC – sistema de amortização constante ou a T.P – Tabela Price);
(d) Os custos da transação imobiliária (escritura, ITBI, registro do contrato perante o Cartório de Registro de Imóveis, despesas com documentação para obtenção do financiamento);
(e) O prazo de entrega do imóvel, em se tratando de imóvel em lançamento ou em construção.

4. Outra informação útil ao comprador refere-se aos custos estimados do rateio do condomínio e do IPTU (imposto predial e territorial urbano), pois quando o imóvel for transferido para ele, será sua responsabilidade arcar com o pagamento das prestações e ainda, das despesas condominiais, do IPTU e das demais despesas como energia elétrica, gás e água.

Conforme a fonte dos recursos de financiamento (FGTS, Programa Minha Casa Minha Vida; SBPE, etc.) há diferentes taxas de juros e exigências para aprovação do financiamento, cabendo ao comprador verificar o que melhor lhe atende.

Fonte: UOL

Governo insere a Paraíba na rota mundial de negócios imobiliários

O novo tempo vivido pela Paraíba reflete não só na auto-estima de seu povo, mas na recuperação de sua credibilidade com resultados diretos na captação de investimentos, tanto na área industrial, quanto turística. Em um esforço para atrair mais empreendimentos, o Governo do Estado anuncia sua participação no Nordeste Invest, maior evento de investimentos imobiliários e turísticos do Brasil, e que tem início nesta segunda-feira (10) em Natal, no Rio Grande do Norte.

O secretário de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico (SETDE), Diego Tavares, disse que a participação da Paraíba “é uma excelente oportunidade para inseri-la na rota do desenvolvimento mundial, considerando a grandiosidade do evento, já que contará com a participação de empresários e investidores do mundo inteiro”.
Ele informou que o Governo da Paraíba terá um estande institucional no evento, para divulgar as potencialidades e oportunidades que o Estado oferece, além de participar de reuniões e rodadas de negócios com os principais investidores do mundo. “Vamos dizer aos empresários que a Paraíba quer recebê-los de braços abertos, abrindo espaços para investimentos e novas oportunidades”, destacou.
O secretário confirmou presença no encontro, ao lado de delegação paraibana, aproveitando a oportunidade para manter contatos com investidores em nome da Paraíba. “O governador José Maranhão tem conduzido o processo de reconstrução e desenvolvimento da Paraíba; daí a preocupação em contribuirmos para esse bom momento”, acrescentou.
De acordo ele, a presença da Paraíba também reforçará a intermediação que o Governo do Estado vem realizando entre o investidor e a instituições envolvidas no processo de implantação de novas empresas ou indústrias. “Temos trabalhado em parceria com as prefeituras e as demais instituições, a exemplo do Governo Federal e dos bancos financiadores de empreendimentos”, sinalizou.

Participam do Nordeste Invest um expressivo número de investidores estrangeiros e centenas de empresários brasileiros que atuam nas mais diferentes áreas da cadeia produtiva dos setores turístico e imobiliário do Brasil.

Sobre o evento – O Nordeste Invest é o maior evento de investimentos imobiliários e turísticos do Brasil. O evento, que foi promovido pela primeira vez em 2006, conta com conferência, salão de exposições e rodada de negócios, que concentra informações de qualidade sobre investimentos com enfoque na intersecção entre os setores imobiliário e turístico do Nordeste brasileiro.
Com caráter estritamente profissional, o evento é voltado ao ‘business-to-business’, ou seja, negócios para negócios. Durante os três dias em que é realizado, reúne os mais importantes nomes dos setores imobiliário e turístico do Brasil e do mundo. É um momento ímpar para que empresários e investidores conheçam melhor este mercado, suas perspectivas e oportunidades.

Assessoria da SETDE

PMJP e CEF discutem projetos do “Minha Casa Minha Vida”


O prefeito Luciano Agra e a secretária de Habitação (Semhab), Emília Correia Lima, estiveram reunidos nesta quarta-feira (5), no Paço Municipal, com o superintendente da Caixa Econômica Federal (CEF), Elan Miranda. Em pauta a viabilização de parcerias para o fortalecimento do projeto “Minha Casa, Minha Vida”, do Governo Federal, na cidade de João Pessoa. A Prefeitura iniciou em abril deste ano a construção das 584 moradias do Residencial Anayde Beiriz, no bairro das Industrias, e que vai beneficiar cerca de 2 mil famílias.

Luciano Agra ressaltou a importância do resgate da qualidade de vida dos pessoenses e garantiu que a Prefeitura vai percorrer todos os caminhos necessários para que os projetos do “Minha casa, Minha Vida”, tanto da competência pública e como da iniciativa privada, sejam implementados o mais breve possível. “Estamos trabalhando com afinco para que consigamos avançar com o “Minha Casa, Minha Vida”, e com isso, expandi-lo ainda mais dentro da cidade de João Pessoa. Nossa intenção é contemplar aqueles que sonham com a possibilidade da ter sua casa própria. A prefeitura não medirá esforços”, acrescentou o prefeito.

Para a construção do primeiro empreendimento residencial do Programa “Minha Casa minha Vida” serão investidos cerca de R$ 19 milhões pelo Governo Federal. A Prefeitura de João Pessoa cedeu o terreno para construção e idealizou o projeto dos apartamentos que serão construídas no estilo duplex. Cada um vai ter 42 metros quadrados, sala, cozinha, banheiro e dois quartos. A Prefeitura também está responsável por oferecer toda a infraestrutura para moradia, trabalhando o conceito da habitabilidade, impedindo que as famílias migrem do local e voltem a ocupar espaços de risco.

O “Minha Casa, Minha Vida” atende famílias que vivem em moradias de risco, de aluguel ou não têm onde morar, não possuem casa própria ou financiamento em qualquer lugar do Brasil e vivem em João Pessoa há mais de cinco anos. A renda familiar deve estar fixada entre zero e três salários mínimos. As inscrições foram realizadas pela Prefeitura e os cadastros foram analisados pela Caixa Econômica.

A secretária da Semhab, Emília Correia, informou que as inscrições para o “Minha Casa, Minha Vida”, continuam abertas e cerca de 17 mil famílias já estão cadastradas. “As inscrições devem ser encerradas até o mês de junho, mas a data ainda não está definida. O projeto prevê que temos 120 dias antes da entrega das casas para fazer o levantamento e avaliar os critérios de prioridade”, explicou Emília.

Da Secom-jP

Fonte: Paraiba1

Motivos para contratrar um corretor de imóveis



Veja abaixo a reportagem da Globominas - MGTV 1a. edição, para entender a necessidade de se contratar um corretor de imóveis devidamente registrado no CRECI.

Comprar e vender uma casa ou apartamento depende, muitas vezes, de um corretor de imóveis. Só que é preciso cuidado na hora de contratá-lo. O número de queixas contra falsos profissionais aumentou 520% nos últimos três anos.

A venda da casa acabou em processo na Justiça. Reny conta que procurou uma imobiliária para negociar o imóvel. Pouco tempo depois teve uma surpresa nada agradável.

O corretor de imóveis assinou o contrato como se fosse o dono da casa e embolsou o sinal, R$ 25 mil. Só depois, a aposentada descobriu que o homem que se ofereceu pra intermediar a venda era um golpista.

Para exercer a função, é obrigatório fazer um curso técnico conhecido como TTI ou, melhor ainda, cursar uma faculdade de Gestão de Negócios Imobiliários e passar por estágio. Só depois disso se consegue o registro profissional, que é indispensável em qualquer negociação. No ano passado, o Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Minas flagrou 1.420 pessoas vendendo casas, salas, apartamentos ilegalmente.

O número de falsos corretores atuando no estado aumentou nos últimos três anos, segundo dados da fiscalização do conselho. Uma parceria com o Ministério Público agora promete reduzir o risco de golpes.

Uma faixa na rua levou Bianca até o apartamento dos sonhos dela. A auxiliar de enfermagem pagou R$ 87 mil, mas, até hoje, quase um ano depois da compra, ainda não tem a escritura. O imóvel está em nome de herdeiros e não podia ter sido negociado antes da partilha de bens da família. Pendências que foram omitidas pela corretora.

Os especialistas em mercado imobiliário recomendam que os compradores sempre confiram o registro do imóvel e a certidão negativa de débitos. Eles devem também checar se o corretor está regularmente registrado no conselho regional do estado.

E é fundamental ler atentamente todas as cláusulas do contrato de compra e venda. Nele estão as garantias necessárias para as duas partes.

Fonte: Globominas.com

Compra de imóvel à vista predomina; financiamento com CEF atinge 20% em SP


SÃO PAULO - A maior parte dos compradores de imóveis usados da cidade de São Paulo optou por pagar o bem à vista em fevereiro, segundo indicou pesquisa divulgada na terça-feira (4) pelo Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo).

No segundo mês do ano, essa forma de pagamento correspondeu a 74,76% das vendas de imóveis, ante uma participação de 25,24% dos financiamentos com bancos.

Somente a CEF (Caixa Econômica Federal) atingiu, no período, 20,39% das vendas, sendo a principal instituição de financiamento. Os demais bancos ficaram com participação de 4,85% em fevereiro.

De acordo com os dados do Creci, em fevereiro, não foram identificadas negociações realizadas por meio do consórcio. As negociações diretamente com o proprietário também registraram representatividade nula no segundo mês do ano.

Descontos médios

Ainda segundo a pesquisa realizada pelo Creci-SP, em fevereiro, quem procurou imóveis em todas as zonas de São Paulo conseguiu algum desconto sobre os valores inicialmente pedidos pelos proprietários.

Na zona A (Alto da Boa Vista, Alto de Pinheiros, Brooklin Velho), os paulistanos conseguiram abatimento de 7,69%, ao passo que, na zona B (Aclimação, Alto da Lapa, Bela Vista), o desconto ficou em 2,71%.

Já nas zonas C (Aeroporto, Água Branca, Bosque da Saúde) e D (Água Rasa, Americanópolis, Aricanduva), os descontos foram de 7,41% e 4,82%, respectivamente. A zona E (Brasilândia, Campo Limpo, Cangaíba) registrou o maior desconto, de 8,27%.

Na comparação com janeiro, quando foram coletados dados apenas nas zonas C e D, o desconto concedido na primeira região foi 2,90% menor e o concedido para os imóveis da segunda região aumentou 54,61%.

Mais vendidos

Ainda de acordo com os dados, coletados em 400 imobiliárias pelo Creci-SP, no segundo mês do ano, os imóveis mais vendidos foram aqueles que custavam até R$ 200 mil, que responderam por 54,37% dos negócios realizados.

Fonte: UOL

O prédio que gira

Curitiba é a primeira cidade do mundo a ter um edifício com todos os andares móveis

Cinco pessoas já concordaram em dar 400.000 mil reais à construtora Moro, do Paraná, que está erguendo o edifício mais estranho do Brasil. O prédio fica em Curitiba, possui onze andares (há seis unidades à venda, para quem se interessar) e todos eles giram independentemente uns dos outros. Cada andar dispõe de controle individual e o proprietário decide quando seu imóvel vai rodar, e para que lado. A velocidade é constante e o tempo necessário para dar uma volta completa é de uma hora. A obra, que deve ser inaugurada em janeiro, tem o nome de Suíte Vollard e se tornou um ponto de visitação na cidade. Todos querem espiar aquele que é o primeiro edifício do mundo que rodopia de alto a baixo – e por fatias.
Para funcionar, o sistema tem seus truques, o imóvel de 270 metros quadrados, é redondo e há apenas um apartamento por andar. Na parte central do edifício, fica o que se pode chamar de espinha dorsal da construção, que não gira. Nessa área, onde estão a cozinha e o banheiro, passam as tubulações de água, gás e esgoto. Numa das laterais do prédio ficam os elevadores, o hall de entrada e a área de serviço, que também não rodam. Entre as duas fatias, há um piso móvel, de metal, com 14 metros de diâmetro (veja ilustração). A estrutura metálica está ligada a um motor. Essa grande chapa gira sobre a base de concreto do andar, como se fosse um disco de música. Nesse pedaço da casa, ficam os quartos e as salas. O imóvel obedece ao estilo loft, sem divisórias. Todos os cômodos têm acesso aos janelões de vidro, que proporcionam uma vista panorâmica, exceto o banheiro e a cozinha.

Um dos desafios dos projetistas foi fazer a fiação elétrica, já que não poderia estar concentrada apenas na fatia fixa. Os arquitetos desenvolveram um esquema especial. A fiação do imóvel é levada da rua para os apartamentos através da espinha dorsal. Com as técnicas normais de construção, os fios seriam espalhados pelo imóvel e acabariam enrolados.
Empregou-se uma tecnologia diferente. Os pontos de luz são energizados por meio de um trilho de cobre que gira com a plataforma. As tomadas ficam no chão. Infelizmente, não foi possível fazer o mesmo com o fio da antena da TV. Ou seja, para quem tem TV a cabo, o aparelho só funciona se ficar na parte fixa da casa. O problema, nesse caso, é o morador querer assistir à TV a cabo sentado na poltrona enquanto o apartamento gira.

Outro problema foi a segurança do sistema. Os arquitetos quebraram a cabeça para evitar que alguém se ferisse por causa dos vãos localizados entre a parte fixa e a móvel. Primeiro, estabeleceram que a distância entre elas seria de menos de 1 centímetro. Depois, elaboraram uma caixinha, uma espécie de rodapé de proteção, que cobre toda a extensão dos vãos. Ninguém consegue explicar para que serve um apartamento que gira – nem a construtora, nem os futuros moradores. Expor os cômodos ao sol? Sim, pode ser. Mudar a vista da sala? Sim, também pode ser isso. Enfim, cada um faz o que quer com o dinheiro que tem.


FONTE: Veja - Janaina Degraf

Saiba como funcionam os financiamentos imobiliários

Exceto no que se refere a financiamentos para aquisição de imóveis por meio de programas específicos, como por exemplo, o Minha Casa Minha Vida, o PAR (programa de arrendamento residencial), dentre outros, os demais financiamentos imobiliários funcionam, resumidamente, da seguinte forma:

(a) O comprador assina, com a incorporadora-vendedora, um contrato onde fica estabelecido o preço do imóvel e a forma do seu pagamento parcelado;

(b) A forma de pagamento segue, usualmente, a previsão de um sinal, parcelas mensais a serem quitadas no período de construção e, com a conclusão das obras e entrega a unidade, o pagamento de uma parcela em valor significativo (em torno de 70 a 80 por cento do valor da negociação). Essa parcela (chamada por alguns, de “parcela das chaves”) é paga com recursos próprios do comprador ou, por meio de financiamento obtido junto a instituição financeira que conte com linha de crédito imobiliário.

O comprador deve ter cuidado ao assumir o pagamento mediante financiamento bancário. Destacamos algumas informações importantes que devem ser do seu conhecimento:

(1) O imóvel financiado será objeto de avaliação da entidade financeira, por conseguinte, com base nessa avaliação e na capacidade de comprometimento de renda do comprador, a instituição financeira aprovará um determinado valor a ser financiado.

Usualmente, as instituições financeiras financiam entre 70 a 80% do valor da avaliação do imóvel, levando-se em conta, por óbvio, a análise de crédito do tomador do financiamento.

Se o valor aprovado não for suficiente para quitar a mencionada parcela final do preço, caberá ao comprador liquidar esse saldo junto à vendedora para poder receber sua escritura e confessar a dívida junto ao agente financeiro.

(2) Veja que o comprador deverá ser “aprovado” por comitê de crédito da instituição financeira, estabelecendo assim, o valor a ser financiado.

(3) Aprovado o valor do financiamento a favor do comprador, o contrato definitivo de compra e venda é assinado e registrado no cartório de registro de imóveis. Os recursos advindos do financiamento serão encaminhados à empresa incorporadora vendedora, para quitação do saldo do preço; o valor do financiamento deverá ser pago pelo comprador à instituição financeira, dentro do prazo ajustado.

(4) Como garantia desse financiamento, o comprador dará o próprio imóvel, seja por hipoteca, seja por “alienação fiduciária do imóvel em garantia”, que diga-se, é a mais utilizada no momento.

(5) O comprador deve atentar para os custos com os quais arcará no momento da assinatura desse contrato. Dentre outros, citamos o de avaliação do imóvel a ser financiado; obtenção de certidões que deverão ser apresentadas à entidade financeira; taxa de abertura de crédito; imposto de transmissão de bens imóveis; registro dos contratos de compra e venda e da alienação fiduciária; etc.

(6) Ainda no que se refere a custos, o comprador deve verificar o valor total que será pago nas parcelas, pois, nesta fase do financiamento, diferente do que ocorre na fase de construção do empreendimento, o valor das prestações é acrescido dos juros remuneratórios e do valor do seguro. Portanto, o comprador deve verificar o valor global da parcela e se certificar de sua capacidade econômica para arcar com esse custo mensal total.

Não é demais repetir: a aquisição de um imóvel é bastante complexa; exige uma profunda análise sob o ponto de vista econômico-financeiro, mas também, uma boa assessoria jurídica para entender, nos detalhes, as obrigações que estão sendo assumidas, assim como, os direitos que lhe assiste.

Marcelo Manhães de Almeida é advogado, presidente da Comissão de Direito Imobiliário e Urbanístico da OAB-SP e membro do Conpresp.

Fonte: UOL

Venda - apartamento no Miramar


Belíssmo apartamento com vista para o mar, inclusive dos quartos, contendo 135 m² e cozinha mobiliada.


Sala(s): 2
Quarto(s): 3 sendo Suite(s): 1
Banheiro(s): 1
Cozinha(s): 1
Dep. de Empregada: 1
Vaga(s) na garagem: 2
Área de Serviço: Sim
Varanda: Sim
Piscina(s): 2
Central de Gás: Sim
Sauna: Sim
Salão de Festa: Sim
Quadra: Sim


Cartilha de Manutenção dos Consertos do Imóvel Alugado

QUEM PAGA OS CONSERTOS NO IMÓVEL LOCADO As dúvidas são muitas quando se trata de  consertos no imóvel locado  e quem deve arcar com...