Alugue um novo imóvel de forma descomplicada. Saiba como o Seguro Locação ganhou a preferência no mercado de aluguéis!

Atualmente uma das formas mais práticas e rápidas para alugar um imóvel é através da contratação de um seguro. 
Motivos que tornam esta realidade bem aceita e preferida no mercado são classificadas pelos fatores: 
  • não há a necessidade de fiador;
  • rapidez e agilidade na aprovação;
  • necessidade apenas da comprovação de renda;
  • concorre a sorteios mensais pela Loteria Federal, no valor do título;
  • resgate integral do valor corrigido;
  • dá direito a serviços de assistência como: encanador, chaveiro, eletricista, conserto de eletrodomésticos;
  • pode ser transferido ao final da locação para outro imóvel, com a autorização do locador ou da imobiliária.

Usualmente esse seguro, classificado como Seguro Título de Capitalização é vendido por uma companhia de seguros e seu valor pode variar dependendo do aluguel, IPTU, condomínio. Geralmente, para um contrato de aluguel de 12 meses, ele corresponde a 3 meses de aluguel e para um contrato de 30 meses, são 6 meses de aluguel.
Esse valor ficará retido na conta da seguradora até o final do contrato de locação, da mesma forma que uma caução.
Ele poderá ser usado pelo locador nas seguintes situações: 
  • caso o locatário fique inadimplente; 
  • para reparo de danos no imóvel, caso o mesmo não seja devolvido nas mesmas condições que foi recebido; 
  • para quitar alguma dívida pendente como condomínio, água e luz.

Para resgatar o título de capitalização é necessário somente a rescisão contratual que poderá ser feita pelo proprietário ou pela imobiliária.
Há a possibilidade também do resgate a qualquer momento, antes do término do contrato, tanto para rescindir ou alterar a modalidade da garantia do contrato; só que nesse caso o locatário não irá receber 100% do valor aplicado.
Os documentos necessários são os mesmos solicitados para a locação:
  • Ficha cadastral preenchida;
  • CPF;
  • RG;
  • Comprovação de renda (superior a 3 vezes o valor do aluguel, juntamente com os encargos do IPTU e condomínio);
  • Não estar com o nome negativado.

Viu como é prático? Não se preocupe mais em procurar um fiador. Faça já o seu seguro locação na modalidade Título de Capitalização.

Bancos reduzem taxas de financiamento imobiliário


Esse é um momento favorável para quem constrói e para quem quer comprar ou vender seu imóvel.
A concorrência bancária favoreceu a baixa dos juros para o crédito imobiliário, que vem acompanhando a queda da taxa básica de juros (Selic)
Nessa última segunda, dia 21 de maio,  o banco Itaú promoveu um novo corte nas suas taxas de juros destinadas a aquisição de imóveis.
O primeiro a praticar essa redução foi o Santander, seguido pelos outros bancos.
Aproveitando o aumento da confiança dos consumidores os bancos estão percebendo uma retomada do mercado imobiliário e segundo o educador financeiro, Thiago Nigro, devido à taxa alta do dólar não se dará continuidade a esse movimento de queda de taxas de financiamento imobiliário e até poderíamos ter as taxas subindo novamente.
Conclui Thiago Nigro que este é um momento favorável para todos: para quem constrói, que vai vender fácil, para o consumidor, que vai comprar barato, e para quem tem imóvel, que vai passar a um preço bom”
Veja as taxas atuais praticadas pelos bancos
Instituição
Sistema Financeiro Habitacional (SFH)
Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI)
Pro Cotista FGTS
Limite do Financiamento
Itaú
8,80 % + TR
9,30 % + TR

Não opera
82% do valor do imóvel, com valor mínimo de R$ 80 mil (tanto para novos como usados)
Santander
8,99 % + TR
9,49 % + TR

Não opera
Até 80% do valor do imóvel (tanto para novos como usados), podendo incluir mais 5% para despesas como ITBI e Registro
Bradesco
8,85 % + TR
9,30 % + TR

Não opera
Até 80% do valor do imóvel novo ou usado
Caixa Econômica Federal
9,00 % + TR
10 % + TR

a partir de 7,85% ao ano + TR
80% do valor para imóveis novos e 70% do valor para usados
Banco do Brasil
8,90 % + TR
Indisponível Até
9% ao ano + TR
80% do valor do imóvel (tanto para novos como usados)


Na modalidade SFH se encaixam imóveis de até 800 mil no estado da Paraíba, sendo que o SFI abrange imóveis acima desse valor.
Fontes: 

Você sabe o que é arquitetura inclusiva?

  Quando retratamos sobre arquitetura inclusiva, abordamos que qualquer construção não se deve apenas permitir que pessoas com algum tipo de mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de determinados produtos, serviços ou informações, mas sim destinar estes serviços a qualquer público, independente da sua mobilidade ou não, eliminando barreiras e proporcionando ambientes adequados a todos.

    Acessibilidade ainda é um tema pouco abordado no mercado da Construção Civil. Pessoas idosas ou com deficiência ainda enfrentam dificuldades diárias ao se locomover, por conta do mal planejamento de equipamentos e por um agregado de desrespeitos e omissões, sejam eles por parte do Estado ou dos próprios cidadãos. Por consequência ainda existe uma parcela da sociedade que são descartadas quanto a inclusão, que são as pessoas gordas. Grupos aos quais são vulneráveis e já estereotipados dentro de uma sociedade por estar fora dos padrões.

      Quando retratamos sobre arquitetura inclusiva, abordamos que qualquer construção não se deve apenas permitir que pessoas com algum tipo de mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de determinados produtos, serviços ou informações, mas sim destinar estes serviços a qualquer público, independente da sua mobilidade ou não, eliminando barreiras e proporcionando ambientes adequados a todos.

    Os serviços e as construções são totalmente projetados para corpos magros. Os assentos em aviões estão cada vez menores, as catracas em ônibus e metros estão se afunilando a cada nova estação inaugurada, de maneira que profissionais da área acabam descartando a hipótese que uma diversidade enorme de corpos ao qual irá utilizar aquele determinado serviço, sejam eles gordos, magros, altos ou baixos. A diversidade existe e precisa ser respeitada.

   Para conhecer imóveis que possuem características de arquitetura inclusiva, acesse


Caixa anuncia redução de juros e aumento do valor financiado para compra de imóveis

       A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira (16) a redução dos juros para financiamento da casa própria e o aumento do percentual do valor a ser financiado para compra de imóvel usado. As mudanças, que começam a valer hoje, são para linhas de financiamento que utilizam recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

      Para compra de imóveis pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), onde estão enquadrados os imóveis residenciais de até R$ 800 mil para todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, cujo limite é de R$ 950 mil, a taxa mínima de juros caiu de 10,25% para 9% ao ano.

Recém entregue no Bessa com excelente localização. Foto: Pedro Valentim
       Para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), cujos valores dos imóveis são acima dos limites do SFH, a taxa mínima caiu de 11,25% para 10% ao ano.

       O percentual do valor a ser financiado dos imóveis usados subiu de 50 para 70%. Para unidades novas, foi mantido o percentual de 80% no teto do financiamento.


       
Conheça oportunidades prontas para morar e classificadas como imóveis novos. 
Selecione o Bairro e acesse: 
http://www.imoveisjoaopessoa.com.br/

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CEF está perdendo espaço no financiamento imobiliário

Segundo matéria veiculada pela Revista Veja em 01/04/2018, A CEF vem perdendo espaço para as outras instituições em relação ao financiamento imobiliário. Dentre os 5 principais bancos do país (BB, Bradesco, CEF, Itaú e Santander) apenas a CEF possui, no momento, uma taxa maior do que 10% a.a.
Mediante a disputa entre as instituições bancárias, financiar um imóvel tem ficado mais barato, devido a redução das taxas de juros, com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).
Diante desse quadro, a CEF já estuda baixar também suas taxas, com previsão do anúncio ainda para este mês.
Em 2017 o Banco Santander deu o pontapé inicial, já abocanhando uma boa fatia desse mercado. Segundo o o superintendente executivo de negócios imobiliários do Santander, Fabrizio Ianelli no primeiro semestre do ano passado, a concessão de crédito imobiliário para pessoa física girava em torno de 300 milhões de reais por mês. Em janeiro deste ano foram quase 774,73 milhões de reais. 
Como se vê, já está na hora dos juros cobrados por outras instições também caírem, isto é, se não quiserem ficar por fora dessa fatia do mercado.  
Fonte: Revista Veja 


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