Desconto para escrituração de imóveis em João Pessoa

Uma boa notícia para quem quer comprar, vender ou regularizar a situação de seu imóvel.
A Prefeitura Municipal de João Pessoa, a partir de 04/12/2012 até 28/12/12 estará dando desconto de 25% no ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis).
Aproveite esta oportunidade! Não é sempre que aparece um desconto deste montante!

Alteradas pelo Governo as taxas de juros e faixa de renda do Programa Minha Casa, Minha Vida


A taxa de juros cobrada no financiamento do Minha Casa, Minha Vida foi reduzida em 1 ponto percentual pelo Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) nesta quinta-feira (04/10/12).


Veja como ficaram as taxas conforme a faixa de renda:

  • Renda entre R$ 3.275,01 e R$ 5.000,00 - de 8.16% para 7,16% 
  • Renda entre R$ 2.325,01 e R$ 2.455,00 - de 6% para 5%
  • Renda entre R$ 3.100,01 e R$ 3.275,00 - de 7% para 6%.

O conselho ainda atualizou o valor dos imóveis e as faixas de renda. O ministro do Trabalho e Emprego e presidente do Conselho, Brizola Neto, afirmou que a medida é importante para impedir a redução no ritmo da construção civil, uma vez que foi registrado um recente decréscimo no número de lançamentos imobiliários.
Valor
O valor dos imóveis foi atualizado em 13% calculado com base no reajuste do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) de agosto. Assim, o teto máximo passa de R$ 170 mil para R$ 190 mi no Distrito Federal e nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro e São Paulo.
Nas  outras capitais e em cidades com mais de 1 milhão de habitantes esse valor passa para R$ 170 mil; em municípios com mais de 250 mil habitantes, o valor atualizado é de R$ 145 mil reais; para municípios com mais de 50 mil habitantes, o teto subiu para R$ 145 mil reais; e nos demais municípios o teto agora é de R$ 90 mil.
Renda
Já a renda familiar para quem podia se beneficiar do desconto foi ampliada de R$ 3.100,00 para R$ 3.275,00 e o valor máximo que o beneficiário tem direito passou de R$ 23 mil para R$ 25 mil.
Fonte: Infomoney

Ranking de valorização do metro quadrado em João Pessoa


Ranking de valorização do metro quadrado em João Pessoa

Bairro
Metro quadrado médio em junho de 2012
Valor do metro quadrado em dezembro de 2011
Variação entre os dois períodos
Tambaú
R$ 5.785,53
R$ 5.385,93
7,42%
Cabo Branco
R$ 5.375,07
R$ 5.525,06
2,36%
Altiplano
R$ 4.493,96
R$ 4.006,47
12,15%
Manaíra
R$ 4.390,16
R$ 3.984,62
10,19%
Jardim Luna
R$ 4.055,31
R$ 3.891,53
4,21%
Bairro dos Estados
R$ 3.915,17
R$ 3.593,05
8,96%
Bessa
R$ 3.580,38
R$ 3.315,23
7,99%
Bancários
R$ 2.760,26
R$ 2.567,27
7,51%
Geisel
R$ 2.144,22
R$ 2.062,41
3,97%
Valentina
R$ 1.790,68
R$ 1.667,06
7,37%

Novidade na praia!


Condições especiais de Lançamento!

Promoção Comprou, Ganhou Setembro 2012

PROMOÇÃO COMPROU, GANHOU – Regulamento

A PROMOÇÃO COMPROU GANHOU do Imóveis João Pessoa – Gestores em Negócios Imobiliários tem como objetivo premiar os compradores do site www.imoveisjoaopessoa.com.br/ e página do Facebook - Imóveis João Pessoa.

CONDIÇÕES PARA PARTICIPAR:

I - Para ganhar o prêmio basta realizar a compra de um imóvel com valor acima de 200 mil reais.
II - Na compra do imóvel com valor acima de 200 mil reais, o comprador receberá totalmente grátis um Celular/Smartphone Nokia Lumia 800 Azul/Rosa.

III - Após a compra o comprador deve enviar através de uma formulário específico seu NOME COMPLETO, ENDEREÇO COMPLETO, CPF, CEP e E-MAIL PESSOAL.O usuário que não informar qualquer um dos dados mencionados neste item ou informar dados incorretos perderá o direito a receber o prêmio.

1- PERÍODO DA PROMOÇÃO

1.1 - O período da promoção é de 1 de setembro a 1 de outubro de 2012.

1. - O período da promoção acima mencionado refere-se ao prazo que os interessados em participar desta promoção podem efetuar a compra do imóvel junto ao Imóveis João Pessoa.

2 - PARTICIPAÇÃO DA PROMOÇÃO E ENTREGA DOS PRÊMIOS:

2.1 - Para participar da promoção os participantes deverão seguir os seguintes procedimentos:
2.2 - Os interessados que comprarem o imóvel com valor acima de 200 mil reais e efetuar pagamento do sinal no ato da compra e dentro do período da promoção, receberá após o 30º dia oprêmio em questão.

2.3 - Os Prêmios da lista selecionada serão entregues aos participantes através de envio por correio
no endereço informado, sem qualquer ônus.

2.4 - As dúvidas e controvérsias originadas de reclamações dos participantes desta promoção comercial deverão ser dirimidas pelos seus respectivos organizadores.

3 - DA ELEGIBILIDADE DOS PARTICIPANTES:

3.1. A promoção é válida em todo o território nacional e está aberto aos participantes maiores de 18 (dezoito) anos de idade ou, se menores, devidamente autorizados ou representados, na forma da lei, por seus representantes legais.

3.2. Não poderão participar desta promoção os funcionários de qualquer empresa do grupo da Promotora, bem como seus familiares em primeiro e segundo graus, e funcionários e parentes de demais empresas e parceiros envolvidos na elaboração e desenvolvimento da promoção.

4 - DISPOSIÇÕES GERAIS

4.1 - Esta promoção enquadra-se na modalidade “comprou-ganhou”, não implicando em qualquer tipo de concurso, sorteio, vale-brinde ou operações assemelhadas e a entrega do brinde independe de sorte ou competição, não estando, portanto, sujeita à autorização prévia, conforme estabelecido na Lei 5.768/71 e Decreto nº 70.951/72.

4.2 - Os participantes da promoção concordam expressamente em ceder ao Imóveis João Pessoa, gratuitamente e por prazo indeterminado, os direitos de uso de seu nome, imagem, endereço e som de suas vozes para efeito de divulgação desse evento, comprometendo-se, sob pena de desclassificação, a assinar os documentos e recibos exigidos para esses fins pelos promotores.

4.3 - A participação na promoção implica na aceitação total e irrestrita de todos os itens deste regulamento, não cabendo aos participantes qualquer tipo de recurso.


Intermares receberá o seu primeiro shopping



A Paraíba vai ganhar em breve um novo Shopping Center. O maior empreendimento comercial na Paraíba dos últimos anos será erguido no bairro de Intermares, Cabedelo, com expectativa de inauguração no primeiro semestre de 2015.

O Shopping Intermares é uma iniciativa do Grupo Marquise, que fará um aporte de mais de R$ 200 milhões para a construção do projeto, que terá 95 mil metros quadrados de área total, sendo 50 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL), destinada para lojas e equipamentos de lazer e serviço. Além desses valores, são estimados mais de R$ 20 milhões em investimentos dos lojistas nos pontos de venda.

Com dois pisos, o Shopping Intermares vai abrigar 2.400 vagas de estacionamento e 15 lojas âncoras e megalojas. Além disso, vai oferecer aos consumidores paraibanos oportunidade de compras num hipermercado e lazer de alta qualidade com oito salas *premium* de cinema.

O projeto terá assinatura do escritório de arquitetura André Sá & Francisco Mota, considerado um dos maiores do país, com obras realizadas no Brasil e no exterior, nas áreas de planejamento urbano, habitacional, turístico, imobiliário e comercial em diversos estados brasileiros, além de trabalhos bem-sucedidos em Quito (Equador), Kuwait, Dubai (Emirados Árabes).

Com investimentos totalmente oriundos da iniciativa privada, o projeto do Shopping Intermares tem apoio fundamental da prefeitura de Cabedelo e do Governo do Estado, que estão garantindo todo o suporte de infra estrutura para a construção do empreendimento, que vai gerar empregos e divisas.


BENEFÍCIOS
*Geração de empregos diretos e indiretos -* Durante o período de construção do Shopping Intermares, quando boa parte dos recursos privados será investido, a direção do Grupo Marquise prevê a contratação de cerca de 1.500 trabalhadores para conclusão de toda estrutura. Quando o shopping for entregue, a estimativa da direção do Grupo é que sejam gerados mais de 4.500 empregos diretos e indiretos, o que equivale a cerca de 10% da população total de Cabedelo, estimada em 57.900 pessoas, segundo o IBGE.

Dessa maneira, o Grupo Marquise contribui positivamente para o fortalecimento da economia paraibana. Com mais este empreendimento no Estado, novos empregos serão criados, além de fomentar o consumo de matérias-primas, produtos e serviços de empresas locais, colaborando para o crescimento econômico.

*Aumento na arrecadação de impostos -* A estimativa é que os lojistas do novo Shopping Intermares tenham um faturamento anual de cerca de R$ 450 milhões. Isso significa um acréscimo de mais de R$ 77 milhões em arrecadação de impostos para o município (ISS), Estado (ICMS) e União (PIS e Cofins). Vale ressaltar ainda que lojistas e a administração do próprio empreendimento ainda contribuem com outras taxas como IPTU, taxas de lixo, energia, água e saneamento.

*Crescimento Urbano e Valorização da Região -* Localizado em uma das praias mais bonitas do litoral Nordestino, o novo Shopping Intermares vai agregar ainda mais valor ao metro quadrado da região, tornando a área mais desejada por investidores e futuros moradores.

Um novo equipamento comercial com o porte do Shopping Intermares vai fortalecer também toda a cadeia de comércio da região, a exemplo do que já acontece hoje em João Pessoa e em grandes cidades brasileiras.

Além dos aspectos econômicos, essa migração deve trazer também significativos investimentos do setor público em obras estruturantes para garantir o bem estar e a qualidade de vida da população.

*Lazer e entretenimento confortável e seguro -* A chegada do futuro Shopping Intermares traz para o público primário da área de abrangência, os moradores de Cabedelo, João Pessoa, Bayeux e Santa Rita, um moderno equipamento de lazer e entretenimento, num ambiente controlado e seguro para todas as famílias.

Por isso, este é um dos segmentos que mais cresce no país. O setor de shopping centers fechou 2011 com faturamento de R$ 108 bilhões e geração de mais de 775 mil empregos. Em termos de aumento de empreendimentos, em 2006 o Brasil tinha 351 shoppings e deve fechar este ano com 466 em operação. A Paraíba conta com seis equipamentos e em breve a população de Cabedelo vai ganhar seu primeiro shopping center.

*SOBRE O GRUPO MARQUISE*
Com 37 anos de existência, o Grupo Marquise é formado por dez empresas, conta com mais de 6 mil colaboradores, atua em 17 cidades, levando experiência em diversos segmentos, como Engenharia de Infraestrutura, Serviços Ambientais, Incorporação, Finanças, Hotelaria, Comunicação e Shopping Center.

Graças à um moderno modelo de gestão integrada, acompanhada de incentivo ao desenvolvimento humano e tecnológico, o Grupo Marquise é destaque nacional e é, hoje, a maior e melhor empresa de Construção e Engenharia do Nordeste.

Fonte: PB Agora



Dicas de como baratear o financiamento da sua casa


Consultor financeiro Gustavo Cerbasi e especialista em crédito imobiliário Marcelo Prata dizem o que levar em conta para deixar o financiamento mais leve para o bolso

Ao se tornar sócio da consultoria de financiamentos imobiliários Canal do Crédito, o guru Gustavo Cerbasi pretende pôr em prática um programa de educação financeira para quem vai financiar o seu imóvel. Nas oito dicas abaixo, o consultor financeiro e o presidente da consultoria, Marcelo Prata, mostram quais despesas comumente esquecidas devem ser postas na ponta do lápis para quem está de mudança para uma casa financiada e como tornar essa longa e pesada dívida mais barata e justa no orçamento.
1. Ao se mudar para um bairro mais caro, calcule um aumento de 15% a 20% nos gastos
Mudar-se para um bairro mais nobre implica maiores gastos na padaria, supermercado e escola. “Na dúvida entre dois imóveis, é melhor optar pelo que tem valor de 15% a 20% mais baixo, porque esta parcela normalmente é o que é destinado ao novo custo de vida no local”, diz Cerbasi. “É a mesma coisa que ocorre quando você compra um DVD Blu-Ray que, além de ser mais caro que o normal, envolve a compra dos discos Blu-Ray, que são mais caros que os outros”, comenta. 

Cerbasi também diz que muitas dívidas com financiamentos ocorrem quando o proprietário calcula o gasto mensal com as parcelas e se esquece de calcular os gastos agregados, como o novo custo de vida, a manutenção do imóvel, as contas de energia, gás, IPTU, reformas e principalmente gastos variáveis, com lazer. “O financiamento do imóvel está previsto, mas não se prevê o gasto com cinema, restaurante e aí este gasto é passado para o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito, levando a dívidas”, explica.
2. Considere que taxas e impostos correspondem a 4% do valor financiado
Segundo Marcelo Prata, sócio e fundador do Canal do Crédito, cerca de 4% do valor do imóvel é usado para pagar apenas taxas e impostos. “Eu já vi algumas pessoas chegarem na hora da compra sem saber que estes gastos estavam envolvidos”, diz Prata.
Basicamente, os gastos envolvidos são: ITBI (Imposto sobre transmissão de bens imóveis), que varia de acordo com a cidade, mas gira em torno de 2% do valor total do imóvel; taxas cartorárias, que ficam em torno de 1% do valor do imóvel e oscilam de acordo com o valor da propriedade e da localização; e as taxas de análise jurídica, cobradas pelos bancos na hora de contratar o financiamento, que também podem variar em torno de 1% do valor total.
3. Não comprometa mais que 30% da renda
Cerbasi recomenda que sejam comprometidos, no máximo, de 25% a 30% da renda mensal em um financiamento. Para não cair na tentação de fazer um financiamento mais caro e depois não conseguir arcar com os custos, o consultor diz que o segredo é inverter a ordem das escolhas. Ou seja, em vez de buscar os imóveis e fazer a escolha baseada nos preços, é importante ter todos os gastos previstos em mente e a capacidade de comprometimento com o financiamento para depois avaliar as opções de compra. 
Segundo Cerbasi, pode ser muito melhor morar em uma casa aquém do desejado, mas onde se tenha uma capacidade de gastos maior no dia a dia. “Do que adianta viver em uma casa grande, mas na monotonia?”, pondera. 
4. Prefira os menores prazos: 15 anos para imóveis novos e sete anos para usados
Cerbasi ressalta que os prazos ideais de financiamento seriam de 15 anos para um imóvel novo e sete anos para um imóvel usado, uma vez que, depois destes prazos, provavelmente o proprietário terá que arcar com custos de reforma. Se o financiamento não estiver quitado então, os gastos somados podem pesar demais no orçamento.
Cerbasi afirma que o melhor é sempre fazer o financiamento no menor prazo possível. “Nós conseguimos dominar a segurança financeira no prazo curto, mas em 30 anos, por exemplo, é muito mais difícil prever as condições que o comprador terá para pagar o financiamento. Entre um financiamento de 30 anos e 25 anos, prefira o de 25 anos”, diz.
5. Recém-casados: esperem cinco anos para comprar um imóvel
Cerbasi explica que o financiamento deixa o casal exposto a diversas limitações de renda, de oportunidades de emprego e de mobilidade. Por isso, o ideal é que eles só comprem o imóvel depois de cinco anos de casados. “Para recém-casados a renda ainda é muito instável e limitada. Por isso, muitos jovens ainda querem mudar de emprego. Um aluguel, como um elemento de flexibilidade, é oportuno, e poder se mudar para ficar perto do trabalho, por exemplo, ajuda a economizar no transporte. Depois de comprar uma casa diminuem as chances de se conseguir um emprego para morar longe", diz.
Ele sugere que os recém-casados aluguem uma quitinete, por exemplo, enquanto poupam o valor para a compra do apartamento antes de entrar em um financiamento. Ele ressalta, no entanto, que se o valor pago pelo aluguel for superior ao de um financiamento, vale considerar se o investimento vale a pena, mesmo com todos os comprometimentos que a decisão pode gerar.
6. Prefira taxas pós-fixadas
Com as quedas nos juros, as taxas pós-fixadas e a tabela SAC (Sistema de Amortização Constante) se tornam a melhor opção para o mutuário. Na tabela SAC, são pagas parcelas mais altas no início e o valor cai conforme a dívida é amortizada. O valor do pagamento da dívida permanece constante, enquanto o valor correspondente ao pagamento de juros diminui progressivamente.
A conjuntura atual, de mudanças na economia, se mostra favorável para o comprador ter maior fôlego para arcar com parcelas mais altas no início dos pagamentos.
Cerbasi acredita também que a tendência das quedas nas taxas deve se manter, favorecendo taxas pós-fixadas. “Os juros devem cair ainda e as taxas prefixadas podem ficar muito caras diante de taxas mais baixas ”, explica. As taxas prefixadas são definidas no início do financiamento e as pós-fixadas variam de acordo com a Taxa Referencial e índices atrelados à inflação, como IGP-M ou IPCA . 
No caso da tabela Price, as parcelas são fixas. No começo do pagamento, o valor abatido do saldo devedor é muito baixo, porque a maior parte da parcela é composta pelos juros.
7. Pesquise entre os bancos as melhores condições
Com as recentes reduções nas taxas de juros, a diferença nas taxas cobradas entre um banco e outro podem ser significativas. Além de visitar diferentes agências para consultar as opções, o comprador pode fazer simulações do financiamento pela internet. Existem consultorias que oferecem esse serviço. OCanal do Crédito é uma delas, e o serviço é gratuito. Em consultorias como a Crédito Imobiliário Fácil e a Financiar Casa (antiga Sagace), o serviço é cobrado.
8. Portabilidade só é vantajosa se a diferença de juro for de no mínimo 1,5%
As taxas menores também podem ser vantajosas para quem já tem um financiamento e quer aproveitar as taxas mais baixas de outro banco. É possível migrar a dívida por meio da chamada portabilidade de crédito. Marcelo Prata, sócio-fundador do canal do Crédito, dá uma dica que pode ajudar o mutuário a perceber de maneira simplificada se vale a pena fazer a transferência: “Se a diferença entre a taxa de um banco e outro for maior ou igual a 1,5% vale a pena fazer a portabilidade”, diz.
Se for verificada a diferença maior ou igual a 1,5%, o proprietário deve: observar a taxa de juro cobrada no atual financiamento e no financiamento cotado; calcular a diferença entre a soma das prestações que restam no banco atual e as que serão pagas se a dívida for transferida para outro banco; e por fim, deve subtrair as taxas de cartório cobrada pela alteração do financiamento, a diferença entre os custos dos seguros de cada instituição e entre as taxas de administração.
Ao fazer a portabillidade, o proprietário paga novamente as mesmas taxas cartorárias que pagou no início do financiamento, a taxa de averbação do valor declarado (pelo cancelamento do financiamento) e a de registro do novo financiamento, que variam de acordo com o valor do imóvel e com a região, podendo chegar a 1% do valor da propriedade. Assim, se os gastos com cartório forem muito altos, o valor gasto no presente pode não compensar a economia com parcelas futuras. 



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Caixa corta juros e dá mais prazo para comprar material de construçã


A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira (23) o corte dos juros cobrados na linha Construcard, que financia a compra de material de construção. O banco também ampliou o prazo máximo de financiamento nessa linha.
A taxa mínima do Construcard passou de 1,96% ao mês para 1,40% ao mês. A máxima, que era de 2,35% ao mês, agora é de 1,85% ao mês.
O prazo máximo de financiamento, que antes era de 60 meses, foi ampliado para até 96 meses.
As novas taxas e o novo prazo máximo valem a partir desta segunda (23).
Dados da Caixa mostram que, nos últimos cinco anos, o Construcard já beneficiou mais de 1,2 milhão de  famílias, emprestando cerca de R$ 15 bilhões.
A linha Construcard é oferecida para compra de material de construção apenas em estabelecimentos conveniados. A lista pode ser consultada no site do banco. Não há limite máximo de financiamento.
Fonte: UOL

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O economista Geraldo Roberto Fernandes Soares disse que gostou do que viu quando optou por comprar um apartamento usado
O economista Geraldo Roberto Fernandes Soares disse que gostou do que viu quando optou por comprar um apartamento usado
Apesar das vantagens da compra de um imóvel na planta, que é mais barato do que um já construído, há quem não possa aguardar por meses até a entrega das chaves. Seja pela necessidade imediata de moradia ou por preferir conhecer o empreendimento pronto, a opção é a ideal para grande parte dos consumidores.

Diretor de prontos da Brasil Brokers/Gribel Pactual, Fernando Carnevalli confirma que a principal vantagem é o fato de o comprador poder fazer uso imediato do imóvel. Fora isso, há a possibilidade de escolhê-lo em um bairro ou região já consolidada, com infraestrutura desenvolvida. “Além disso, podem-se comprovar características como ventilação, nível de ruído, posição do empreendimento, segurança, entre outras, trazendo para o adquirente total conhecimento do que está comprando”, acrescenta.

Há quem goste de pisar e conhecer o imóvel antes de adquiri-lo, o que só é possível nesse caso. “Para alguns, é uma questão de segurança conhecer o empreendimento antes da compra, ver cada cômodo e visualizar como ficará a disposição dos móveis. Nem todo mundo tem essa dimensão só pela planta”, pondera. Para o diretor, os decorados e as imagens oferecem uma boa noção de como ficará o local depois de construído, mas, em um imóvel pronto, a pessoa tem a ideia perfeita de como tudo poderá ficar.

O sócio-diretor da Mirian Dayrell Imóveis, Adriano Sampaio, lembra ainda que há situações em que o que foi planejado escapa ao controle do morador que opta por um empreendimento na planta. “Hoje em dia, estão ocorrendo muitos atrasos, deixando o cliente em situação delicada. No imóvel pronto, o material já está todo instalado e testado”, avalia.

Estrutura
No que se refere ao investimento financeiro, Carnevalli diz que, no caso dos imóveis já prontos, o comprador fica isento da oscilação dos valores de mercado e custos de obra inerentes ao empreendimento na planta, “adquirindo o imóvel pelo preço negociado”, destaca.

Entre os pontos negativos – se é que podem ser chamados assim – da aquisição de imóveis prontos há a necessidade de ter uma reserva de, no mínimo, 20% do valor do imóvel para poder efetuar a compra. “O sistema financeiro oferece crédito no valor máximo de 80%, salvo exceções raras e específicas”, lembra Carnevalli.

Ciente dos prós e contras que envolvem a aquisição de um imóvel já pronto, é preciso, ainda, estar atento a outras características antes de fechar o negócio, “como localização, estrutura do edifício e do apartamento – nesta, incluída a análise da idoneidade da construtora –, desenvolvimento do entorno e valores de IPTU e condomínio compatíveis”, enumera.

Analisando esses aspectos, o economista Geraldo Roberto Fernandes Soares decidiu-se pelo imóvel pronto. A impossibilidade de esperar por uma obra ser finalizada contou muito em sua escolha. “Queria um imóvel para me mudar, sem ter que aguardar o tempo de construção, que, geralmente, é de, no mínimo, três anos”, justifica.

Além disso, Geraldo Soares cita como vantagem o fato de desembolsar reserva financeira dentro de suas perspectivas. Também há mais segurança quanto ao imóvel propriamente dito, já que o comprador pode ver como ele realmente é. “Às vezes, o imóvel adquirido na planta pode nos reservar algumas surpresas desagradáveis”, diz.

Novas regras da Caixa para financiamento da casa própria


A partir desta segunda-feira (11), passam a valer as novas regras da Caixa Econômica Federal para os financiamentos habitacionais. Pelo novo modelo, os mutuários terão mais cinco anos para quitar os empréstimos. A Caixa ampliou o prazo do crédito habitacional de 30 anos para 35.
Os empréstimos serão feitos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Os financiamentos do SBPE beneficiam apenas os mutuários que ganham mais de R$ 5.400 por mês ou que adquirirem imóveis de mais de R$ 170 mil.
A Caixa também reduziu as taxas de juros para essas modalidades. Para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), as taxas caíram de 9% para 8,85% ao ano. Para os imóveis fora do SFH, os juros passaram de 10% para 9,9% ao ano.
A instituição também ampliou o prazo dos financiamentos para a construção de casas e apartamentos com recursos da poupança.
A partir desta semana, as construtoras e incorporadoras terão 36 meses para pagar os empréstimos. Antes, o prazo correspondia a 24 meses. Os juros dessas linhas também foram reduzidos de 11,5% para 10,3% ao ano.
Para a construção de imóveis comerciais, os juros efetivos caíram de 14% para 13% ao ano. Nas operações de financiamento para a construção e aquisição de imóvel para uso próprio, a empresa pagará taxa de 12,5% ao ano, ante 13,5% cobrados atualmente.
Em todos os casos, o mutuário também pagará a Taxa Referencial (TR), juros variáveis cobrados nos financiamentos imobiliários. No entanto, as taxas efetivas podem ficar ainda menores se o mutuário for correntista da Caixa.
As mudanças não valem para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que inclui o programa "Minha Casa, Minha Vida". Para essas modalidades de financiamento, o prazo continua sendo 30 anos.
No dia 5, o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, disse que o aumento do prazo dessas linhas de crédito depende de aprovação do Conselho Curador do FGTS. “A Caixa já pediu autorização ao Conselho Curador para aumentar o prazo.”
De acordo com o vice-presidente, a Caixa estima em R$ 96 bilhões a concessão de financiamentos habitacionais para este ano, ante R$ 80 bilhões do ano passado. Até maio, a instituição havia emprestado R$ 36,7 bilhões, contra R$ 25 bilhões nos cinco primeiros meses do ano passado.
Fonte: UOL


Promessa de construção = Registro de Incorporação!

 Registro do memorial de incorporação demonstra transparência e dá segurança ao comprador sobre intenção da construtora de entregar imóvel vendido na planta.

     Obrigatório por lei, o memorial de incorporação, documento que deve ser elaborado antes mesmo do lançamento das obras, muitas vezes é negligenciado pelas construtoras, que não providenciam seu registro em cartório de imóveis antes de comercializar as unidades.
      Isso acontece, na maioria dos casos, devido a irregularidades na documentação da construtora. Afinal, o registro do memorial de incorporação em cartório - como obriga a lei brasileira no4.591/1964, que dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias -, exige que a construtora apresente documentos que comprovem idoneidade e condições financeiras mínimas, assegurando que o empreendimento será entregue.


Prevenção sem garantia

      "A existência do memorial não é garantia absoluta de entrega do imóvel, mas é uma consulta preventiva que dá sinais positivos da viabilidade da construção", afirma José Geraldo Tardin, presidente do Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo).
      Em Brasília, Tardin testemunhou dois casos de construtoras que venderam imóvel na planta sem registro do memorial. No primeiro, uma consumidora adquiriu um apartamento para investimento e, ao revender, teve o negócio negado pela Caixa Econômica Federal, que seria o agente financiador do comprador e que não formaliza contratos de compra e venda se o imóvel não tiver memorial de incorporação.

Descrição do memorial
     O memorial de incorporação tem o objetivo de evitar fraudes e dar garantias ao comprador. Afinal, ao comprar um imóvel que não começou a ser construído, o consumidor adianta boa parte do capital para fechar o negócio, sem garantia de que a obra será concluída, explica o promotor Leonardo Bessa.
     Dessa maneira, o memorial, a ser registrado no cartório de imóveis da região da construção, é composto de 15 documentos, entre os quais certidões negativas de débitos com a Receita Federal e Previdência Social; prova de propriedade do terreno; projeto de construção do empreendimento devidamente aprovado junto ao órgão competente; e discriminação detalhada do acabamento e material que serão utilizados.

Omissão suspeita
    Se a publicidade não informar o número do memorial, o consumidor deve desconfiar de irregularidades na obra. Em Brasília, os jornais passaram a ser obrigados a vincular este tipo de anúncio somente com o número do memorial, sob pena de responsabilidade solidária. A partir do registro deste documento, os compradores dos imóveis podem levar para registro no cartório de imóveis seus contratos de promessa de compra e venda, ou de compra e venda definitiva. "Essa é a maior garantia, porque o comprador torna-se titular de um direito real, cuja garantia de cumprimento limita-se à idoneidade e solvência da empresa incorporadora", afirma.

Como registrar o memorial de incorporação
    Reunidos os documentos abaixo discriminados, os mesmos devem ser levados para análise do cartório de registro de imóveis referente à área em que se encontra o imóvel. Daí, o órgão terá até 30 dias para fazer o registro do documento.
    Depois de registrado, o memorial de incorporação será anexado à matricula do empreendimento, ficando disponível para consulta pública. O número do memorial de incorporação, a ser fornecido pelo cartório, deverá ser informado no contrato de compra e venda das unidades imobiliárias, bem como em qualquer ação de marketing que a construtora fizer - jornais, revistas, rádio, televisão, Internet e outdoors.

Confira quais são os documentos necessários para registrar o memorial de incorporação acessando:

Fonte: lei no 4.591, de 16 de dezembro de 1964.



Cartilha de Manutenção dos Consertos do Imóvel Alugado

QUEM PAGA OS CONSERTOS NO IMÓVEL LOCADO As dúvidas são muitas quando se trata de  consertos no imóvel locado  e quem deve arcar com...