Carta de Crédio FGTS - Uma modalidade de Financiamento Habitacional CAIXA!

Financiamento de até 90% do valor do imóvel e 30 anos para pagar.
A CAIXA e o FGTS ajudam você e sua família a comprar seu imóvel novo ou usado, e o melhor você não precisa ter conta do FGTS.
Confira como funciona, as condições e as melhores vantagens.

COMO FUNCIONA

  • Você faz a simulação para saber de quanto vai precisar para comprar a casa;
  • Depois, confere a documentação que deverá levar à CAIXA para pedir o financiamento;
  • A CAIXA recebe e analisa a sua documentação,e, após a aprovação do avalia seu cadastro, mostra para você as condições permitidas para a compra do seu imóvel, como, por exemplo, possibilidade de usar o FGTS, o valor de financiamento, a prestação e o prazo para pagar;
  • Depois da aprovação do seu cadastro, a CAIXA faz a avaliação do seu imóvel, e você assina o contrato.

O QUE VOCÊ PRECISA PARA COMPRAR SEU IMÓVEL

  • Ter mais de 18 anos ou ser emancipado com 16 anos completos;
  • Ser brasileiro ou possuir visto permanente no país;
  • Possuir capacidade civil e de pagamento;
  • O seu nome não pode estar em cadastros de devedores, como SERASA;
  • Você não pode ser proprietário, cessionário, estar comprometido ou ter direito de compra de outro imóvel residencial urbano, concluído ou em construção em um dos locais abaixo:
    • no município de domicílio, incluindo os limítrofes e integrantes da mesma região metropolitana;
    • no município de exercício de ocupação principal, incluindo os limítrofes e integrantes da mesma região metropolitana;
    • no município onde pretende fixar residência;
  • Você não pode possuir financiamento ativo nas condições estabelecidas para o Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em qualquer parte do País;
  • A prestação não pode ser maior que 30% da sua renda familiar mensal bruta;
  • A garantia do financiamento é a alienação fiduciária* do imóvel.
  • Não ter recebido desconto do FGTS em outro financiamento habitacional;
  • O imóvel deve ser utilizado para sua moradia.
(*) A alienação fiduciária funciona assim: o imóvel é dado como garantia de pagamento ao financiamento feito com a CAIXA, mas você usa o imóvel até o fim do pagamento do financiamento.

VANTAGENS DO FINANCIAMENTO

  • Pode ser pedido para imóvel novo** ou usado e ser feito no Sistema Financeiro de Habitação (SFH);
  • Você tem até 30 anos para pagar e pode financiar até 90% do valor do imóvel;
  • O seu FGTS pode ser usado como parte do pagamento do imóvel no SFH;
  • A taxa de juros é a partir de 5% ao ano;
  • Redução na taxa de juros de 0,5% para quem possui 36 contribuições sob o regime do FGTS;
  • Clientes CAIXA com renda superior a R$ 5.000,00 tem condições especiais;
  • A garantia do financiamento é a alienação fiduciária* do imóvel.
(**) Imóvel novo é aquele com até 180 dias de expedição do "habite-se" ou documento equivalente, expedido por órgão municipal competente ou que tenha mais de 180 dias da expedição do "habite-se" e ainda não tenha sido habitado, alienado ou doado.
VEJA O QUE VOCÊ VAI PAGAR
1. ATÉ A CONTRATAÇÃO:
  • Taxa de Avaliação de Bens Recebidos em Garantia: 1,5% sobre o valor do financiamento no ato da assinatura do contrato.
  • Primeiros prêmios de seguro por Morte ou Invalidez Permanente (MIP) e Danos Físicos no Imóvel (DFI).
2. DURANTE O FINANCIAMENTO:
  • Parcela de amortização/pagamento e juros;
  • Taxa de administração de R$ 25,00, renda familiar bruta mensal superior a R$3.275,00;
  • Prêmios de seguro por Morte ou Invalidez Permanente (MIP) e Danos Físicos no Imóvel (DFI).

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Dicas de como definir o valor de seu imóvel

Existem algumas maneiras de avaliar o preço do seu imóvel. Umas são mais apuradas e indicadas para quem deseja estipular um valor mais preciso ao colocar o imóvel à venda. Outras, mais superficiais, podem ser indicadas para quem apenas quer ter uma noção sobre o valor do seu patrimônio. Confira a seguir o que fazer para precificar seu imóvel:

Consulte um corretor
Para quem precisa definir um valor para o imóvel porque tem o objetivo de vendê-lo, o melhor caminho é a consulta a um corretor de imóveis.

Quando o imóvel é colocado à venda em uma imobiliária o mais comum é que ela faça a avaliação sem cobrar nada por isso. Mas, caso o proprietário queira consultar um corretor apenas para isso, ele cobrará um valor à parte pelo serviço.

Os Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis divulgam em seus sites uma tabela com os honorários dos principais serviços executados por corretores, como os percentuais de comissões por venda, locações e avaliações do valor do imóvel. Em São Paulo, uma avaliação por escrito é fixada em 1% do valor do imóvel e um parecer verbal custa, no mínimo, uma anuidade do Creci, que em 2013 é de 456 reais.

Segundo o presidente do Creci, José Augusto Viana Neto, na maioria dos casos os corretores visitam o imóvel e sugerem o valor ao proprietário verbalmente. Mas, também é possível solicitar uma avaliação documentada, o chamado “Parecer técnico de avaliação mercadológica”. “Esse documento fornece um valor para o imóvel e explica em detalhes porque foi determinado aquele preço. Ele inclui dados da estrutura do imóvel, comparativos de imóveis semelhantes vendidos na região e informações sobre zoneamento, infraestrutura e de mobilidade urbana”, diz.

Qualquer corretor pode opinar sobre o valor de uma propriedade, mas para elaborar o parecer técnico, o profissional precisa ter o título de avaliador imobiliário, que é garantido a corretores que têm diploma de curso superior em gestão imobiliária ou de especialista em avaliação imobiliária concedido por cursos do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci). É possível consultar a lista dos corretores com título de avaliador imobiliário no Cadastro Nacional de Avaliadores Imobiliários (CNAI), no site da Cofeci.
Viana explica que o documento é essencial em situações nas quais parentes ou cônjuges em processo de divórcio discordam sobre o valor de um imóvel herdado ou compartilhado prestes a ser vendido. Também é usado em permutas de imóveis ou em caso de inadimplência, quando o imóvel é tomado por um banco e o proprietário considera que a propriedade tem um valor maior do que aquele indicado pela instituição.

Para proprietários que não se encontram nessas situações, o parecer técnico pode ser apenas uma maneira de se resguardar nas negociações. “O parecer técnico é muito bom para que a pessoa não tenha ansiedade ao fazer o negócio, porque o proprietário passa a conhecer o preço de mercado do seu imóvel e entende exatamente se está o vendendo por um preço acima ou abaixo do seu valor”, afirma o presidente do Creci.

Ele acrescenta que, no caso da venda de imóveis usados, como a negociação é permeada por muitas contrapropostas, o parecer técnico é apresentado para dar base ao valor estipulado pelo vendedor.
Engenheiros e arquitetos também podem definir valores para imóveis, ou elaborar pareceres técnicos. Mas, segundo Viana Neto, a consulta a corretores é fundamental porque eles estão intimamente envolvidos com o mercado imobiliário da região. Em função disso, engenheiros e arquitetos que fornecerem pareceres devem consultar um corretor.
João Pessoa - PB

Acesse sites que o ajudem a estimar o valor do seu apartamento
Para quem apenas deseja ter uma ideia de quanto está valendo o seu imóvel, a opção mais indicada é fazer uma busca pela internet. Alguns sites, como o “Quanto Vale meu Apê?” e o “123i”, possuem ferramentas que permitem ao usuário encontrar estimativas sobre o valor exato do seu imóvel ou de imóveis parecidos em um mesmo bairro.

No Quanto Vale meu Apê, o usuário informa a área, o número de dormitórios, suítes, vagas do imóvel e a sua localização. O sistema fornece então uma estimativa de mercado do preço de imóveis similares localizados no mesmo bairro. O serviço é disponível para os estados de Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e do Distrito Federal.

Já o 123i informa exatamente o valor estimado dos imóveis de um determinado edifício, mas por enquanto o serviço só inclui dados de imóveis em São Paulo, capital.

A precificação dos imóveis no 123i é feita a partir de pesquisas realizadas por profissionais do portal, que vão diretamente aos edifícios para coletar informações técnicas com zeladores e síndicos, como a idade do prédio, a metragem dos apartamentos e os valores das últimas negociações. Além disso, imobiliárias, corretoras, proprietários e pessoas que conhecem os imóveis também podem fornecer dados sobre a propriedade no site, inclusive sugerindo outros valores.

Segundo o 123i, por meio de análises estatísticas, informações históricas de transações e do uso de algoritmos é possível inferir estimativas científicas de valor para um imóvel padrão de um determinado edifício. “Se um usuário coloca um valor diferente, nós temos uma equipe de estimativa que avalia essa contestação para checar se a informação faz sentido”, explica Rafael Guimarães, diretor de operações do site.
É importante ressaltar que os valores fornecidos pelo 123i não podem ser usados como uma avaliação formal. E isso é destacado no próprio site, no campo “Como funciona”, que informa que as avaliações formais só podem ser feitas por corretores autorizados pelo Creci e que a estimativa serve apenas como uma referência para o mercado.

Pesquise valores de imóveis similares

Buscar preços de imóveis similares à venda na mesma rua, ou em endereços próximos também pode ajudar quem quer uma ideia do valor do seu imóvel sem preciosismo, ou para quem quer se certificar de que a avaliação já feita por uma imobiliária está dentro dos parâmetros para a região.

Rafael Guimarães, do 123i, afirma que verificar entre oito e dez ofertas é o suficiente para montar uma estimativa. “O ideal é que se verifique ofertas de apartamentos do mesmo tamanho em edifícios com idade semelhante e padrão arquitetônico parecido”, diz.
A melhor referência pode ser encontrada no seu próprio edifício, de acordo com valores praticados em vendas recentes.
Caso você não encontre anúncios próximos à sua casa na internet, a saída é fazer uma caminhada pela região e se informar com porteiros, zeladores e moradores sobre quanto custam os imóveis por lá.

Segundo Nelson Parisi, presidente da Rede Secovi de Imóveis, comparar o valor de imóveis semelhantes pode, de fato, ajudar o proprietário a ter uma segunda opinião depois de feita uma avaliação do imóvel, mas para quem quer vender o imóvel, a consulta a corretores é imprescindível, já que se trata de um bem de alto valor. “Principalmente se for uma casa, não adianta fazer a comparação com outras casas na mesma rua, porque as casas são muito diferentes e os valores podem variar por questões muito específicas e o proprietário pode fazer uma estimativa errada”, afirma.

Entenda o que pode influenciar o valor
O valor de um imóvel é afetado por inúmeros fatores, tanto racionais, quanto emocionais. Mas alguns critérios se destacam para a formação do preço, como a localização, o tamanho, o estado de conservação, a área de lazer do condomínio e fatores mercadológicos que influenciam a oferta e a procura dos imóveis.

O presidente do Creci-SP, José Augusto Viana, explica que muitas vezes dois apartamentos podem ser aparentemente muito semelhantes, mas alguns detalhes podem tornar seus preços muito distintos. “Às vezes, dois imóveis ficam em um mesmo bairro, na mesma rua e muitas vezes dentro do mesmo prédio, mas têm valores diferentes porque um deles fica no lado esquerdo e outro no lado direito, por exemplo”, diz.

Andares mais altos costumam ser mais caros, assim como apartamentos voltados para a face norte em regiões frias, uma vez que eles são mais ensolarados. E em uma mesma região, um prédio mais novo, com uma fachada mais atraente também poderá ter um preço maior do que um imóvel em um prédio antigo, mesmo que sua área seja maior.

Fonte: Revista Exame

Cartilha de Manutenção dos Consertos do Imóvel Alugado

QUEM PAGA OS CONSERTOS NO IMÓVEL LOCADO As dúvidas são muitas quando se trata de  consertos no imóvel locado  e quem deve arcar com...