Feliz ano novo - Que venha 2011 !

Programa Minha Casa, Minha Vida atinge 50% da meta na Paraíba

Desde abril de 2009 até agora, empresários da construção civil foram contratados para construir e entregar 875 mil moradias do programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida. Menos do que a meta oficial de 1 milhão de casas. Na verdade, apenas 207 mil foram de fato entregues, de um total de 761 mil contratadas pela Caixa Econômica Federal (CEF). O déficit atual é da ordem de 5 milhões de moradias.

Na Paraíba, Amazonas, Roraima, Rondônia, Tocantins, Distrito Federal, Ceará e Amapá, o resultado foi decepcionante (igual ou inferior a 50% do projetado), embora, com a exceção do Distrito Federal, neles não haja escassez de áreas edificáveis de baixo valor, ou seja, propícias à implantação do programa. Em Alagoas, Goiás, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná as metas foram superadas, destacando-se a Região Sul, onde 142,4 mil unidades foram contratadas.

O programa federal previa a construção de 400 mil unidades para a população com renda de até três salários mínimos; mais 400 mil para a faixa de três a seis salários mínimos; e 200 mil para as famílias com vencimentos entre seis e dez salários mínimos. Transcorridos quase dois anos, o andamento das obras varia muito e em alguns Estados apenas houve pleno cumprimento das metas.

As metas tampouco foram atingidas em Estados onde há forte demanda de moradias, caso do Rio de Janeiro (62%), Bahia (69%), São Paulo (82%) e Minas Gerais (85%). Nesses casos, o custo dos terrenos tem sido realmente um fator impeditivo da construção de moradias populares. No Rio e em Salvador, as prefeituras já estudam a aquisição de áreas das Forças Armadas e do INSS. E, para a próxima fase do programa, está sendo avaliada a construção de moradias em áreas em fase de regularização.

O Minha Casa, Minha Vida poderia ter avançado mais, com oferta em tempo hábil de áreas públicas com infraestrutura, menos gargalos burocráticos e maior competência administrativa. O problema agora é saber se as moradias contratadas serão entregues no prazo aos compradores que lotaram as feiras de imóveis organizadas pela CEF em todo o País.

Dadas as dificuldades de contratação de mão de obra e falta de áreas nos municípios mais populosos e de maior adensamento, as próximas etapas do programa deverão ser mais difíceis, exigindo maior articulação entre as esferas de governo.

Fonte: Estadão

Vendo apartamento no Bessa - Novo


Prédio novo, excelente localização. Com interfone, antena coletiva de TV, portão automático, esquadrias bronze com vidros verdes, água individual.
Temos também apto com 3 dormitórios, térreo com quintal. 
Aceita-se financiamento. 
Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.
Apt-101 – Térreo – 147,50m²  + garagem  (03 quartos (01 suíte) + Quintal)=R$ 195.000,00
Apt-201 – 1° andar – 58.15m² + garagem (02 quartos (01 suíte)) =  R$  145.000,00
Apt-202 – 1° andar – 56.64m² + garagem (02 quartos (01 suíte)) =  R$ 145.000,00
Apt-203 – 1° andar – 64,70m² + garagem (02 quartos (01 suíte)) =  R$ 165.000,00
Apt-301 – 2° andar – 58.15m² + garagem  (02 quartos (01 suíte)) =  R$ 145.000,00
Apt-302 – 2° andar – 56.64m² + garagem  (02 quartos (01 suíte)) =  R$ 145.000,00
 Apt-303 – 2° andar – 64,70m² + garagem ( 02 quartos (01 suíte)) =  R$ 165.000,00

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Pesquisa de Mercado

Vendo apartamento em Intermares

Apartamento novo em Intermares

Localizado próximo à praia.

Apartamento com três dormitórios, sendo uma suíte por apenas R$ 190.000,00. AC: 75,72M²

Posição nascente

Restam poucas unidades

Rua calçada, com elevador.

Entre em contato conosco.

Venda de apartamento no Bessa

EXCELENTE OPORTUNIDADE NO BESSA! 

SALA 2 AMBIENTES COM VARANDA E PISO EM GRANITO
3 SUÍTES SENDO QUE A SUÍTE MASTER COM ARMÁRIOS, POSSUI VARANDA E BANHEIRA DE HIDROMASSAGEM E BLINDEX
COZINHA COM ARMÁRIOS
DESPENSA
ÁREA DE SERVIÇO
DCE
2 VGS
ELEVADOR
PISCINA
PLAY GROUND
SL DE FESTA
SL DE JOGOS
NASCENTE
MONITORAMENTO 24HS

ÁREA ÚTIL: 149,90 M²
ÁREA TOTAL: 191,90 M²
CONDOMINIO: R$ 430,00
VALOR: R$ 340.000,00

MAIS FOTOS NO LINK:
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Imóvel é ganho certo - Investir em casas e apartamentos com preço entre 80 000 e 200 000 reais é um bom negócio.

Embora muitos digam o contrário, os especialistas garantem: investir em imóveis é uma boa opção. Nos últimos dez anos, a valorização mínima de um imóvel ficou entre 1% e 2% acima da inflação do ano. O levantamento é do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi) e mostra que, em cidades como São Paulo, não foram poucos os bairros em que a valorização de um imóvel, nesse período, chegou a 100%. Em tempos de estabilidade e economia amadurecida, o conceito de investimento imobiliário adquiriu roupagens para além de uma casa, um apartamento ou uma sala comercial para revender ou alugar. Hoje, ativos imobiliários são significado de fundo de investimento, especulação e até de alavancagem.

Na avaliação dos especialistas, todas as opções são boas, dependendo de quem investe e de seus objetivos. Antes de dar o primeiro passo rumo aos imóveis, o investidor deve saber que o conceito de diversificação sempre vale. "Os imóveis devem consumir entre 20% e 40% do patrimônio do investidor", diz João Crestana, presidente do Secovi. Em seguida, vem a estratégia, que depende do risco a ser assumido, do tempo para se dedicar ao investimento e da quantia disponível para a aplicação. Se o investidor tem entre 80 000 e 200 000 reais, está dentro do grupo que pode aliar boa rentabilidade a baixo risco.

ATÉ 200 000 REAIS
Com essa quantia é possível comprar uma sala comercial ou um apartamento de um ou dois quartos num bairro central de metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro. Ou então um apartamento ou casa de dois ou até três quartos em bairros de periferia. Essa é a faixa de maior liquidez e rentabilidade. "A liquidez de um imóvel está ligada à renda média da população e à possibilidade de uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na compra do imóvel. Essa é a faixa mais fácil de comercializar e alugar. É a que mais valoriza", diz Luiz Calado, vice-presidente do Ibef, que acaba de lançar, pela Editora Saraiva, o livro Imóveis – Seu Guia para Fazer da Compra e Venda um Grande Negócio. Luiz Calado ressalta que, mesmo dentro dessa faixa, é necessário saber escolher para não fazer um mau negócio. E dá as dicas básicas. Bairro e rua com boa infraestrutura de saneamento, água, luz, coleta de lixo e transporte, além de serem livres de enchentes e considerados seguros, são fundamentais para um bom negócio.

O diretor-geral da Brazilian Mortgages, Fábio Nogueira, faz outros alertas. Ele ressalta que grandes cidades — São Paulo, em especial — registraram aumentos de preços de imóveis nos últimos anos, o que exige cada vez mais atenção dos investidores na hora de identifi car um bom negócio. A concorrência do setor aumentou com a entrada de muitas incorporadoras no mercado, o que gerou maior oferta de imóveis. E isso pode significar valorizações menores à frente. Por isso, para Fábio, a opção pela compra de um imóvel deve considerar, além da segurança, da diversificação e da rentabilidade, um interesse futuro no imóvel. "Um apartamento residencial de dois quartos pode ser o primeiro imóvel de um filho lá na frente e, enquanto isso, rende o aluguel."

ESPECULAÇÃO
Para o investidor especulativo e profissional, é possível, ainda, fazer alavancagem com imóveis. Como?
Usa-se 20% do valor do imóvel para dar entrada e solicita-se um financiamento; aluga-se o imóvel; paga-se a prestação com o dinheiro do aluguel; vende-se o apartamento um ano depois (se o imóvel for bem escolhido é comum conseguir 10% a mais no valor total) e quita-se o financiamento. Embolsa- se a diferença entre o preço da venda e a quantia usada para honrar o empréstimo. Especialistas financeiros garantem que dá para conseguir ganho de até 50% na jogada.
Mas cuidado, envolve risco maior e os especialistas não a recomendam ao investidor comum.

Muita cautela no curto prazo
Cautela é a palavra de ordem para aqueles que querem comprar para vender em curto espaço de tempo. Afinal, acertar na compra do imóvel não é tarefa simples. Ainda mais se o objetivo é lucrar no curto prazo. E mais: é necessário considerar que o curto prazo, quando se trata de imóveis, tem significado próprio. Comprar e revender, por mais rápido que seja, pode demorar vários meses.


Você S/A - Por Ana Brandão

Segundo especialista, imóvel residencial é o investimento da vez.

Brasília – De acordo com o vice-presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef) e especialista no mercado imobiliário, Luiz Calado, a estabilidade econômica que se faz presente na vida do cidadão brasileiro é um indicativo de segurança, cada vez maior, para o investimento em imóveis residenciais.

O financista diz que a oportunidade é boa tanto para a aquisição do imóvel residencial para poupança quanto como fonte de renda. “O imóvel é um ativo que conjuga garantia com rentabilidade de forma constante, além de oferecer uma liquidez relativa, pois sempre haverá compradores dispostos a adquiri-lo”, opina o executivo. “além do mais, o imóvel é um bem que agrega valor através de gerações.”

Precauções – A propósito da compra do imóvel para investir ou morar, o advogado e especialista em direito imobiliário e do consumidor, Pedro Lessi, diz que o interessado deve adotar algumas precauções, em especial quando se trata de imóvel usado.

No caso de imóvel com mais de vinte anos de construção, a sugestão do advogado é que, na lista de solicitação de documentos, o interessado inclua pedido de certidão vintenária. Além desta, Lessi sugere que sejam solicitadas certidões pessoais de todos os proprietários, ao longo da cadeia sucessória de propriedade. Isto porque, ele reforça, podem ocorrer casos de venda anterior, situação que fará do negócio um caso de Justiça.

Em relação a compra de imóveis novos, de acordo com o alerta do advogado, além de outras precauções o comprador deve verificar se a construtora recolheu a alíquota destinada ao Instituto Nacional de Seguro Social (Inss), referente à obra.

As recomendações de Lessi para as precauções que devem preceder a compra de imóvel novo incluem solicitação da Certidão Negativa de Débito do imóvel; e verificação quanto à regularização da hipoteca do terreno. “O comprador deve sempre desconfiar na hora da compra, mesmo quando a oferta tem a chancela da Caixa”, declarou o advogado.

Fonte: Creci PB

Vendo apartamento no Bessa - Lançamento!

Belíssimo lançamento no Bessa!


Apartamentos próximo à beira-mar, contendo:

Sala(s): 2    
Quarto(s) : 3 sendo Suite(s) : 1
Banheiro(s) : 1    
Cozinha(s) : 1    
Vaga(s) na garagem : 2
Piscina(s) : 1    
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Central de Gás
Salão de Festa
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Mezanino

A partir de R$ 269.655,00.

Entre em contato conosco. Você vai se surpreender!

Vendo apartamento em Cabo Branco - Lançamento!

A partir de R$ 246.000,00.

Quarto(s): 2, sendo 1 suítes

Pavimento Térreo - Contendo: 02 quartos, sala de estar/jantar com varanda, jardim privativo, wc social, copa/cozinha. Todas as unidades Nascentes.                                              

Aptos: 008, 009 com acessibilidade: 02 quartos e wc adaptado.       
                                       
Aptos: 006, 007 com 02 quartos sendo 01 suíte.
                                                    
Apartamentos Tipo - Contendo: 02 quartos sendo 01 suíte, sala de jantar/estar com varanda, wc social, copa/cozinha. Todas as unidades Nascente ( Vista para o Mar)    
                                      
Aptos finais 01 e 10: com 02 quartos.
                                                    
Pavimento Cobertura Dúplex - Contendo: 02 quartos sendo 01 suíte, sala de estar/jantar, wc social, copa/cozinha, terraço privativo descoberto, piscina com deck, lavabo, copa de apoio, terraço pergolado com vista para o mar.
                                        
* Características gerais

Sala do Sindíco - Administração
Sala de recepção
Sala de ginastica/fitness (equipado)
Revestimento Externo
Pré-instalação para split
Portão automático
Piscina Adulto
Piscina
Lavanderia
Interfone
Hall Social
Guarita
Espaço Gourmet
Elevador
Antena coletiva
Lounge
Pub e deck molhado

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Vendo excelente apartamento em Manaíra


Valor: R$ 380.000,00

Contento:
3 Quarto(s) sendo 3 suítes com armários
Sala(s): 02 Ambientes
Cozinha: 1 com armários
Wc(s): 1
Área de serviço: 1 com armários
Dep. de empregada: 1
Vaga(s) de garagem: 2
Posição: Nascente/Sul
Varanda(s): Sim
Número de bloco(s): 1

* Características gerais
Wc(s) masculino e feminino
Sob pilotis
Sauna
Salão de jogos
Salão de festas
Sala de recepção
Revestimento Externo
Portão automático
Piscina
Interfone
Guarita
Grupo gerador
Gás encanado
Elevador

Todos os armários são de excelente qualidade, pronto para morar.
Agende sua visita conosco!

Com a verticalização, muda o conceito de moradia da Paraíba

O fenômeno da verticalização se amplia por toda a João Pessoa e alcança bairros da periferia, ao contrário do que acontecia há dez anos, onde os locais mais explorados se referiam à orla marítima. Com tantos prédios sendo construídos, surge uma questão: como anda a infraestrutura dos edifícios e até que ponto eles oferecem segurança e conforto para os moradores? Os construtores confirmam a elevação na qualidade dos imóveis e atribuem esse avanço à exigência do próprio consumidor.

Equipamentos modernos como a tecnologia da energia solar e gerador de eletricidade já fazem parte do pacote essencial aos prédios da capital. Além de agregar valor aos novos empreendimentos, construídos a todo vapor nas mais variadas regiões do Estado, os itens enchem os olhos dos moradores mais exigentes.

Cada vez mais, os edifícios contam com ferramentas de segurança, como portaria automatizada com controle 24 horas, cerca elétrica, alarmes e câmeras, além de uma forte estrutura de lazer, com salas de festas, salão de jogos, academias de ginástica e parque aquático. Hidrantes e elevadores são fundamentais nas construções e compõem os itens indispensáveis no projeto dos edifícios. No entanto, entre a lista dos componentes básicos, os clientes vão acrescentando novidades e os construtores tendem a acompanhar, caso contrário, ficam para trás diante da forte concorrência.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-JP), Irenaldo Quintans, afirmou que as exigências são conhecidas pelos construtores a partir de pesquisas realizadas esporadicamente. A ideia é conhecer o perfil dos consumidores, identificar os desejos desse público e atender aos anseios da melhor maneira possível. Com o aumento dos aspectos cobrados, os projetos são ampliados e as áreas, cada vez melhor aproveitadas.

Nas consultas, os itens comentados variam desde a localização preferida (bairro onde a pessoa pretende morar) até as necessidades de espaço na garagem do edifício. O aspecto de segurança está no topo entre os requisitos essenciais e levam os construtores a se voltarem para uma maior atenção neste quesito, prioritário para as famílias. Quanto mais pavimentos tem o edifício, melhor a infraestrutura, conforme afirmam os construtores.

“A preferência de se morar em edifícios parte, desde o início, pela prerrogativa de que é mais seguro do que residir em uma casa, onde o acesso dos ladrões é maior. Com a evolução do setor, que trabalha para oferecer produtos de melhor qualidade, e a modernização requerida pelos próprios clientes, os modernos equipamentos de segurança vão sendo incorporados no projeto das construções. É uma tendência de que não se pode fugir”, ressaltou Quintans.

Há mais de 20 anos morando em edifícios, o economista Humberto Ribeiro Santos cita diversos benefícios de viver em condomínios verticais. Os mais altos são os preferidos pelo paraibano, que reside com a esposa e os dois filhos em um prédio de dez andares localizado em Manaíra. O primeiro prédio escolhido foi nos Bancários e o apartamento ocupado pela família ficava no terceiro andar.

Depois de alguns anos, ele se mudou para a orla de João Pessoa e decidiu comprar o penúltimo apartamento de um prédio de dez andares. “Prefiro morar em andares mais altos por conta, principalmente, da vista. A gente tem uma visão privilegiada, ainda mais por se tratar de um bairro como Manaíra. A tendência são prédios cada vez mais altos, pois são os melhores para se viver. Dou preferência aos apartamentos acima do sétimo andar”, resume.

A atração por empreendimentos com mais pavimentos se dá também devido à estrutura ofertada nesse tipo de construção. Humberto explica que, na maior parte dos casos, os prédios menores não possuem área de lazer, elevadores e sistema de segurança. “Em edifícios mais baixos, geralmente não temos área de lazer, piscina, segurança mais profissional. O máximo que se tem é um porteiro. A infraestrutura melhora à medida que o prédio é mais alto” .

Apesar da pouca estrutura, bairros periféricos estão se verticalizando

Saneamento básico, calçamento nas ruas e estrutura comercial da localidade escolhida para construção de um edifício nem sempre são primadas pelos empreendedores. Com o avanço das construtoras para áreas menos exploradas, questões como infraestrutura da localidade aparece como um fator de preocupação. Um exemplo é o bairro de Água Fria, na capital, que ainda não possui esgotamento sanitário e as vias são esburacadas, mas é uma das localidades onde a verticalização ocorre com intensidade.

No local, é visível a preferência dos empreendedores. Mas Água Fria não é um caso isolado. Bairros da área periférica da capital estão se transformando em celeiros para construtores de condomínios verticais. Valentina, Geisel, Jaguaribe,

Mangabeira, Bancários são típicos exemplos desse perfil escolhido pelos novos consumidores. “O construtor migra para onde o consumidor quer comprar. Essa é a tendência. Independente de o bairro contar com infraestrutura, quem escolhe o local é o próprio comprador. Não adianta construir em uma área que não é procurada, pois as vendas não acontecem”, justificou o presidente do Sinduscon/JP, Irenaldo Quintans.

O processo foi ganhando força na década de 1980 e iniciou na área nobre de João Pessoa, pelos bairros da orla marítima. Nos últimos sete anos, com a retomada dos financiamentos bancários voltados para habitação, as oportunidades chegaram às classes média e baixa, o que justifica a abertura do nicho de mercado nos bairros menos nobres. Diferente da orla, que está sobrecarregada, existem várias áreas subutilizadas, como Miramar, Jardim Luna, Expedicionários, Castelo Branco e Funcionários.

O tripé composto pelos itens “segurança, economia e comodidade” tem sido a justificativa para o sucesso do mercado de imóveis verticais. A verticalização, ao contrário do que muitos pensam, é uma exigência dos próprios compradores. “Para atender à demanda imobiliária, originada especialmente pelo aumento das famílias que chegam de várias localidades para morar em João Pessoa, não temos alternativa, a não ser verticalizar”, defende Quintans, reforçando que a construção civil é regida pelo desejo do consumidor.

Os pontos que induziram à verticalização são crescimento da cidade e escassez progressiva de terrenos, estabilização econômica da população e melhoria da renda dos trabalhadores e a retomada dos financiamentos bancários.

Mas localização, conforto e equipamentos de segurança e lazer não são os únicos fatores considerados na hora da aquisição de um imóvel. Seja na planta ou finalizado, novo ou usado, os valores sempre entram como primordial no processo de escolha dos consumidores. Humberto Ribeiro Santos disse que o fator preponderante ao comprar o último imóvel, onde reside atualmente, foi o custo benefício. O economista adquiriu, há seis anos, o apartamento de 200 metros quadrados por cerca de R$ 200 mil e arca com uma taxa mensal equivalente às despesas com o condomínio.

Existem dois fatores que pesam na classificação do apartamento: a área útil e o material de acabamento. Em João Pessoa, o valor médio do metro quadrado é de cerca de R$ 2 mil. O menor valor pode ser encontrado nos bairros periféricos e custa R$ 1 mil. O mais caro fica na faixa de R$ 4 mil e está em bairros como Cabo Branco e Manaíra.

O preço está atrelado às condições de infraestrutura oferecidas não somente no edifício, mas também no bairro em que está localizado. “Manaíra é uma das localidades onde se pode encontrar uma gama de serviços, como farmácia e supermercado. Ela é completa nesse sentido, mas o alto índice de violência está entre as nossas preocupações e muita gente tem vendido seus imóveis e migrado para locais mais sossegados”, disse.

Jacqueline Santos - Jornal da Paraíba

Vendo apartamento em Manaíra


BELO APARTAMENTO!
BEM VENTILADO, NASCENTE SUL.
QUARTOS, COZINHA E ÁREA DE SERVIÇO COM ARMÁRIOS DE EXCELENTE QUALIDADE.
CONDOMÍNIO: R$ 480,00

Área Construída: 146 M²
Sala(s) : 2
Quarto(s) : 3 sendo 3 suítes
Banheiro(s) : 1
Cozinha(s) : 1
Dep. de Empregada : 1
Vaga(s) na garagem : 2
Área de Serviço : Sim
Lavabo : Sim
Mobiliada : Sim
Varanda : Sim
Piscina(s) : 1
Central de Gás : Sim
Sauna : Sim
Salão de Festa : Sim
Quadra : Sim
Gerador : Sim
Mezanino : Sim
Salão de Jogos : Sim
Agende conosco sua visita!

Vendo apartamento novo em Manaíra


APARTAMENTO MARAVILHOSO, BEM VENTILADO, POSIÇÃO SUL/NASCENTE, COMPLETO. ANDAR ALTO.

Valor R$ 800.000,00

Área Construída: 246 M²
Sala(s) : 3
Quarto(s) : 4 sendo Suite(s) : 4
Cozinha(s) : 1
Dep. de Empregada : 1
Vaga(s) na garagem : 3
Área de Serviço : Sim
Lavabo : Sim
Closet : Sim
Varanda : Sim
Piscina(s) : 1
Central de Gás : Sim
Sauna : Sim
Salão de Festa : Sim
Quadra : Sim
Gerador : Sim
Mezanino : Sim
Salão de Jogos : Sim

Vendo apartamento novo em Tambaú


Belíssimo empreendimento com fino acabamento, contendo:

Final 01 e 03 com: Sala para 2 ambientes, varanda, 3 quartos sendo 01 suíte, wc social, cozinha e área de serviço.
Final 02 com: Sala para 2 ambientes, varanda, 2 quartos sendo 01 suíte, wc social, cozinha e área de serviço.

FINAL POSIÇÃO ÁREA ÚTIL
F 01 Sul 80,94m²
F 02 Nascente 73,00m²
F 03 Nasc/Norte 80,09m²

Características gerais:
o Wc(s) masculino e feminino
o Solário
o Sob pilotis
o Semi-subsolo
o Sauna
o Salão de jogos
o Salão de festas
o Sala de ginastica/fitness
o Revestimento Externo
o Piscina
o Interfone
o Hall Social
o Guarita
o Grupo gerador
o Gás encanado
o Elevador
o Bar de apoio
o Área de lazer na cobertura
o Área de Lazer
o Antena coletiva
o Água individual
Agende uma visita conosco!

Subsídio e valor do imóvel do Minha Casa, Minha Vida vão ser aumentados pelo Governo

O governo federal vai aumentar o teto de valor dos imóveis que poderão ser financiados pelo programa Minha Casa, Minha Vida. O subsídio dado pelo governo para a compra desses imóveis também será elevado. As mudanças devem valer a partir de 2011.

A informação foi dada nesta terça-feira pelo ministro Paulo Bernardo (Planejamento) após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília. Também participaram do encontro os ministro Guido Mantega (Fazenda) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais) além da presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho.

"Nós achamos que o programa está indo muito bem, com muita certeza de que vamos contratar um milhão de moradias até o final de 2010. E para o ano que vem, [o programa vai vir] com algumas regras um pouco modificadas", disse Bernardo.

"Vai ter aumento de teto [do valor dos imóveis financiados], há o consenso de que precisa aumentar um pouco. Além de algumas medidas para facilitar a construção nas grandes cidades, onde o valor dos terrenos aumentou muito e isso tem dificultado a obtenção de terra para a construção desse tipo de moradia", completou o ministro.

Fora os empreendimentos bancados integralmente pela União, o programa Minha Casa, Minha Vida concede subsídio de até R$ 23 mil para compra de imóveis, dependendo da renda e da cidade onde ele será construído.

A meta do governo é contratar a construção de 1 milhão de casas até o final de 2010 (até agora foram pouco mais de 500 mil unidades) e mais 2 milhões entre 2011 e 2014.

De acordo com Bernardo, a expectativa do governo é definir os valores na próxima semana e enviar já no começo de agosto os projetos de lei com as mudanças para votação no Congresso. O governo pretende aprová-los até o início de 2011.

FÁBIO AMATO DE BRASÍLIA

Fonte: Folha

Investidores trocam ações por imóveis


Não são apenas as famílias que impulsionam as vendas de imóveis. Com a crise internacional, muitos investidores trocaram o mercado financeiro pelos bens imobilizados.

"É uma alternativa que deve ser considerada a longo prazo, com risco bem menor do que a aplicação em ações", afirma o consultor Márcio Nobre, da Nobre Assessoria Empresarial, especializada em investimentos.

Com o mercado de aluguel também em alta, a aquisição de um imóvel com essa finalidade torna-se mais atrativa. Segundo o Creci-SP (conselho de corretores), as vendas de usados no Estado de São Paulo cresceram por quatro meses seguidos, fechando abril com alta de 21,66% em relação a março.

As vendas de imóveis novos na capital subiram 72,4% no primeiro quadrimestre do ano, em relação ao mesmo período de 2009, aponta o Secovi-SP (sindicato do setor).

O aquecimento se estende, ainda que com menor fervor, ao litoral e ao campo, avalia José Augusto Viana, presidente do Creci-SP. "Percebo que a compra de imóveis no litoral é 30% maior do que há três anos", dimensiona.

(MCN)
Fonte: Folha de S.Paulo, 11 de julho de 2010

Caixa prevê liberar financiamento imobiliário em apenas 72 horas a partir de 2011

SÃO PAULO – A contratação de um financiamento imobiliário poderá ser realizada em apenas 72 horas. Segundo a Caixa Econômica Federal, um novo processo deve ser implementado e o novo prazo deve estar em funcionamento até o final do primeiro semestre de 2011.

Atualmente, as operações de crédito imobiliário levam em média 9 dias. Este prazo varia, dependendo da capacidade operacional das agências.

“A redução do prazo de tramitação dos pedidos de financiamentos habitacionais depende fundamentalmente de dois aspectos: inovações no processo, ampliando a automação/informatização e ampliação dos canais de atendimento”, afirmou a CEF.

72 horas

Ainda segundo a instituição, já existe um projeto piloto do modelo operacional de correspondente imobiliário que a CEF pretende implantar. “Acreditamos que, quando estiver totalmente implementado este novo modelo, será possível concluir uma operação de crédito imobiliário em até 72 horas”.

O vice-presidente de governo do banco, Jorge Hereda, prevê o financiamento imobiliário por meio da CEF feche 2010 em R$ 60 bilhões. A declaração foi feita após o fechamento da sexta edição do Feirão da Casa Própria, que movimentou R$ 8,4 bilhões.

Fonte: InfoMoney

Construção vive novo milagre econômico do Brasil



Uma nova onda de investimentos públicos e privados renovou os ânimos da construção civil, que tem batido recordes de produção e emprego mês a mês. Depois de atingirem o fundo do poço na depressão financeira dos anos 80 e 90, agora as construtoras comemoram um novo "milagre econômico", a exemplo do que ocorreu na década 70.

Entre 2003 e 2008, o valor total das obras do setor teve crescimento real (descontada a inflação) de 60% - bem acima dos 26,4% do Produto Interno Bruto (PIB) no período. O forte movimento foi impulsionado especialmente pela retomada das construções para o setor público, cujo avanço foi de 69,5%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os projetos da iniciativa privada, que respondem pela maior parte do volume total de obras (56%), cresceram 54,6%.

Toda cadeia da construção civil representa 9% do PIB total do País (só a construção civil, 5%). Embora na década de 70 essa participação tenha atingido 15%, hoje o volume total de obras é muito maior, afirma o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Simão. "Estamos num momento muito especial. Com o avanço de novos projetos, esperamos um crescimento de 9% no PIB do setor este ano."

O executivo comenta que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma espécie de grife do atual governo que anda mais devagar que o necessário, ajudou a fortalecer o ressurgimento da construção civil, sufocado durante os anos 80 e 90. "Apesar das críticas, o programa foi um indutor do crescimento", afirma a consultora da FGV Projetos, Ana Maria Castelo.

Um exemplo da retomada do setor é a construtora Mendes Júnior, que comandou o milagre econômico na década de 70 e se afundou nas chamadas décadas perdidas. Segundo o vice-presidente de mercados da empresa, Sérgio Cunha Mendes, nos últimos dois anos, o faturamento da companhia quase dobrou.

O mesmo ocorreu com a Galvão. Só em 2009, as receitas da companhia avançaram 106%, de R$ 1 bilhão para algo em torno de R$ 2 bilhões. "O resultado foi influenciado especialmente pelo setor de óleo e gás, que cresceu 130% na empresa", afirma o diretor da Galvão, Guilherme Eustaquio Barbosa.

Entre as líderes do setor - Odebrecht, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez -, o movimento não poderia ser diferente. Entre 2008 e 2009, o faturamento das empresas apresentou um crescimento nominal acima de 60%, segundo ranking da revista O Empreiteiro. "Quase tudo que é investido no País é processado pela construção civil. Então, se a economia cresce, os investimentos ocorrem e o setor se desenvolve", afirma o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Eduardo Zaidan.

Se o desempenho foi bom até agora, o que vem pela frente é ainda mais animador, avaliam os executivos das construtoras. Só os eventos esportivos (Copa do Mundo, de 2014, e Jogos Olímpicos, de 2016) e o Pré-Sal vão exigir investimentos de US$ 339 bilhões, além dos R$ 33 bilhões do trem-bala, entre Rio e São Paulo.

Com base nesses dados, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fez uma projeção (conservadora para os números do setor) de crescimento médio anual de 7% entre 2010 e 2013. O segmento de moradias e construções industriais vai crescer 9% ao ano e a construção pesada, 6%.

As empresas, porém, preveem avançar bem mais. "Nossa previsão é manter um crescimento de 25% ao ano nos próximos 10 anos", afirma Barbosa, da Galvão. No caso da Mendes, o avanço será um pouco menor: entre 10% e 15%. Segundo eles, um dos principais desafios para manter esse ritmo da atividade está na mão de obra especializada, que hoje já é um problema.

Além disso, tradicionalmente o setor é envolvido em irregularidades em processos licitatórios, que paralisam obras. Conforme relatório do Tribunal de Contas da União, em 2009 foram fiscalizadas 211 obras públicas, que podem evitar perdas de R$ 1,3 bilhão para os cofres do Estado. Em 2008, 153 obras foram fiscalizadas, com perdas potenciais de mais de R$ 2 bilhões.

Fonte: Estado de São Paulo

Venda de apartamento no Cabo Branco


Valor R$ 709.000,00
Sala(s) : 3
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Banheiro(s) : 1
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Área de Serviço : Sim
Lavabo : Sim
Closet : Sim
Piscina(s) : 1
Central de Gás : Sim
Sauna : Sim
Salão de Festa : Sim
Quadra : Sim
Gerador : Sim
Mezanino : Sim
Salão de Jogos : Sim

Área Construída: 218m2

Apartamento novo, ótima localização, excelente acabamento, segurança, próximo à praia, nascente, poço artesiano, solarium.
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Entregue em 2008.
Plantão domingos e feriados.

O comportamento do consumidor e suas necessidades no mercado imobiliário

Devido aos novos rumos que vem tomando o mercado imobiliário, mediante o crescente número de lançamentos e a facilidade de acesso ao crédito imobiliário, foi efetuado um levantamento em relação à expectativa dos consumidores tendo em vista a aquisição de sua futura residência.
A intenção da pesquisa foi saber quais são as verdadeiras necessidades do consumidor atual, e também a avaliação solicitada para a disciplina Técnicas Promocionais de Vendas, ministrada pelo professor Luciano Medeiros.

1. Perfil do público entrevistado
Do público entrevistado, 64% correspondem ao público masculino e 36% ao público feminino, sendo que 36% se encontram dentro da faixa etária entre 20 a 30 anos, 42% entre 40 e 50 anos e 22% entre 50 e 60 anos, e 95% possui o nível superior e somente 5% possui nível médio.

2. Dados obtidos
Foram obtidos os respectivos resultados mediante as seguintes questões:
1) O que é mais importante para você em relação a um imóvel?
- Dos entrevistados, 50% disseram que o mais importante é a localização, para 42% o mais importante é a segurança e para 8% dos entrevistados, a beleza arquitetônica.

2) Qual seria a forma de pagamento que você utilizaria na compra de um imóvel?
- Financiamento bancário seria o método utilizado por 84% dos entrevistados, sendo que houve empate entre o uso de carta de crédito de consórcio e pagamento a vista, correspondendo cada um a 8%.

3) Qual a área do imóvel que deve ser mais ampla?
- Houve empate entre a opção da sala de estar e a cozinha, correspondendo cada uma a 36%, sendo que para 28% a opção seria o quarto.

4) Você pretende adquirir algum imóvel nos próximos 10 anos?
- Dos entrevistados, 92% tem a pretensão de adquirir um imóvel dentre os próximos 10 anos e somente 8% não a tem.

5) Qual o método mais utilizado para pesquisa de imóveis?
- A maioria, 57% utiliza-se de jornais impressos, 29% usa a internet e 14% se utilizam da indicação de outra pessoa.

6) O que você considera que mais valoriza um imóvel?
- Para 42% o design é mais importante, seguido pela piscina considerada por 36% e do jardim por 22%.

7) O que é indispensável em um imóvel?
- Para 50% dos entrevistados a garagem é indispensável, seguido pelo espaço total com 29% e pela varanda com 22% de preferência.

8) Qual a sua maior necessidade?
- Dos entrevistados 42% necessitam de mais de uma vaga na garagem, sendo que as opções entre uma área de serviço mais ampla e uma cozinha maior ficaram empatadas em 29% cada.

9) O que está faltando hoje no mercado imobiliário?
- Para 50% dos entrevistados, 50% disseram que faltam profissionais habilitados, seguidos de 28% pela falta de melhores ofertas de crédito e 22% pela falta de boas construções

10) Em sua opinião, o elevador é uma necessidade:
A maioria, 70%, considera o elevador uma necessidade principal, sendo que para 22% é uma necessidade secundária e 8% uma desnecessidade.

11) Você acha que o valor a ser pago por você corresponde com o real valor do produto?
Para 42% dos entrevistados, o produto pode ser de melhor qualidade, sendo que para 36% o produto não corresponde ao valor que é pago por ele e para 22% o preço é justo.

3. Conclusão
Por meio desta pesquisa, foram obtidos alguns dados que poderão direcionar os construtores e arquitetos na implantação de um empreendimento.
Deve ser levada em consideração a boa localização, com proximidade aos serviços essenciais, como farmácias, padarias, escolas, pontos de ônibus. Foi notado que este item foi até mais importante do que a segurança, que é um tema muito atual.
O financiamento imobiliário através dos bancos é o mais procurado, apesar de suas taxas ainda estarem um pouco elevadas.
A comodidade de uma sala ou cozinha amplas é bem vistas pelos compradores.
O mercado vem se mostrando aquecido, levando os consumidores a terem expectativas de aquisição de um imóvel nos próximos 10 anos.
Apesar da divulgação da internet, este tipo de consulta se encontra abaixo da utilização do jornal, mostrando que ainda vale a pena investir neste meio para propagar seu negócio.
O design arquitetônico não pode ser deixado de lado, pois ele valoriza o imóvel; assim como mais de uma vaga na garagem, em razão da facilidade da aquisição de automóveis, se torna inviável para um casal somente uma garagem, sendo que cada um tem seus afazeres e horários diferentes.
O mercado carece de profissionais habilitados e competentes, que conheçam o mercado e saibam realmente o que está sendo solicitado pelo seu cliente.
O elevador é visto como uma necessidade principal, que mesmo em prédios com máximo de 3 andares, se faz necessário a instalação deste item, mostrando que o consumidor quer comodidade, e que em caso de doença isto se torna uma necessidade real.
Concluindo que o mercado tem deixado a desejar, cobrando um valor maior do que condiz com a apresentação do imóvel, devendo rever os seus conceitos de construção.

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Crédito com garantia em imóvel ganha espaço no país


Fonte de financiamento barato, o "home equity" - origem da crise dos EUA- tem forte expansão no Brasil. O nome em inglês denomina linhas de crédito sem finalidade específica, que usam imóveis como garantia.

Desde 2006, quando o modelo foi regulamentado no país, cada vez mais instituições oferecem o produto.

Dos grandes bancos, Santader, Bradesco e Itaú já têm linhas de "home equity", enquanto o Banco do Brasil, que entrou em 2008 no ramo imobiliário, pretende lançar a sua até o fim do ano.

A Brazilian Mortgages, especializada em financiamento imobiliário, oferece o "Crédito Fácil" desde 2007. Nele, o cliente pode pegar emprestado até 50% do valor do imóvel, desde que o empréstimo não ultrapasse R$ 500 mil. As taxas são de 1% ao mês mais variação do IGP-M.

O volume de crédito liberado cresceu 576% de janeiro a maio, em comparação com o mesmo período de 2009.

Segundo Vitor Bidetti, diretor da Brazilian Mortgages, embora a empresa tenha quase dez linhas de financiamento, o "Crédito Fácil" consome metade dos recursos liberados pela companhia.

Bidetti não usa o termo "home equity", pois teme confusão com o "subprime" -empréstimos hipotecários americanos de alto risco.

Segundo ele, nos Estados Unidos houve concessão de crédito irresponsável. Os imóveis estavam muito valorizados, e os proprietários conseguiam refinanciar 100% mesmo sem comprovação de renda suficiente.

Quando os preços dos imóveis dados como garantias recuaram fortemente, as instituições não tiveram como cobrir seus prejuízos.

"Lá, as instituições financiam de acordo com bens. Aqui financiamos com base na condição de pagamento das pessoas", afirma o diretor de empréstimos do Bradesco, Nilton Pelegrino, que também não usa o termo "home equity" em sua linha.

No Bradesco, até 70% do imóvel pode ser refinanciado, no prazo máximo de dez anos. Os juros variam de 1% a 3% ao mês, mais CDI.

O número de operações desse tipo cresceu 91% em 2009 e 60% nos primeiros quatro meses de 2010, para até 2.000 por mês. Desde 2007, R$ 800 milhões foram liberados pelo Bradesco.

"A operação caiu no gosto do cliente", avalia.

De acordo com Frederico Penido, vice-presidente do Banco Bonsucesso, a estabilidade econômica e a queda dos juros viabilizaram a expansão do "home equity" no país, pois possibilitaram que os bancos captassem recursos baratos e estendessem os prazos do financiamentos.

A alienação fiduciária de imóveis, possível desde 1997, também foi fundamental, pois transfere para o credor a propriedade do bem, ao contrário da hipoteca.

O Bonsucesso oferece o crédito há oito meses em Minas Gerais e há um mês em São Paulo e no Rio, com juros entre 2% e 2,5%.

Leonardo Cunha pegou R$ 100 mil no banco dando 50% do imóvel como garantia para investir na sua loja de decoração, em Belo Horizonte.

"Não temo perder o imóvel. Estou muito otimista com um retorno rápido", diz.

Fonte: Folha On Line


Após quase 30 anos, Crédito Imobiliário bate recorde de moradias


Após passar por um longo período de declínio, o crédito habitacional voltou a crescer no país nos últimos anos e vem batendo recordes. Os financiamentos somaram R$ 49,6 bilhões em 2009, o maior valor da série histórica, segundo dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Foi também no ano passado que o país superou pela primeira vez a marca de imóveis financiados em 1980 (627.342), totalizando 669.809 unidades.

"No início da década de 80, o crédito era altamente incentivado pelo extinto BNH [Banco Nacional de Habitação]", destaca o economista-chefe do Secovi-SP (sindicato da habitação), Celso Petrucci. Ele acrescenta ainda que o país também vivia o fim do milagre econômico (década de 70).

O período de alta, no entanto, foi interrompido com a escalada da inflação."A hiperinflação fez com que as dívidas dos mutuários crescessem muito e a inadimplência disparasse, o que desmotivou os bancos a emprestarem ao mesmo tempo em que as pessoas também não queriam se endividar", explica Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação dos Executivos de Finanças).

Como resultado, o número de unidades financiadas foi decaindo a partir de 1981 e chegou a menos de um décimo em 1985, com 59.657. "Os juros nesse período eram muito altos e as condições de pagamento eram piores", diz Oliveira, citando o prazo de pagamento, que hoje chega a 30 anos e no período era de até 15 anos.

Retomada

Porém, as mudanças no cenário econômico do país a partir da década de 90, com a estabilização da moeda, e outras alterações feitas no sistema de crédito possibilitaram a retomada do crescimento.

"Houveram importantes modificações, como o aumento da segurança jurídica dos contratos pela alienação fiduciária [em 2004]", avalia o vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda. Nesse sistema, a retomada de um imóvel, que antes podia demorar décadas, foi acelerada.

Petrucci destaca também a regra do patrimônio de afetação --que permite a segregação de um empreendimento imobiliário das demais operações de uma incorporadora.

Outro fator determinante foi a mudança do cenário econômico do país, que favoreceu o crescimento desse mercado. "Houve o aumento da renda dos brasileiros e diversas famílias que ascenderam à classe C, ao mesmo tempo em que os juros caíram", afirma. Atualmente, é possível financiar imóveis na Caixa com juros a partir de 4,5% ao ano mais TR (Taxa Referencial).

"Com regras de mercado mais bem definidas e a estabilização do país, os bancos também passaram a oferecer melhores condições para quem quer comprar um imóvel, aumentando prazos e reduzindo juros", acrescenta Petrucci.

Fonte: Folha On Line

Aluguéis no São João do interior chegam a R$ 2,5 mil

Os festejos alusivos a São João já movimentam os municípios paraibanos. Muito mais do que destacar as peculiaridades culturais da maior festa regional do Nordeste, as comemorações juninas, nos últimos anos, seguem a tendência de aglutinar multidões em grandes eventos que envolvem apresentações de dezenas de bandas de forró – em média, quatro por noite. Envoltos por um forte apelo turístico, os megaespetáculos musicais contribuem para fomentar as economias locais. Quem almeja se divertir em arraiais tradicionais, precisa recorrer a pequenas cidades e sítios em que se preserva a cultura dos arraiais matutos.

Segundo o professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e integrante da Comissão Paraibana de Folclore, Osvaldo Meira Trigueiro, as festas juninas vêm se transformando, da mesma maneira que tem ocorrido com quaisquer outras atividades culturais. “O São João está sendo alvo da espetacularização. As cidades têm realizado grandes festas amplamente divulgadas pela mídia, que chamam atenção, justamente, pela apresentação de bandas de ‘forró eletrônico’”, explicou.

A maioria das pessoas que saem da Capital com destino aos municípios do interior durante o período junino, segundo o professor, vai em busca destas grandes festas. “Esses eventos são organizados para reunir multidões e atender aos interesses turísticos. Não condeno a prática, apenas observo e questiono”, destacou.

Fonte: Correio da Paraíba


Prefeituras podem ser proibidas de cobrar IPTU de imóveis próximo a favelas

Prefeituras podem ser proibidas de cobrar IPTU de imóveis próximo a favelas

SÃO PAULO – Tramita na Câmara dos Deputados a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 482/10, que estabelece que as prefeituras podem ser proibidas de cobrar IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) de imóveis próximos a favelas, invasões e loteamentos irregulares.
Em termos jurídicos, o projeto concede imunidade tributária, relacionada ao IPTU, para os proprietários desses imóveis. A autora da proposta, deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), afirmou que objetivo da PEC é reparar uma injustiça.
"Os proprietários de imóveis regulares foram vítimas da desvalorização de seus bens, devido à favelização do espaço urbano onde seus imóveis estão localizados", explica a deputada.
Revitalização dos espaços urbanos
De acordo com à Agência Câmara, a deputada acrescenta, ainda, que a aprovação da proposta estimula as prefeituras a revitalizar os espaços urbanos, além de coibir a construção de moradias ilegais.
A PEC ainda será analisada pela Comissão de Constituição de Justiça e de Cidadania. Se aprovada, passará por uma comissão especial, antes de ser votada pelo Plenário.

Fonte:InfoMoney

Cartilha de Manutenção dos Consertos do Imóvel Alugado

QUEM PAGA OS CONSERTOS NO IMÓVEL LOCADO As dúvidas são muitas quando se trata de  consertos no imóvel locado  e quem deve arcar com...