Você sabe o que é arquitetura inclusiva?

  Quando retratamos sobre arquitetura inclusiva, abordamos que qualquer construção não se deve apenas permitir que pessoas com algum tipo de mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de determinados produtos, serviços ou informações, mas sim destinar estes serviços a qualquer público, independente da sua mobilidade ou não, eliminando barreiras e proporcionando ambientes adequados a todos.

    Acessibilidade ainda é um tema pouco abordado no mercado da Construção Civil. Pessoas idosas ou com deficiência ainda enfrentam dificuldades diárias ao se locomover, por conta do mal planejamento de equipamentos e por um agregado de desrespeitos e omissões, sejam eles por parte do Estado ou dos próprios cidadãos. Por consequência ainda existe uma parcela da sociedade que são descartadas quanto a inclusão, que são as pessoas gordas. Grupos aos quais são vulneráveis e já estereotipados dentro de uma sociedade por estar fora dos padrões.

      Quando retratamos sobre arquitetura inclusiva, abordamos que qualquer construção não se deve apenas permitir que pessoas com algum tipo de mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de determinados produtos, serviços ou informações, mas sim destinar estes serviços a qualquer público, independente da sua mobilidade ou não, eliminando barreiras e proporcionando ambientes adequados a todos.

    Os serviços e as construções são totalmente projetados para corpos magros. Os assentos em aviões estão cada vez menores, as catracas em ônibus e metros estão se afunilando a cada nova estação inaugurada, de maneira que profissionais da área acabam descartando a hipótese que uma diversidade enorme de corpos ao qual irá utilizar aquele determinado serviço, sejam eles gordos, magros, altos ou baixos. A diversidade existe e precisa ser respeitada.

   Para conhecer imóveis que possuem características de arquitetura inclusiva, acesse


Caixa anuncia redução de juros e aumento do valor financiado para compra de imóveis

       A Caixa Econômica Federal anunciou nesta segunda-feira (16) a redução dos juros para financiamento da casa própria e o aumento do percentual do valor a ser financiado para compra de imóvel usado. As mudanças, que começam a valer hoje, são para linhas de financiamento que utilizam recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

      Para compra de imóveis pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), onde estão enquadrados os imóveis residenciais de até R$ 800 mil para todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, cujo limite é de R$ 950 mil, a taxa mínima de juros caiu de 10,25% para 9% ao ano.

Recém entregue no Bessa com excelente localização. Foto: Pedro Valentim
       Para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), cujos valores dos imóveis são acima dos limites do SFH, a taxa mínima caiu de 11,25% para 10% ao ano.

       O percentual do valor a ser financiado dos imóveis usados subiu de 50 para 70%. Para unidades novas, foi mantido o percentual de 80% no teto do financiamento.


       
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CEF está perdendo espaço no financiamento imobiliário

Segundo matéria veiculada pela Revista Veja em 01/04/2018, A CEF vem perdendo espaço para as outras instituições em relação ao financiamento imobiliário. Dentre os 5 principais bancos do país (BB, Bradesco, CEF, Itaú e Santander) apenas a CEF possui, no momento, uma taxa maior do que 10% a.a.
Mediante a disputa entre as instituições bancárias, financiar um imóvel tem ficado mais barato, devido a redução das taxas de juros, com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).
Diante desse quadro, a CEF já estuda baixar também suas taxas, com previsão do anúncio ainda para este mês.
Em 2017 o Banco Santander deu o pontapé inicial, já abocanhando uma boa fatia desse mercado. Segundo o o superintendente executivo de negócios imobiliários do Santander, Fabrizio Ianelli no primeiro semestre do ano passado, a concessão de crédito imobiliário para pessoa física girava em torno de 300 milhões de reais por mês. Em janeiro deste ano foram quase 774,73 milhões de reais. 
Como se vê, já está na hora dos juros cobrados por outras instições também caírem, isto é, se não quiserem ficar por fora dessa fatia do mercado.  
Fonte: Revista Veja 


Cartilha de Manutenção dos Consertos do Imóvel Alugado

QUEM PAGA OS CONSERTOS NO IMÓVEL LOCADO As dúvidas são muitas quando se trata de  consertos no imóvel locado  e quem deve arcar com...