Venda de apartamento no Cabo Branco


Valor R$ 709.000,00
Sala(s) : 3
Suite(s) : 4
Banheiro(s) : 1
Cozinha(s) : 1
Dep. de Empregada : 1
Vaga(s) na garagem : 2
Área de Serviço : Sim
Lavabo : Sim
Closet : Sim
Piscina(s) : 1
Central de Gás : Sim
Sauna : Sim
Salão de Festa : Sim
Quadra : Sim
Gerador : Sim
Mezanino : Sim
Salão de Jogos : Sim

Área Construída: 218m2

Apartamento novo, ótima localização, excelente acabamento, segurança, próximo à praia, nascente, poço artesiano, solarium.
Valor do condomínio: R$ 500,00
Entregue em 2008.
Plantão domingos e feriados.

O comportamento do consumidor e suas necessidades no mercado imobiliário

Devido aos novos rumos que vem tomando o mercado imobiliário, mediante o crescente número de lançamentos e a facilidade de acesso ao crédito imobiliário, foi efetuado um levantamento em relação à expectativa dos consumidores tendo em vista a aquisição de sua futura residência.
A intenção da pesquisa foi saber quais são as verdadeiras necessidades do consumidor atual, e também a avaliação solicitada para a disciplina Técnicas Promocionais de Vendas, ministrada pelo professor Luciano Medeiros.

1. Perfil do público entrevistado
Do público entrevistado, 64% correspondem ao público masculino e 36% ao público feminino, sendo que 36% se encontram dentro da faixa etária entre 20 a 30 anos, 42% entre 40 e 50 anos e 22% entre 50 e 60 anos, e 95% possui o nível superior e somente 5% possui nível médio.

2. Dados obtidos
Foram obtidos os respectivos resultados mediante as seguintes questões:
1) O que é mais importante para você em relação a um imóvel?
- Dos entrevistados, 50% disseram que o mais importante é a localização, para 42% o mais importante é a segurança e para 8% dos entrevistados, a beleza arquitetônica.

2) Qual seria a forma de pagamento que você utilizaria na compra de um imóvel?
- Financiamento bancário seria o método utilizado por 84% dos entrevistados, sendo que houve empate entre o uso de carta de crédito de consórcio e pagamento a vista, correspondendo cada um a 8%.

3) Qual a área do imóvel que deve ser mais ampla?
- Houve empate entre a opção da sala de estar e a cozinha, correspondendo cada uma a 36%, sendo que para 28% a opção seria o quarto.

4) Você pretende adquirir algum imóvel nos próximos 10 anos?
- Dos entrevistados, 92% tem a pretensão de adquirir um imóvel dentre os próximos 10 anos e somente 8% não a tem.

5) Qual o método mais utilizado para pesquisa de imóveis?
- A maioria, 57% utiliza-se de jornais impressos, 29% usa a internet e 14% se utilizam da indicação de outra pessoa.

6) O que você considera que mais valoriza um imóvel?
- Para 42% o design é mais importante, seguido pela piscina considerada por 36% e do jardim por 22%.

7) O que é indispensável em um imóvel?
- Para 50% dos entrevistados a garagem é indispensável, seguido pelo espaço total com 29% e pela varanda com 22% de preferência.

8) Qual a sua maior necessidade?
- Dos entrevistados 42% necessitam de mais de uma vaga na garagem, sendo que as opções entre uma área de serviço mais ampla e uma cozinha maior ficaram empatadas em 29% cada.

9) O que está faltando hoje no mercado imobiliário?
- Para 50% dos entrevistados, 50% disseram que faltam profissionais habilitados, seguidos de 28% pela falta de melhores ofertas de crédito e 22% pela falta de boas construções

10) Em sua opinião, o elevador é uma necessidade:
A maioria, 70%, considera o elevador uma necessidade principal, sendo que para 22% é uma necessidade secundária e 8% uma desnecessidade.

11) Você acha que o valor a ser pago por você corresponde com o real valor do produto?
Para 42% dos entrevistados, o produto pode ser de melhor qualidade, sendo que para 36% o produto não corresponde ao valor que é pago por ele e para 22% o preço é justo.

3. Conclusão
Por meio desta pesquisa, foram obtidos alguns dados que poderão direcionar os construtores e arquitetos na implantação de um empreendimento.
Deve ser levada em consideração a boa localização, com proximidade aos serviços essenciais, como farmácias, padarias, escolas, pontos de ônibus. Foi notado que este item foi até mais importante do que a segurança, que é um tema muito atual.
O financiamento imobiliário através dos bancos é o mais procurado, apesar de suas taxas ainda estarem um pouco elevadas.
A comodidade de uma sala ou cozinha amplas é bem vistas pelos compradores.
O mercado vem se mostrando aquecido, levando os consumidores a terem expectativas de aquisição de um imóvel nos próximos 10 anos.
Apesar da divulgação da internet, este tipo de consulta se encontra abaixo da utilização do jornal, mostrando que ainda vale a pena investir neste meio para propagar seu negócio.
O design arquitetônico não pode ser deixado de lado, pois ele valoriza o imóvel; assim como mais de uma vaga na garagem, em razão da facilidade da aquisição de automóveis, se torna inviável para um casal somente uma garagem, sendo que cada um tem seus afazeres e horários diferentes.
O mercado carece de profissionais habilitados e competentes, que conheçam o mercado e saibam realmente o que está sendo solicitado pelo seu cliente.
O elevador é visto como uma necessidade principal, que mesmo em prédios com máximo de 3 andares, se faz necessário a instalação deste item, mostrando que o consumidor quer comodidade, e que em caso de doença isto se torna uma necessidade real.
Concluindo que o mercado tem deixado a desejar, cobrando um valor maior do que condiz com a apresentação do imóvel, devendo rever os seus conceitos de construção.

Casa a venda no Bessa

VENDIDA
Lindo duplex, bem localizado, ventilado, lajeado, esquadrias de 1ª, jardim, cerca elétrica, portão automático, wc com blindex, posição sul, escritório, churrasqueira.
Sala(s) : 2
Quarto(s) : 3
Suite(s) : 2
Banheiro(s) : 1
Cozinha(s) : 1
Dep. de Empregada : 1
Vaga(s) na garagem : 4
Área de Serviço : Sim
Lavabo : Sim
Closet : Sim
Varanda : Sim
Piscina(s) : 1
Área Construída: 250 m²
Valor: R$ 350.000,00 - Agende sua visita!!

Crédito com garantia em imóvel ganha espaço no país


Fonte de financiamento barato, o "home equity" - origem da crise dos EUA- tem forte expansão no Brasil. O nome em inglês denomina linhas de crédito sem finalidade específica, que usam imóveis como garantia.

Desde 2006, quando o modelo foi regulamentado no país, cada vez mais instituições oferecem o produto.

Dos grandes bancos, Santader, Bradesco e Itaú já têm linhas de "home equity", enquanto o Banco do Brasil, que entrou em 2008 no ramo imobiliário, pretende lançar a sua até o fim do ano.

A Brazilian Mortgages, especializada em financiamento imobiliário, oferece o "Crédito Fácil" desde 2007. Nele, o cliente pode pegar emprestado até 50% do valor do imóvel, desde que o empréstimo não ultrapasse R$ 500 mil. As taxas são de 1% ao mês mais variação do IGP-M.

O volume de crédito liberado cresceu 576% de janeiro a maio, em comparação com o mesmo período de 2009.

Segundo Vitor Bidetti, diretor da Brazilian Mortgages, embora a empresa tenha quase dez linhas de financiamento, o "Crédito Fácil" consome metade dos recursos liberados pela companhia.

Bidetti não usa o termo "home equity", pois teme confusão com o "subprime" -empréstimos hipotecários americanos de alto risco.

Segundo ele, nos Estados Unidos houve concessão de crédito irresponsável. Os imóveis estavam muito valorizados, e os proprietários conseguiam refinanciar 100% mesmo sem comprovação de renda suficiente.

Quando os preços dos imóveis dados como garantias recuaram fortemente, as instituições não tiveram como cobrir seus prejuízos.

"Lá, as instituições financiam de acordo com bens. Aqui financiamos com base na condição de pagamento das pessoas", afirma o diretor de empréstimos do Bradesco, Nilton Pelegrino, que também não usa o termo "home equity" em sua linha.

No Bradesco, até 70% do imóvel pode ser refinanciado, no prazo máximo de dez anos. Os juros variam de 1% a 3% ao mês, mais CDI.

O número de operações desse tipo cresceu 91% em 2009 e 60% nos primeiros quatro meses de 2010, para até 2.000 por mês. Desde 2007, R$ 800 milhões foram liberados pelo Bradesco.

"A operação caiu no gosto do cliente", avalia.

De acordo com Frederico Penido, vice-presidente do Banco Bonsucesso, a estabilidade econômica e a queda dos juros viabilizaram a expansão do "home equity" no país, pois possibilitaram que os bancos captassem recursos baratos e estendessem os prazos do financiamentos.

A alienação fiduciária de imóveis, possível desde 1997, também foi fundamental, pois transfere para o credor a propriedade do bem, ao contrário da hipoteca.

O Bonsucesso oferece o crédito há oito meses em Minas Gerais e há um mês em São Paulo e no Rio, com juros entre 2% e 2,5%.

Leonardo Cunha pegou R$ 100 mil no banco dando 50% do imóvel como garantia para investir na sua loja de decoração, em Belo Horizonte.

"Não temo perder o imóvel. Estou muito otimista com um retorno rápido", diz.

Fonte: Folha On Line


Após quase 30 anos, Crédito Imobiliário bate recorde de moradias


Após passar por um longo período de declínio, o crédito habitacional voltou a crescer no país nos últimos anos e vem batendo recordes. Os financiamentos somaram R$ 49,6 bilhões em 2009, o maior valor da série histórica, segundo dados da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança). Foi também no ano passado que o país superou pela primeira vez a marca de imóveis financiados em 1980 (627.342), totalizando 669.809 unidades.

"No início da década de 80, o crédito era altamente incentivado pelo extinto BNH [Banco Nacional de Habitação]", destaca o economista-chefe do Secovi-SP (sindicato da habitação), Celso Petrucci. Ele acrescenta ainda que o país também vivia o fim do milagre econômico (década de 70).

O período de alta, no entanto, foi interrompido com a escalada da inflação."A hiperinflação fez com que as dívidas dos mutuários crescessem muito e a inadimplência disparasse, o que desmotivou os bancos a emprestarem ao mesmo tempo em que as pessoas também não queriam se endividar", explica Miguel de Oliveira, vice-presidente da Anefac (Associação dos Executivos de Finanças).

Como resultado, o número de unidades financiadas foi decaindo a partir de 1981 e chegou a menos de um décimo em 1985, com 59.657. "Os juros nesse período eram muito altos e as condições de pagamento eram piores", diz Oliveira, citando o prazo de pagamento, que hoje chega a 30 anos e no período era de até 15 anos.

Retomada

Porém, as mudanças no cenário econômico do país a partir da década de 90, com a estabilização da moeda, e outras alterações feitas no sistema de crédito possibilitaram a retomada do crescimento.

"Houveram importantes modificações, como o aumento da segurança jurídica dos contratos pela alienação fiduciária [em 2004]", avalia o vice-presidente de Governo da Caixa Econômica Federal, Jorge Hereda. Nesse sistema, a retomada de um imóvel, que antes podia demorar décadas, foi acelerada.

Petrucci destaca também a regra do patrimônio de afetação --que permite a segregação de um empreendimento imobiliário das demais operações de uma incorporadora.

Outro fator determinante foi a mudança do cenário econômico do país, que favoreceu o crescimento desse mercado. "Houve o aumento da renda dos brasileiros e diversas famílias que ascenderam à classe C, ao mesmo tempo em que os juros caíram", afirma. Atualmente, é possível financiar imóveis na Caixa com juros a partir de 4,5% ao ano mais TR (Taxa Referencial).

"Com regras de mercado mais bem definidas e a estabilização do país, os bancos também passaram a oferecer melhores condições para quem quer comprar um imóvel, aumentando prazos e reduzindo juros", acrescenta Petrucci.

Fonte: Folha On Line

Aluguéis no São João do interior chegam a R$ 2,5 mil

Os festejos alusivos a São João já movimentam os municípios paraibanos. Muito mais do que destacar as peculiaridades culturais da maior festa regional do Nordeste, as comemorações juninas, nos últimos anos, seguem a tendência de aglutinar multidões em grandes eventos que envolvem apresentações de dezenas de bandas de forró – em média, quatro por noite. Envoltos por um forte apelo turístico, os megaespetáculos musicais contribuem para fomentar as economias locais. Quem almeja se divertir em arraiais tradicionais, precisa recorrer a pequenas cidades e sítios em que se preserva a cultura dos arraiais matutos.

Segundo o professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e integrante da Comissão Paraibana de Folclore, Osvaldo Meira Trigueiro, as festas juninas vêm se transformando, da mesma maneira que tem ocorrido com quaisquer outras atividades culturais. “O São João está sendo alvo da espetacularização. As cidades têm realizado grandes festas amplamente divulgadas pela mídia, que chamam atenção, justamente, pela apresentação de bandas de ‘forró eletrônico’”, explicou.

A maioria das pessoas que saem da Capital com destino aos municípios do interior durante o período junino, segundo o professor, vai em busca destas grandes festas. “Esses eventos são organizados para reunir multidões e atender aos interesses turísticos. Não condeno a prática, apenas observo e questiono”, destacou.

Fonte: Correio da Paraíba


Prefeituras podem ser proibidas de cobrar IPTU de imóveis próximo a favelas

Prefeituras podem ser proibidas de cobrar IPTU de imóveis próximo a favelas

SÃO PAULO – Tramita na Câmara dos Deputados a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 482/10, que estabelece que as prefeituras podem ser proibidas de cobrar IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) de imóveis próximos a favelas, invasões e loteamentos irregulares.
Em termos jurídicos, o projeto concede imunidade tributária, relacionada ao IPTU, para os proprietários desses imóveis. A autora da proposta, deputada Andreia Zito (PSDB-RJ), afirmou que objetivo da PEC é reparar uma injustiça.
"Os proprietários de imóveis regulares foram vítimas da desvalorização de seus bens, devido à favelização do espaço urbano onde seus imóveis estão localizados", explica a deputada.
Revitalização dos espaços urbanos
De acordo com à Agência Câmara, a deputada acrescenta, ainda, que a aprovação da proposta estimula as prefeituras a revitalizar os espaços urbanos, além de coibir a construção de moradias ilegais.
A PEC ainda será analisada pela Comissão de Constituição de Justiça e de Cidadania. Se aprovada, passará por uma comissão especial, antes de ser votada pelo Plenário.

Fonte:InfoMoney

Cartilha de Manutenção dos Consertos do Imóvel Alugado

QUEM PAGA OS CONSERTOS NO IMÓVEL LOCADO As dúvidas são muitas quando se trata de  consertos no imóvel locado  e quem deve arcar com...