Imóveis prontos - solução e vantagem para quem não pode esperar

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O economista Geraldo Roberto Fernandes Soares disse que gostou do que viu quando optou por comprar um apartamento usado
O economista Geraldo Roberto Fernandes Soares disse que gostou do que viu quando optou por comprar um apartamento usado
Apesar das vantagens da compra de um imóvel na planta, que é mais barato do que um já construído, há quem não possa aguardar por meses até a entrega das chaves. Seja pela necessidade imediata de moradia ou por preferir conhecer o empreendimento pronto, a opção é a ideal para grande parte dos consumidores.

Diretor de prontos da Brasil Brokers/Gribel Pactual, Fernando Carnevalli confirma que a principal vantagem é o fato de o comprador poder fazer uso imediato do imóvel. Fora isso, há a possibilidade de escolhê-lo em um bairro ou região já consolidada, com infraestrutura desenvolvida. “Além disso, podem-se comprovar características como ventilação, nível de ruído, posição do empreendimento, segurança, entre outras, trazendo para o adquirente total conhecimento do que está comprando”, acrescenta.

Há quem goste de pisar e conhecer o imóvel antes de adquiri-lo, o que só é possível nesse caso. “Para alguns, é uma questão de segurança conhecer o empreendimento antes da compra, ver cada cômodo e visualizar como ficará a disposição dos móveis. Nem todo mundo tem essa dimensão só pela planta”, pondera. Para o diretor, os decorados e as imagens oferecem uma boa noção de como ficará o local depois de construído, mas, em um imóvel pronto, a pessoa tem a ideia perfeita de como tudo poderá ficar.

O sócio-diretor da Mirian Dayrell Imóveis, Adriano Sampaio, lembra ainda que há situações em que o que foi planejado escapa ao controle do morador que opta por um empreendimento na planta. “Hoje em dia, estão ocorrendo muitos atrasos, deixando o cliente em situação delicada. No imóvel pronto, o material já está todo instalado e testado”, avalia.

Estrutura
No que se refere ao investimento financeiro, Carnevalli diz que, no caso dos imóveis já prontos, o comprador fica isento da oscilação dos valores de mercado e custos de obra inerentes ao empreendimento na planta, “adquirindo o imóvel pelo preço negociado”, destaca.

Entre os pontos negativos – se é que podem ser chamados assim – da aquisição de imóveis prontos há a necessidade de ter uma reserva de, no mínimo, 20% do valor do imóvel para poder efetuar a compra. “O sistema financeiro oferece crédito no valor máximo de 80%, salvo exceções raras e específicas”, lembra Carnevalli.

Ciente dos prós e contras que envolvem a aquisição de um imóvel já pronto, é preciso, ainda, estar atento a outras características antes de fechar o negócio, “como localização, estrutura do edifício e do apartamento – nesta, incluída a análise da idoneidade da construtora –, desenvolvimento do entorno e valores de IPTU e condomínio compatíveis”, enumera.

Analisando esses aspectos, o economista Geraldo Roberto Fernandes Soares decidiu-se pelo imóvel pronto. A impossibilidade de esperar por uma obra ser finalizada contou muito em sua escolha. “Queria um imóvel para me mudar, sem ter que aguardar o tempo de construção, que, geralmente, é de, no mínimo, três anos”, justifica.

Além disso, Geraldo Soares cita como vantagem o fato de desembolsar reserva financeira dentro de suas perspectivas. Também há mais segurança quanto ao imóvel propriamente dito, já que o comprador pode ver como ele realmente é. “Às vezes, o imóvel adquirido na planta pode nos reservar algumas surpresas desagradáveis”, diz.

Novas regras da Caixa para financiamento da casa própria


A partir desta segunda-feira (11), passam a valer as novas regras da Caixa Econômica Federal para os financiamentos habitacionais. Pelo novo modelo, os mutuários terão mais cinco anos para quitar os empréstimos. A Caixa ampliou o prazo do crédito habitacional de 30 anos para 35.
Os empréstimos serão feitos com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Os financiamentos do SBPE beneficiam apenas os mutuários que ganham mais de R$ 5.400 por mês ou que adquirirem imóveis de mais de R$ 170 mil.
A Caixa também reduziu as taxas de juros para essas modalidades. Para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), as taxas caíram de 9% para 8,85% ao ano. Para os imóveis fora do SFH, os juros passaram de 10% para 9,9% ao ano.
A instituição também ampliou o prazo dos financiamentos para a construção de casas e apartamentos com recursos da poupança.
A partir desta semana, as construtoras e incorporadoras terão 36 meses para pagar os empréstimos. Antes, o prazo correspondia a 24 meses. Os juros dessas linhas também foram reduzidos de 11,5% para 10,3% ao ano.
Para a construção de imóveis comerciais, os juros efetivos caíram de 14% para 13% ao ano. Nas operações de financiamento para a construção e aquisição de imóvel para uso próprio, a empresa pagará taxa de 12,5% ao ano, ante 13,5% cobrados atualmente.
Em todos os casos, o mutuário também pagará a Taxa Referencial (TR), juros variáveis cobrados nos financiamentos imobiliários. No entanto, as taxas efetivas podem ficar ainda menores se o mutuário for correntista da Caixa.
As mudanças não valem para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que inclui o programa "Minha Casa, Minha Vida". Para essas modalidades de financiamento, o prazo continua sendo 30 anos.
No dia 5, o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, disse que o aumento do prazo dessas linhas de crédito depende de aprovação do Conselho Curador do FGTS. “A Caixa já pediu autorização ao Conselho Curador para aumentar o prazo.”
De acordo com o vice-presidente, a Caixa estima em R$ 96 bilhões a concessão de financiamentos habitacionais para este ano, ante R$ 80 bilhões do ano passado. Até maio, a instituição havia emprestado R$ 36,7 bilhões, contra R$ 25 bilhões nos cinco primeiros meses do ano passado.
Fonte: UOL


Promessa de construção = Registro de Incorporação!

 Registro do memorial de incorporação demonstra transparência e dá segurança ao comprador sobre intenção da construtora de entregar imóvel vendido na planta.

     Obrigatório por lei, o memorial de incorporação, documento que deve ser elaborado antes mesmo do lançamento das obras, muitas vezes é negligenciado pelas construtoras, que não providenciam seu registro em cartório de imóveis antes de comercializar as unidades.
      Isso acontece, na maioria dos casos, devido a irregularidades na documentação da construtora. Afinal, o registro do memorial de incorporação em cartório - como obriga a lei brasileira no4.591/1964, que dispõe sobre o condomínio em edificações e as incorporações imobiliárias -, exige que a construtora apresente documentos que comprovem idoneidade e condições financeiras mínimas, assegurando que o empreendimento será entregue.


Prevenção sem garantia

      "A existência do memorial não é garantia absoluta de entrega do imóvel, mas é uma consulta preventiva que dá sinais positivos da viabilidade da construção", afirma José Geraldo Tardin, presidente do Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo).
      Em Brasília, Tardin testemunhou dois casos de construtoras que venderam imóvel na planta sem registro do memorial. No primeiro, uma consumidora adquiriu um apartamento para investimento e, ao revender, teve o negócio negado pela Caixa Econômica Federal, que seria o agente financiador do comprador e que não formaliza contratos de compra e venda se o imóvel não tiver memorial de incorporação.

Descrição do memorial
     O memorial de incorporação tem o objetivo de evitar fraudes e dar garantias ao comprador. Afinal, ao comprar um imóvel que não começou a ser construído, o consumidor adianta boa parte do capital para fechar o negócio, sem garantia de que a obra será concluída, explica o promotor Leonardo Bessa.
     Dessa maneira, o memorial, a ser registrado no cartório de imóveis da região da construção, é composto de 15 documentos, entre os quais certidões negativas de débitos com a Receita Federal e Previdência Social; prova de propriedade do terreno; projeto de construção do empreendimento devidamente aprovado junto ao órgão competente; e discriminação detalhada do acabamento e material que serão utilizados.

Omissão suspeita
    Se a publicidade não informar o número do memorial, o consumidor deve desconfiar de irregularidades na obra. Em Brasília, os jornais passaram a ser obrigados a vincular este tipo de anúncio somente com o número do memorial, sob pena de responsabilidade solidária. A partir do registro deste documento, os compradores dos imóveis podem levar para registro no cartório de imóveis seus contratos de promessa de compra e venda, ou de compra e venda definitiva. "Essa é a maior garantia, porque o comprador torna-se titular de um direito real, cuja garantia de cumprimento limita-se à idoneidade e solvência da empresa incorporadora", afirma.

Como registrar o memorial de incorporação
    Reunidos os documentos abaixo discriminados, os mesmos devem ser levados para análise do cartório de registro de imóveis referente à área em que se encontra o imóvel. Daí, o órgão terá até 30 dias para fazer o registro do documento.
    Depois de registrado, o memorial de incorporação será anexado à matricula do empreendimento, ficando disponível para consulta pública. O número do memorial de incorporação, a ser fornecido pelo cartório, deverá ser informado no contrato de compra e venda das unidades imobiliárias, bem como em qualquer ação de marketing que a construtora fizer - jornais, revistas, rádio, televisão, Internet e outdoors.

Confira quais são os documentos necessários para registrar o memorial de incorporação acessando:

Fonte: lei no 4.591, de 16 de dezembro de 1964.



Valor do m² segundo pesquisa do CRECI/ PB em João Pessoa

Ontem o CRECI - PB divulgou a Pesquisa de Demanda Imobiliária demonstrando dados do mercado imobiliário.

Segundo esta pesquisa, o valor do m² praticado na capital (ref. abril/12) é o seguinte:


Bairro
Valor do m² (R$)
Tambaú
5.810,85
 Cabo Branco
5.620,19
Manaíra  
4.927,35
Miramar  
4293,45
Altiplano 
4.242,64
Bairro dos Estados
4.153,41
Jardim Luna  
4.138,61
Jardim Oceania
3.092,50
Bessa  
3.819,01
Tambauzinho  
3.694,39
Aeroclube
3.554,39
Jardim 13 de Maio
3.429,11
Jardim São Paulo
3.260,29
Expedicionários
3.248,84
Torre
3.142,06
Castelo Branco
3.021,93
Bancários
2.815,73
Jardim Cidade Universitária
2.329,59
Portal do Sol
2.314,94
Água Fria
2.237,04
Ernesto Geisel
2.213,22
Rangel
2.186,77
Bairro dos Ipês
2.153,85
Mangabeira
2.150,85
Alto do Céu
2.216,32
João Paulo II
1.978,83
Colibris
1.959,21
José Américo
1.908,70
Quadramares
1.870,38
Cuiá
1.847,84
Alto do Mateu
1.776,99
Gramame
1.776,99
Planato Boa Esperança
 1.698,32
Valentina
1.656,81
Jardim Veneza
1.515,89


MÉDIA GERAL DE PREÇOS:
3.841,24


Em Cabedelo o valor é:


Bairro
Valor do m² (R$)
Ponta de Campina 
6.038,38
Intermares
4.065,43
Camboinha 
3.104,27
Praia de Formosa 
3.071,58


Fonte: Creci PB

Cartilha de Manutenção dos Consertos do Imóvel Alugado

QUEM PAGA OS CONSERTOS NO IMÓVEL LOCADO As dúvidas são muitas quando se trata de  consertos no imóvel locado  e quem deve arcar com...