É hora de pensar no futuro - Saiba como se planejar quando for comprar um novo imóvel


O sonho de comprar um imóvel é desejo de grande parcela dos brasileiros, porém o que muitos ainda esquecem na hora de conquistar a casa própria são as decisões diante do imóvel com o pensamento no futuro. É natural que solteiros, recém casados ou até mesmo que já tenham filhos, comprem um imóvel por impulso, e assim, esqueçam de analisar as necessidades reais.
Algumas perguntas são indispensáveis na hora de escolher o imóvel, como: 
* Em três anos estarei casado? 
*Terei filhos?
*Por quanto tempo pretendo ficar neste imóvel?
 *Ele atenderá minhas expectativas? 
Essas perguntas são fundamentais para que não haja um arrependimento futuro e ocasione transtornos com mudanças de imóvel e o pior, o desperdício de dinheiro.
Para o engenheiro civil Flavio Figueiredo, Diretor da Daniel & Figueiredo Consultores Associados, quando alguém decide pela compra do imóvel, precisa escolher algo compatível com a sua família, tanto para o momento atual, quanto a médio ou longo prazo. Desta forma, evitará transtornos com adaptabilidade ao imóvel.
“O correto é avaliar profundamente o tamanho, localização, vagas de garagem, cômodos e claro, projetar sua vida para 5 ou 10 anos”, esclarece o especialista. Outra questão importante é em relação ao planejamento familiar. Se pretende ter mais filhos, encontre um lugar com número maior de dormitórios e banheiros. Se não pretende, não esqueça que os filhos crescem e com o tempo terão carros, com isso, é indispensável o número de vagas em uma garagem do edifício.
Além disso, os filhos buscam individualidade e dividir o mesmo cômodo na fase adolescente ou adulta, pode gerar conflitos também. Diante desses detalhes fundamentais que estruturam a família, o especialista Flavio Figueiredo enfatiza de que forma a mudança de perfil familiar interfere na intenção de compra.
O especialista complementa, ainda, que as pessoas quando procuram por um imóvel buscam comodidade e qualidade, muitas vezes, adquirem de acordo com a necessidade atual, esquecendo o futuro próximo.
Fonte: Revista M2