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Segundo consultoria, preços dos imóveis não devem baixar no Brasil


SÃO PAULO - O mercado imobiliário brasileiro não deve contar com uma redução de preços nos próximos anos. A análise foi feita por Mordejai Goldenberg, vice-presidente executivo da consultoria imobiliária Cushman & Wakefield, durante encontro com a indústria de private equity & venture capital, promovido pela ABVCAP - associação que representa este segmento.
Segundo o executivo, a necessidade de investimento em infraestrutura, que por muito tempo foi deixada de lado pelo governo brasileiro, e melhor distribuição de renda com a ascensão das classes C e D sustentarão a manutenção dos preços no País. "O Brasil tem um dos mercados imobiliários para escritório mais caros das Américas. Isso mostra que não existe uma bolha, nem queda dos preços nos próximos anos", avaliou.
Essa elevação de preços, segundo Helmut Fladt, diretor do Pátria Investimentos da área de Real State, ocorreu nos últimos CINCO anos. "A falta de espaços para escritórios no Brasil distorce os preços e complica a vida dos investidores. Porém, mesmo com a turbulência financeira dos últimos 60 dias, os preços não recuaram", justificou. "É um sinal de que não existe uma bolha."
De acordo com Fladt, o setor conta com perspectivas de investimentos interessantes, com muitos investidores olhando para o Brasil e "despejando muito dinheiro" no País. Os juros altos e um segmento de crédito imobiliário pequeno trarão, na sua opinião, uma nova etapa de crescimento para o mercado. "Com a queda das taxas de juros, que ainda são altas, o setor imobiliário terá uma demanda de capital ainda maior", disse. Até porque o mercado imobiliário brasileiro vive uma evolução recente.
Outro ponto a favor do País é a boa fase vivenciada pela economia local, segundo o presidente da ABVCAP, Sidney Chameh. "O Brasil é um porto com alguma segurança para investidores e tem diferenciais competitivos e positivos que trazem recursos interessantes para o País. Há muita ebulição e negócios acontecendo", analisou o dirigente, que concluiu: "O setor imobiliário local vive um momento de forte aquecimento."
Aline Bronzati, da Agência Estado
Fonte: Estadão

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